Orangel CI

Geral
Nome Técnico:
Beauveria bassiana, isolado ESALQ 1432
Registro MAPA:
1724
Empresa Registrante:
Bionat
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Beauveria bassiana Cepa ESALQ 1432 (5 x 10¹⁰ conídios viáveis/g p. c.)
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó dispersível em Óleo (OP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) veja aqui veja aqui
Diaphorina citri (Psilideo) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 500 G
Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1,0 KG

INSTRUÇÕES DE USO:

ORANGEL (Beauveria bassiana isolado ESALQ 1432) é um inseticida microbiológico de contato, indicado para aplicação via pulverização ou atomização para o controle do psilídeo dos citros (Diaphorina citri) e ácaro da leprose (Brevipalpus phoenicis) na cultura dos citros. O produto apresenta eficiência agronômica comprovada na cultura dos citros e pode ser utilizado em qualquer outra cultura com ocorrência do alvo biológico.

MODO DE APLICAÇÃO: - Antes de realizar o preparo da calda de pulverização certificar-se da limpeza do pulverizador. Caso apresente resíduos de produtos de aplicações anteriores (principalmente fungicida e bactericidas) é de fundamental importância a limpeza do equipamento, pois pode afetar o desempenho do produto.
-No tratamento não é recomendado a mistura do produto biológico com fungicidas químicos ou outros produtos incompatíveis;
- Calibrar a pressão e vazão do pulverizador de forma a ajustar o volume de calda.
- Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda de pulverização.
- Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal, tratorizado ou aérea.
- Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura das plantas. Utilizar o tamanho de gota fina (Bico tipo cone ou leque).
- Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27 °C ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70 % ou com alta intensidade de radiação ultravioleta (UV).
- A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
- É recomendada a utilização de adjuvante oleoso compatível (ADBio Fungi). O produto ORANGEL é misturado no produto ADBio Fungi (sem a presença de água). Após ter a completa homogeneização do produto ORANGEL no ADbio Fungi, pode-se adicionar a água. Em seguida o conteúdo da pré-mistura é transferido para o tanque do pulverizador contendo água para a pulverização.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para a reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado de pragas (MIP), provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. O MIP envolvendo os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle microbiano, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de insetos a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do ORANGEL ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ORANGEL como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de ORANGEL podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração do praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ORANGEL ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle químico, etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em pragas devem ser encaminhados para o Irac-BR (www.irac-br.org/), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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