Frango

Tendências do frango brasileiro em 2018 segundo o USDA

USDA acaba de publicar sua segunda projeção para o frango brasileiro em 2018
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O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) acaba de publicar sua segunda projeção para o frango brasileiro em 2018. Reduz suas expectativas em relação à maior parte do que havia previsto no final de 2017. Mesmo assim projeta expansão anual tanto nas exportações como no consumo interno e, portanto, também na produção.

Tradicionalmente o USDA efetua duas análises sobre as tendências da produção mundial de carne de frango: uma, representando a primeira previsão para o exercício seguinte, divulgada no último trimestre de cada ano; outra, com novas projeções conforme o andamento dos mercados, divulgada entre os meses de março e abril do próprio exercício.

Corrigindo ligeiramente o que apontou para o frango brasileiro no final de 2017, nas novas projeções para 2018 o USDA estima recuo de cerca de meio por cento na produção e de quase 6% na exportação. Mas prevê que o consumo interno será quase 2% maior que o apontado anteriormente.

Apesar, porém, desse “reassentamento”, os números finais resultam em expansão sobre os resultados obtidos em 2017 (ainda preliminares). Assim, produção e suprimento total tendem a um aumento em torno de 2,5%, as exportações podem crescer 1,5% e o consumo interno sinaliza expansão de, praticamente, 3%.

Notar que nos dados relativos às exportações o USDA desconsidera o volume de pés/patas de frango exportado para a China e Hong Kong. Daí um volume menor (3,847 milhões de toneladas em 2017) que o apontado, por exemplo, pela SECEX/MDIC (4,234 milhões de toneladas no ano que passou). Isto considerado, a disponibilidade interna de 9,306 milhões de toneladas cai para 8,919 milhões de toneladas.

Tal volume, distribuído entre uma população projetada pelo IBGE em 207,6 milhões de habitantes, aponta para o ano que passou consumo per capita anual próximo de 43 kg. 

E, mantendo-se para pés/patas de frango a mesma proporção de 2017 (10% do volume apontado pelo USDA), chega-se a uma disponibilidade per capita (estimada neste ano população de 209,3 milhões de habitantes) próxima dos 44 kg - 2,2% a mais que em 2017.

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