Viriato
| Geral | ||
|---|---|---|
|
Nome Técnico:
Hexitiazoxi
Registro MAPA:
12220
Empresa Registrante:
Ascenza |
||
| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Hexitiazoxi | 500 g/kg | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
|
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) | veja aqui | |||
| Coco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Eriophyes mangiferae (Ácaro da mal formação das gemas) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,015 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,030 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,060 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,240 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,300 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,480 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,600 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 1 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 1,2 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 1,5 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 2 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 5 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 10 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 20 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 25 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,015 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,030 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,045 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,060 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,075 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,090 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 0,120 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,015 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,030 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,060 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,240 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,300 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,480 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,600 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 1 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 1,2 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 1,5 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 2 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 5 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 10 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 20 KG |
| Não Lavável | Saco | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 25 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,240 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,300 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,480 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 0,600 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 1 KG |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 1,2 KG |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Sólido | 5 KG |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Sólido | 10 KG |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Sólido | 20 KG |
| Não Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Sólido | 30 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,015 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,030 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,060 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,240 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,300 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,480 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 0,600 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 1 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 1,2 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 1,5 KG |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 2 KG |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 5 KG |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 10 KG |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 20 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 30 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 40 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 50 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 70 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 100 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 200 KG |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 220 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 5 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 10 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 20 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 30 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 40 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 50 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 70 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 100 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 200 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 220 KG |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Sólido | 19,8 KG |
| Não Lavável | Tambor | Fibra celulósica | Flexível | Sólido | 19,8 KG |
INSTRUÇÃO DE USO:
VIRIATO é um acaricida específico que apresenta ação sobre ovos, larvas e ninfas, possuindo efeito esterilizante sobre novas ovoposições de fêmeas adultas. O controle ocorre pelo seu contato direto com o produto pulverizado, ou pelo contato com s superfícies tratadas das plantas.
VIRIATO possui ação translaminar, não apresentando ação sistêmica.
Observações:
- Devido à sua ação ovicida/larvicida/ninficida, o efeito de redução na população de ácaros adultos é observado 20 a 30 dias após a aplicação de VIRIATO.
- Só reaplicar o produto com intervalo mínimo de 12 meses na mesma área.
- No caso de re-infestação de adultos aplicar um produto com ação sobre adultos seguindo as instruções do seu respectivo rótulo.
- VIRIATO tem ação sobre os ovos e ninfas, esterilizando também as fêmeas adultas.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Equipamentos de aplicação:
- atomizador costal ou tratorizado, ou
- pistola de aplicação.
Parâmetros da aplicação:
- Pressão de 200 a 250 Lbs/pol².
- Tipos de bico: cônico em pistola ou cônico com difusor nos atomizadores.
Volume de aplicação:
Aplicar um volume necessário para uma cobertura completa de todas as partes da planta.
Aplicar até o ponto do escorrimento.
Preparo da calda:
Adicionar a quantidade recomendada de VIRIATO no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa e completar o volume, mantendo a calda sob continua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Limpeza/lavagem do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pela mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo nº 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação estadual ou municipal.
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: nas doses recomendadas o produto não causa fitotoxicidade à cultura indicada.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência aos acaricidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex. cultural, biológico, etc.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
GRUPO 10A ACARICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O acaricida pertence ao Grupo 10A (Tiazolidinacarboxamida) e o uso repetido deste acaricida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a acaricidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 10A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico deste produto, o período total de exposição (número de dias) a acaricidas do grupo químico dos Tiazolidinacarboxamida não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 10A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento e etc., sempre que disponível e apropriado.
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de acaricidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).