Seagro busca recursos para alavancar cadeia produtiva do leite no TO
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Agronegócio

Seagro busca recursos para alavancar cadeia produtiva do leite no TO

Produção no Estado ainda está abaixo de sua capacidade
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Produção de leite no Estado ainda está abaixo de sua capacidade
 
Com o objetivo de promover o desenvolvimento da pecuária leiteira, mediante o processo de transferência de tecnologias para extensionistas, bem como para produtores de leite, a Seagro - Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário busca celebrar convênios junto ao Governo Federal. Ao todo, três convênios estão em tramitação e devem ser firmados em 2012, alavancando o setor.

Um destes convênios será fechado com o Ministério da Integração Nacional, que aguarda empenho, de acordo com o coordenador de Desenvolvimento Animal da Seagro, Cláudio Luiz Sayão Lobato. Nesta proposta, os recursos serão destinados a 25 municípios da região do Bico do Papagaio, com o objetivo de incentivar o consumo de leite, fomentar a produção, fortalecimento da assistência técnica, unidades demonstrativas, melhoramento genético e capacitação técnica de técnicos e produtores.

A proposta de outro convênio foi protocolada no Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - e se celebrado será destinado ao desenvolvimento da cadeia leiteira em seis pólos produtivos do Estado.

Lobato lista ainda o projeto Prodeleite – Programa Estadual de Desenvolvimento do Leite em convênio com o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado, vinculado à Secretaria da Indústria e Comércio. “A proposta é de mais de R$ 2 milhões para implantar hectares de pastagens e campineira, nos territórios do Bico do Papagaio, Médio Araguaia e Sudeste e ainda nos pólos das regiões Central e Sul do Estado”, adianta.

Segundo o coordenador, o Prodeleite usará a metodologia do programa já conhecido no Tocantins, o ‘Balde Cheio’, desenvolvido em parceria com o Sebrae Tocantins. A meta é aumentar a produção de leite do Tocantins e atender mais de 40 laticínios, que atualmente trabalham abaixo da capacidade máxima.

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