Silagem de colostro aumenta produtividade do rebanho
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Agronegócio

Silagem de colostro aumenta produtividade do rebanho

A silagem pode ser armazenada por tempo indeterminado até a sua utilização
Por: -Janice
O colostro é um alimento essencial ao terneiro recém nascido, pois apresenta características nutritivas superiores ao leite. Tendo boa disponibilidade e fácil armazenamento, é possível aproveitá-lo na alimentação dos torneiros. O aproveitamento proposto pela veterinária consiste na produção de silagem. No processo, o colostro é engarrafado e fermentado por 30 dias em temperatura ambiente - sem a incidência de sol. A silagem pode ser armazenada por tempo indeterminado até a sua utilização.


A veterinária salienta que, antes de se oferecer a silagem ao terneiro, deve ser diluída em dois litros de água. A utilização dessa tecnologia proporciona a economia de 200 litros de leite por terneiro.

Outras tecnologias – Outra tecnologia que beneficia os produtores de leite é o melhoramento de campo nativo. Essa prática de manejo ajuda a produzir mais sem agredir ao meio ambiente. Os potreiros devem ser divididos e utilizados em forma de rodízio, para que o produtor possa fazer uma reserva de pasto, adequar a carga de animal de acordo com a oferta de pasto, fazer a calagem e adubação do solo e introduzir espécies de inverno sobre o campo.

Segundo o agrônomo da Emater/RS-Ascar, Guilherme Martins Costa, este sistema beneficia não só os produtores de leite, mas pode qualificar a criação de ovinos e outros animais. “O melhoramento do campo nativo é uma prática que ajuda o produtor a dispensar a utilização de fertilizantes nitrogenados, resultando na melhoria do solo com um custo acessível”, avalia ele.


Outra opção levada aos visitantes da Expointer 2008 é a criação de suínos sobre cama que pode ser realizada dentro de padrões sustentáveis. Esse sistema tem como vantagens a diminuição dos ricos de poluição, maior facilidade de transporte dos dejetos, por necessitar de equipamentos mais simples, e menor utilização de água, reduzindo os custos aos produtores.

Também no Caminhos da Integração, especialistas em piscicultura, da Unidade de Terra de Areia da Fepagro, estão demonstrando um protótipo de tanque-rede e uma incubadora artificial de ovos de peixes reproduzidos em laboratório. No local, estão expostos também aquários com as principais espécies de peixes nativos da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí. As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS.

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