Técnicos da Defesa Agropecuária finalizam inquérito sorológico para Peste Suína Clássica em 2016

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Técnicos da Defesa Agropecuária finalizam inquérito sorológico para Peste Suína Clássica em 2016

Material que será analisado no laboratório do MAPA tem coletas programadas para serem realizadas a cada dois anos
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Material que será analisado no laboratório do MAPA tem coletas programadas para serem realizadas a cada dois anos

O Rio de Janeiro, que recebeu em maio o reconhecimento internacional de Zona Livre de Peste Suína Clássica - PSC, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), concluiu a primeira etapa do inquérito sorológico, necessário para o monitoramento de criatórios em território fluminense, finalizando as coletas de sangue dos animais.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Sanidade de Suídeos no estado, Ana Christina Novaes, em 2016, foram realizadas coletas de sangue de suínos em 320 propriedades.

- O inquérito é realizado a cada 2 anos e está previsto na Norma Interna DSA nº 05/2009, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que rege os procedimentos de vigilância sanitária em Zona Livre de PSC - acrescentou Ana Christina

A Peste Suína Clássica, doença causada por um vírus, é altamente contagiosa, provoca febre alta, manchas avermelhadas pelo corpo, paralisia nas patas traseiras, dificuldades respiratórias e pode levar à morte do animal.

De acordo com a Defesa Agropecuária, da secretaria estadual de Agricultura, no período de 2013 a 2015, foram realizadas coletas de amostras de sangue de suínos de criatórios de subsistência e de granjas, totalizando cerca de 2,2 mil análises de material, encaminhado ao laboratório do Ministério da Agricultura para a realização dos exames que comprovaram ausência do vírus da PSC no estado.

Desde 2015, a peste suína clássica passou a integrar a lista de doenças de reconhecimento oficial da OIE, juntamente com febre aftosa, peste bovina, pleuropneumonia contagiosa dos bovinos, encefalopatia espongiforme bovina (doença da vaca louca), peste dos pequenos ruminantes e peste equina. A partir de então, o reconhecimento de país ou área livre da doença é obtido através de certificação da agência internacional. O documento auxilia na exportação da carne para mercados internacionais.

O secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, ressalta que a manutenção do status sanitário obtido, é resultante do comprometimento da equipe de técnicos da Defesa Agropecuária, com a realização do trabalho de vigilância nas propriedades rurais do estado. 


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