Usinas de açúcar e álcool implantam tecnologia para gerir abastecimento

Agronegócio

Usinas de açúcar e álcool implantam tecnologia para gerir abastecimento

Usinas Branco Perez e Rio Pardo aderem ao sistema CTF
Por: -Joana
1814 acessos
Usinas Branco Perez e Rio Pardo aderem ao sistema CTF para agilizar e monitorar o abastecimento de maquinário e equipamentos. Cocal Energia Responsável e Bioenergia do Brasil já contam com a tecnologia.


As usinas paulistas Branco Perez, de Adamantina, e Rio Pardo, de Cerqueira César, estão investindo em tecnologia para impulsionar suas operações. Ambas as empresas contrataram o CTF Móvel, ramo do sistema CTF elaborado para controlar totalmente os gastos com combustível e fornecer relatórios de acompanhamento diários para gestão de veículos, maquinário e equipamentos no campo. A implantação da tecnologia, desenvolvida pela empresa CTF Technologies do Brasil, já está em andamento, e os benefícios devem ser sentidos na safra deste ano.

De acordo com Marcos Nogueira, gerente nacional de Vendas da CTF, a participação da CTF Technologies no setor sucroalcoleiro tem potencial para crescer ainda mais, pois o produto é diferenciado. “Seus principais benefícios são, sem dúvida, a economia e a confiabilidade das informações”, afirma.

Automatização e informação

A CTF atua no setor sucroalcoleiro desde 2007 e conta com clientes de peso, como Cocal Energia Responsável e Bioenergia do Brasil. “Pela característica do negócio, as máquinas têm que ser abastecidas no campo, e o combustível precisa ser levado até elas em plataformas móveis”, explica o supervisor de suprimentos da Cocal, Valdecir Grana, um dos primeiros a adotar o CTF Móvel.

A tecnologia é considerada segura e de simples operação para aplicação em usinas: um dispositivo eletrônico é instalado na bomba de abastecimento de um caminhão comboio, e as máquinas são equipadas com um identificador eletrônico (a UVE, Unidade Veicular). Ao abastecer, o operador do comboio aproxima o bico de abastecimento da antena que fica na boca do tanque do veículo ou do equipamento, e os dispositivos instalados nas máquinas e no caminhão se conectam. Se a máquina for reconhecida e estiver autorizada (um processo automático que leva alguns segundos), o abastecimento é liberado. “No início, levar essa tecnologia para o campo foi um processo difícil, que nunca tinha sido feito, mas com um esforço de pesquisa ganhou total confiabilidade, e agora boa parte do setor tem interesse na sua implantação”, diz Grana.

Todas as informações da operação (como o tipo e o valor do combustível, e outras) são arquivadas no RFC Embarcado, que posteriormente as retransmite para a Central da CTF,em São Paulo. Na manhã seguinte, os dados coletados são enviados em formato de relatório para o gestor da usina, que pode avaliar a performance de todos os veículos. Essa precisão nos dados é fundamental para uma operação gigantesca: só a Cocal tem 480 equipamentos para o trabalho agrícola e transporte da cana, nos quais são consumidos cerca de 20 milhões de litros de combustível por ano.

Vantagem ambiental

O sistema desenvolvido para o abastecimento da frota no setor sucroalcoleiro, além da vantagem competitiva, traz ainda um ganho ambiental. E este foi um fator determinante para a sua implantação pela Cocal Energia Responsável, que destaca a agenda verde no desenvolvimento dos negócios. “A bomba automatizada dá uma precisão muito maior para a operação e evita derramamento de combustíveis, desperdícios”, diz Valdecir Grana. “Está bloqueada a função humana nessa atividade, e o nível de vazamento é zero”, completa o supervisor de suprimentos da empresa.
 
 
As informações são da assessoria de imprensa da CTF Technologies do Brasil

Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink