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Nova safra de mandioca apresenta mudanças no cultivo

Produtores adotam novas variedades de mandioca


Foto: Canva

No Rio Grande do Sul, as lavouras de mandioca avançam para fases decisivas do ciclo produtivo, com início da colheita em algumas regiões.

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23), na região administrativa de Santa Maria, a maior parte das áreas está em fase de enchimento das raízes tuberosas e maturação, etapa que define o rendimento final da cultura. Em algumas propriedades, a colheita e a comercialização já começaram, com produção direcionada principalmente a mercados locais e feiras. De acordo com o relatório, “a produção tem sido destinada principalmente a mercados locais e feiras, contribuindo para a geração de renda aos produtores”.

No aspecto fitossanitário, há registros de antracnose, doença que afeta a parte aérea das plantas. Conforme a Emater/RS-Ascar, “há registros de incidência de antracnose, doença que afeta predominantemente a parte aérea das plantas”.

Na região de Soledade, a cultura está em início de colheita, embora parte das áreas ainda não tenha atingido o ponto ideal. O desenvolvimento das raízes apresenta atraso em relação ao esperado. Tradicionalmente, a variedade Vassourinha é a mais cultivada, mas nesta safra houve mudança no perfil de plantio.

Segundo o levantamento, “a escassez de mudas levou os produtores à adoção de outras variedades”. Em Mato Leitão, essas novas cultivares vêm sendo bem aceitas pelos consumidores, indicando adaptação ao mercado.

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