Expedição quer mapear gado confinado
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Imagem: Pixabay
LEVANTAMENTO

Expedição quer mapear gado confinado

A expectativa é visitar 1 milhão de bovinos, cerca de 20 % do gado total confinado no país
Por: -Eliza Maliszewski


Teve início nesta segunda-feira (28) mais uma expedição do Confina Brasil. A expedição coordenada pela Scot Consultoria, especializada em dados do agronegócio, vai percorrer as cinco regiões do Brasil para mapear os animais criados em confinamento.

A expectativa é visitar 1 milhão de bovinos, cerca de 20 % do gado total confinado no país. O projeto começou em março com visitas por quase todo o interior paulista e deu uma parada em função da pandemia, com o levantamento sendo feito de forma virtual com conteúdos informativos focando o uso de tecnologias, realizando bate-papos, enquetes e entrevistas com profissionais do setor. Na retomada a equipe realizará as últimas medições em SP, ate 9 de outubro,  antes de partir para Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais.

“Resolvemos dividir a equipe, um veículo fará uma rota fixa e o outro carro passará por alguns pontos aleatórios de coletas. Os demais membros continuarão remotamente dando suporte”, diz o diretor de marketing Marco Túlio Habib Silva.

Os profissionais seguirão todas as regras de saúde e distanciamento e farão testes para a Covid-19. O objetivo central da iniciativa é levantar informações mais precisas sobre a pecuária intensiva, avaliando os dados de confinamentos e semiconfinamentos, relacionados a todos os processos de produção envolvidos na atividade. São eles: gestão, manejo, sanidade, nutrição, logística, produção de alimentos, sustentabilidade e automação.

A ideia é aproveitar a rota para também levar ao grande público o importante trabalho que os pecuaristas fazem em suas fazendas, sendo eles cada vez mais eficientes, sustentáveis, tecnificados e preocupados com bem-estar dos animais. “O Brasil é muito grande e gostaríamos de entender cada realidade nestes cinco estados que vamos visitar. Assim, saberemos de fato a diferença entre o pequeno, o médio e o grande confinamento com uma imagem mais fiel da atividade no País”, aponta o diretor.

*com informações da imprensa
 


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