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Os negócios no mercado do boi gordo em São Paulo seguem sem força, segundo análise divulgada nesta terça-feira (5) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria.
De acordo com o relatório, “com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estavam sem força”. O levantamento aponta que parte da indústria frigorífica não atuava ativamente nas compras, enquanto as que permaneciam no mercado mantiveram as ordens inalteradas em relação ao dia anterior.
As escalas de abate estavam, em média, para 10 dias. Ainda segundo a análise, “as cotações vigentes não agradavam à ponta vendedora”, e o comportamento do mercado nos próximos dias dependeria do volume de negócios e da retomada das vendas de carne no mercado interno.
No Pará, a oferta maior contribuiu para o avanço das negociações e das escalas, que passaram a atender, em média, entre nove e 11 dias. Nesse cenário, houve recuo nas cotações nas principais praças pecuárias do estado.
Na região de Marabá, “a cotação do boi gordo e a da novilha caiu R$3,00/@”, enquanto a vaca permaneceu estável. Já em Redenção, “a cotação da vaca caiu R$3,00/@”, com estabilidade para boi gordo e novilha, além de manutenção no preço do “boi China”.
Em Paragominas, o levantamento indica que “a cotação do boi gordo e do ‘boi China’ caiu R$2,00/@, e a da vaca e a da novilha não mudou”.
No Espírito Santo, o mercado apresentou estabilidade, com manutenção das cotações. As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.