Virose deve reduzir produção em até 10% no sudoeste do Paraná
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Agronegócio

Virose deve reduzir produção em até 10% no sudoeste do Paraná

Os triticultores no sudoeste do Paraná estão preocupados com uma nova doença que está atacando as lavouras de trigo em estágio de maturação
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Os triticultores no sudoeste do Paraná estão preocupados com uma nova doença que está atacando as lavouras de trigo em estágio de maturação, e temem perdas de produtividade entre 5 e 10%. O amarelamento precoce das folhas, que ficam eretas, e na seqüência as manchas nas espigas, são os principais sintomas que vem chamando a atenção dos produtores e equipes de assistência técnicas na região. A preocupação se agravou nas últimas semanas, porque as lavouras passaram a apresentar com mais intensidade uma cor amarelada, diferente da maturação normal.


A dúvida foi sanada nesta quinta-feira pelo professor-doutor em fitopatologia da UPF-RS (Universidade de Passo Fundo), Erlei Melo Reis, que esteve avaliando algumas lavouras em Bom Sucesso do Sul. Um grupo de agricultores, representantes de uma multinacional de defensivos agrícolas e técnicos de uma revenda de insumos de Bom Sucesso do Sul acompanharam o pesquisador.


Segundo Reis, trata-se de uma doença comum e conhecida em outras regiões do país, chamada Virose do Nanismo Amarelo da Cevada. Embora seja mais comum em lavouras de cevada e de aveia, nos últimos anos passou a ser diagnosticada também no trigo. A presença da virose nas plantas de aveia espalhadas pela área de trigo confirma a tese, afirmou o doutor.

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