Cultivar de algodão com bom desempenho em anos de El Niño
Produtividade, estabilidade e qualidade de fibra
Foto: Canva
Uma nova cultivar de algodão orientada para produtividade, estabilidade e qualidade de fibra, será uma das novidades apresentadas pela girassol Agrícola - empresa líder na multiplicação de sementes de algodão - no Congresso Brasileiro de algodão, que acontece de 22 a 24 de setembro em Belo Horizonte (MG).
A cultivar GA 912 chega ao mercado para atender às demandas de um setor cada vez mais competitivo, entregando uma fibra com qualidade premium e proporcionando a melhor remuneração. Entre os destaques da nova cultivar está o elevado peso médio dos capulhos, de 5,6 gramas, aliado a um rendimento de fibra de 41,8%, combinação que resulta em maior potencial produtivo e excelente aproveitamento industrial.
Com melhor desempenho na região oeste de Mato Grosso e da Bahia, a cultivar teve ótima estabilidade produtiva em anos sob influência de El Niño, com veranicos de 30 a 40 dias, por conta do tamanho da semente e a capacidade de formar mais raízes.
“A GA 912 é resultado de um trabalho que começa muitos anos antes do lançamento. Enquanto apresentamos novas soluções ao mercado, seguimos construindo as próximas gerações de cultivares. Somente nos últimos meses, avaliamos mais de 18 materiais codificados, ainda em fase de desenvolvimento, em diferentes ambientes produtivos, buscando identificar aqueles que melhor respondam às necessidades da cotonicultura moderna, com ciclos precoce e médio-precoce, novas biotecnologias e resistências, alta produtividade e excelente qualidade de fibra”, explica Jhonathan Costa, Diretor Comercial da Girassol Agrícola.
A Girassol Agrícola ainda levará ao Congresso, por meio do Clube Nossa Fibra Veste o Mundo, 17 produtores de algodão, que juntos representam aproximadamente 175 mil hectares cultivados. O grupo reúne cotonicultores de diferentes regiões de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia, fortalecendo um ambiente exclusivo de relacionamento, atualização técnica, troca de experiências e construção conjunta do futuro da cotonicultura brasileira.