Trabalhadores rurais do setor canavieiro de AL tem reajuste de 6,5%

Agronegócio

Trabalhadores rurais do setor canavieiro de AL tem reajuste de 6,5%

O reajuste foi dado pelas usinas do Estado, no último dia 29, após um longo processo de negociação intermediado por uma comissão do Sindaçúcar-AL e dos trabalhadores representados pela Fetag/AL
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Até o dia 15 de dezembro, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária no Estado de Alagoas (Faeal), Álvaro Almeida, assina o acordo que homologa a convenção coletiva 2010 dos trabalhadores rurais do setor canavieiro alagoano e que celebra o reajuste de 6,5% no piso salarial e tabela do corte da cana da categoria.

O reajuste foi dado pelas usinas do Estado, no último dia 29, após um longo processo de negociação intermediado por uma comissão do Sindaçúcar-AL e dos trabalhadores representados pela Fetag/AL.

Com um reajuste, os canavieiros alagoanos mantém o maior salário da categoria na região Nordeste. Com o reajuste retroativo a 1º de novembro, o piso sobe dos atuais R$ 523 para R$ 557.

O acordo também amplia o piso garantia da categoria que passa de R$ 13 para R$ 15. O gatilho é disparado caso o novo salário mínimo nacional divulgado em janeiro de 2011 pelo governo federal seja maior ou igual ao piso dos trabalhadores rurais alagoanos. Hoje, o salário mínimo nacional praticado no Brasil é de R$ 510.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária no Estado de Alagoas, Álvaro Almeida, o setor canavieiro do Estado virou um exemplo nacional. “Pelo excelente nível de diálogo permanente entre a classe patronal e os trabalhadores, Alagoas se tornou um exemplo para o Brasil. A Faeal participou das reuniões que buscaram sempre o melhor acordo dentro da possibilidade dos produtores e das indústrias”, acrescentou.

Todas as reuniões foram realizadas na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas. Para homologação, o documento que celebra o acordo da convenção coletiva de 2010 também será assinado pelos presidentes dos sindicatos rurais da zona canavieira e pelos presidentes do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, e da Fetag/AL, Genivaldo Oliveira.

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