Setor de irrigação otimista com o mercado

Agronegócio

Setor de irrigação otimista com o mercado

Projeções são de vendas até 15% superiores em 2005
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Apesar da instabilidade do câmbio e dos preços das principais commodities agrícolas no mercado mundial, o otimismo predomina no setor de irrigação gaúcho. Conforme Nilson Schemmer, executivo de Relações com o Mercado da Fockink - empresa de Panambi que fabrica pivôs centrais - o produtor está cansado das frustrações da estiagem. A expectativa da indústria para este ano é, no mínimo, ter um desempenho igual ao de 2004. "Podemos ter vendas iguais ou entre 10% e 15% maiores", previu o dirigente sobre o equipamento que tem índice de aproveitamento de água de 95%.

O presidente do Simers, Cláudio Bier, reforça a segurança do investimento a ser obtido pelo agricultor. "O produtor ganha domínio total da lavoura, com aumento de produtividade." O pivô central utilizado inicialmente na produção de milho semente, hoje é adotado até por produtores de leite que desejam incrementar a produção garantindo pastagens. É o caso de um produtor da região de Cruz Alta que preferiu não se identificar devido ao rigor das leis ambientais. "Até a seca do verão passado, eram obtidos 15 litros/vaca/dia. Após a compra do pivô, o número subiu para 23 litros/vaca dia."

As lavouras de milho, soja e arroz estão entre as mais rentáveis sob o uso de pivô central. Segundo Schemmer, o rendimento de uma lavoura de milho irrigada é de 135 sacos/hectare contra 40 sacos/ha de uma convencional. Na lavoura de arroz, são 110 sacos/ha contra 60 sacos/ha da lavoura não irrigada.


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