Vale defende o projeto Anitápolis
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Agronegócio

Vale defende o projeto Anitápolis

A instalação da fosfateira pode reduzir a dependência brasileira do fertilizante importado
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A Vale informa que está estudando o projeto Anitápolis e que em todas as regiões brasileiras onde atua, e em outros países, sua política é trabalhar com consciência e responsabilidade socioeconômica e ambiental. Técnicos da empresa programam visitar a área da mina nos próximos dias.

Uma das justificativas em defesa da fosfateira é a posição do Brasil como o quarto maior consumidor do mundo de fertilizantes, e o terceiro em importação.

Dezoito mil toneladas de fertilizantes fosfatados são consumidas no Brasil, quantidade que coloca o país em quarto lugar entre os consumidores mundiais.

Segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o mercado brasileiro de fertilizantes é um dos mais promissores do mundo, apresentando nos últimos 14 anos uma média de crescimento de 7,6% ao ano, enquanto o mercado mundial se manteve praticamente estável neste período.

A instalação da fosfateira também pode reduzir a dependência brasileira do fertilizante importado. As importações representam mais de 56% do consumo brasileiro de fertilizantes, ou seja, 11 mil toneladas.

Fora do Brasil, nos países desenvolvidos como Alemanha, França e Estados Unidos, a legislação de mineração é equivalente à do país, afirma o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em Santa Catarina, Ricardo Peçanha. O diferencial está na fiscalização efetiva, já que no Brasil a quantidade de servidores públicos é bem menor, afirma Peçanha.

O superintendente do DNPM conta que em países subdesenvolvidos ocorrem mais danos ao meio ambiente e à população, por causa da legislação que não é tão rigorosa e do baixo investimento tecnológico.

De acordo com Peçanha, a mineração é bem explorada no exterior. Hoje, o maior produtor de fosfato no mundo é o Marrocos, país que fica no noroeste da África.

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