Técnicos da Abapa participam de Dia de Campo em Brasília para manejo da ramulária do algodão

Algodão

Técnicos da Abapa participam de Dia de Campo em Brasília para manejo da ramulária do algodão

Participantes puderam se aprofundar também sobre os desafios e estratégias para a cadeia do algodão brasileiro
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Na última sexta-feira (4), técnicos e representantes da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) participaram do Dia de Campo para Manejo da Ramulária, na Fazenda Pamplona, do grupo SLC Agrícola. O objetivo foi observar, in loco, o aspecto de ataque da ramulária, do controle e da ineficiência dos produtos. Durante o Dia de Campo, no período da manhã, foram visitadas duas áreas experimentais onde foram inseridas práticas de controle e testes com novas tecnologias para o controle da ramulária, fungo que prejudica a produtividade das lavouras de algodão em todo o País. O evento, organizado pela Basf em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abrag) e Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), reuniu produtores, consultores, técnicos, lideranças e representantes de órgãos como o Ministério da Agricultura, Embrapa, Anvisa e Ibama.

No período da tarde, foram ministradas palestras pelos pesquisadores da Embrapa, Fundação Chapadão, Basf, e técnicos de consultorias agronômicas sobre os desafios e novas alternativas para o controle e manejo da ramulária. Presente ao evento, juntamente com o diretor-executivo da Abapa, Lidervan Morais, o coordenador do programa fitossanitário da entidade, Antônio Carlos Araújo, acredita que o Dia de Campo reforça a preocupação dos produtores e técnicos da área com o fungo, cuja ocorrência é maior no final do ciclo da cultura. “Juntamente com o bicudo, a ramulária é considerada uma das principais doenças do algodoeiro no cerrado brasileiro com abrangência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodoeiro sem a prática da rotação de culturas”, explica.

Na oportunidade, os participantes puderam se aprofundar também sobre os desafios e estratégias para a cadeia do algodão brasileiro, com o diretor-executivo da Abrapa, Márcio Portocarrero, e sobre as visões regionais da produção de algodão, com os pesquisadores de entidades e consultorias da área agronômica dos estados produtores de algodão. Para o produtor, consultor e conselheiro da Abapa, Celito Breda, que também acompanhou as ações do Dia de Campo, as pesquisas para o manejo deste fungo são fundamentais para apoiar os produtores na redução de custos com a aplicação de defensivos e para garantir a maior qualidade da fibra incrementando em sua rentabilidade no período de comercialização.

“Tivemos um grande avanço nas pesquisas de manejo da ramulária com a criação de ensaios em rede oficial, criado por iniciativa da Bahia e coordenação geral da Embrapa. Estes resultados dos ensaios da rede deixarão os produtores mais seguros quanto à utilização dos fungicidas para o controle da doença e quanto às suspeitas de e se surgirem produtos com indícios de perda da eficiência no campo”, ressaltou. Da Bahia, participam da “Rede de Ensaios da Ramulária” a Fundação Bahia e a Círculo Verde Consultoria Agronômica.

 

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