Fenasul Expoleite 2026 supera número de animais inscritos
Feira amplia diversidade de espécies
Foto: Pixabay
A Fenasul Expoleite 2026 deve reunir 1.453 animais no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, entre os dias 13 e 17 de maio. O número representa aumento de 4,76% em relação à edição de 2025, quando participaram 1.387 exemplares.
A programação inclui bovinos leiteiros, bubalinos, equinos, coelhos, chinchilas, pássaros, caprinos e ovinos. Pela primeira vez, a feira contará com a presença de ovinos em maior escala, com 483 exemplares, impulsionados pela realização da Fenovinos dentro do evento. Segundo o zootecnista da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e comissário-geral da feira, Pablo Charão, a novidade amplia o alcance da programação. “A realização da Feira Nacional dos Ovinos (Fenovinos) este ano, dentro da Fenasul Expoleite, é a grande novidade que engrandece o evento”, afirma. “Ela ocorre anualmente em um município diferente e, desta vez, está em Esteio.”
De acordo com o comissário, a feira terá 310 exemplares de gado leiteiro, além de 10 bubalinos e 235 equinos. Entre os cavalos, as raças Árabe e Mangalarga participarão de provas, enquanto os Crioulos terão uma etapa classificatória para a próxima Expointer. “Essas atividades são importantes para o segmento e atraem bastante público”, destaca Pablo Charão.
O evento também contará com 335 coelhos, 45 caprinos, 10 chinchilas e 25 pássaros de exposição. Segundo o comissário, as raças leiteiras tradicionais seguem como destaque. “Sem falar nos já tradicionais, como o gado Holandês e o Jersey, ambos com competições nacionais dentro da Fenasul, e a parceria dos criadores de Girolando e Gir leiteiro, que também aumentaram o número de animais em relação ao ano passado”, pontua.
Durante a programação, a Associação dos Caprinocultores do Rio Grande do Sul vai promover um curso voltado a produtores e interessados previamente inscritos. “Conforme a Caprisul, há pelo menos 30 anos não é realizado um curso de inseminação artificial em caprinos no Rio Grande do Sul”, afirma Pablo Charão.