Trigo encerra colheita no Rio Grande do Sul com crescimento de 25,4%

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Trigo encerra colheita no Rio Grande do Sul com crescimento de 25,4%

Sados da safra são positivos em relação a temporada passada quanto ao volume de produção
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A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) divulgou uma avaliação da safra de trigo 2019, que está no final da colheita no Rio Grande do Sul. Os dados da safra são positivos em relação a temporada passada quanto ao volume de produção. Em termos de área plantada, em 2018 o Estado cultivou 710 mil hectares, com produtividade média de 2.469 quilos por hectare, enquanto na safra 2019 a previsão é de 3.069 quilos por hectare segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já em relação ao volume de produção é de 2,2 milhões de toneladas superando a safra anterior em 25,4% que foi de 1,7 milhões de toneladas.

Levantamento realizado pela entidade junto às cooperativas filiadas na área de ação que abrange mais de 80% das regiões com produção de trigo no Rio Grande do Sul, a produtividade média obtida foi de 3.267 quilos por hectare 6,45% superior à previsão do IBGE. A avaliação da FecoAgro/RS é que, em uma visão geral, a safra é considerada boa, sendo que algumas regiões que colheram mais tarde sofreram na colheita com as chuvas ocorridas. Mesmo assim, de acordo com a entidade, é apenas uma parcela pequena do volume produzido.

As cooperativas agropecuárias gaúchas associadas da FecoAgro/RS originam mais de 50% da safra de trigo no Rio Grande do Sul. Em relação aos preços ofertado ao produtor, neste ano está 10,15% superior a médio do preço de 2018. A entidade indica que o produtor que colher 58 sacas por hectare cobre o desembolso ao preço atual na faixa de R$ 40,00 a saca. A informação é que em algumas lavouras a produtividade superou a 70 sacas por hectare.

A projeção da FecoAgro/RS indica que a lavoura no Estado vai gerar um volume financeiro superior a R$ 3 bilhões considerando o Valor Bruto da Produção gerada de R$ 1,45 bilhões que, somado ao aos gastos na formação da lavoura (custos) da ordem de R$ 1,7 bilhões perfaz esta cifra. A entidade conclui o comunicado afirmando que, considerando a cadeia como um todo, a circulação de recursos é bem superior a esse valor.


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