XIV REAF: políticas para agricultura familiar ajudam a superar pobreza

Agronegócio

XIV REAF: políticas para agricultura familiar ajudam a superar pobreza

Os programas voltados para a agricultura familiar no Brasil devem colaborar para o país superar a pobreza até 2014
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Os programas voltados para a agricultura familiar no Brasil devem colaborar para o país superar a pobreza até 2014. A avaliação foi feita pelo secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Adoniran Sanches Peraci, que participa do Diálogo Político entre Países de Renda Média, que ocorre em Brasília, como parte da XIV Reunião Especializada Sobre Agricultura Familiar do Mercosul (REAF).

“Daqui a quatro anos, queremos fazer uma avaliação muito positiva deste problema. Ele existe, mas também temos instrumentos para sua superação”, disse Peraci. Segundo ele, o Pronaf, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Nacional de Biodiesel são alguns dos exemplos de políticas que estão ajudando o Brasil a superar a pobreza.

O Diálogo Político entre Países de Renda Média reúne representantes da China, Índia e África do Sul, além do Brasil. O encontro, promovido pelo governo federal e pelo Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida), agência da Organização das Nações Unidas, teve início nesta quarta-feira (17-11) e encerra na quinta (18-11), no Centro de Convenções Brasil XXI, em Brasília.

Peraci também lembrou que o programa Mais Alimentos ajudou a manter empregos na indústria de tratores e máquinas agrícolas durante a crise econômica mundial de 2007 e 2008.

O professor Carlos Mielitz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que também participa do Diálogo, apresentou dados revelados pelo Censo da Agricultura Familiar, que mostram que a agricultura familiar é responsável por 78,8% dos empregos gerados na agricultura brasileira. “Os estabelecimentos da agricultura familiar empregam 15,4 pessoas a cada 100 hectares, enquanto que os estabelecimentos não familiares empregam 1,7 pessoa na mesma área”, comparou Mielitz.

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