Vacinação contra aftosa atinge 99,76% do rebanho bovino de MT
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Agronegócio

Vacinação contra aftosa atinge 99,76% do rebanho bovino de MT

Resultado foi considerado o melhor dos últimos cinco anos
Mato Grosso tem 99,76% de seu rebanho vacinado contra a febre aftosa, o que representa 29,12 milhões de cabeças. Este índice é resultado da etapa da campanha de vacinação contra a doença realizada em novembro do ano passado e que abrangeu animais de todas as faixas etárias. O resultado foi divulgado na sexta-feira (20-01), em coletiva de imprensa, pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) e contou com a participação de representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).


"Este resultado demonstra o quanto os pecuaristas de Mato Grosso estão conscientes da importância da imunização do rebanho", avalia o diretor de Relações Institucionais do Sistema Famato, Rogério Romanini.

Para o presidente do Indea-MT, Valney Souza Côrrea, o resultado foi bastante positivo e considerado o melhor dos últimos cinco anos. O Instituto também anunciou oficialmente a retirada da etapa da campanha de vacinação de fevereiro que compreendia a região de fronteira, onde estão distribuídas 488 propriedades rurais totalizando quase 100 mil animais de zero a 12 meses. A decisão foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


Corrêa explicou que a iniciativa de retirar a etapa de fevereiro foi ratificada somente após um intenso trabalho de exames de sorologia feitos nos animais da região e que identificou a segurança da imunidade do rebanho. Além disso, foi levado em consideração o trabalho das regionais do Indea em Cáceres e Pontes e Lacerda e o comprometimento dos sindicatos rurais de Vila Bela da Santíssima Trindade, Cáceres e Porto Esperidião. O trabalho de monitoramento do rebanho da fronteira dentro da Bolívia também apresentou imunidade satisfatória.


"O Estado está há 16 anos sem foco. Baseado nos resultados apresentados será seguro manter apenas as etapas de maio e novembro, como acontece no restante do estado", opina Rogério Romanini.

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