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Carinata floresce e avança para enchimento de grãos

Carinata mantém bom desenvolvimento apesar da alta umidade


Foto: Pixabay

A carinata avança pelos estádios reprodutivos no Rio Grande do Sul, com predominância de áreas em florescimento e enchimento de grãos. Segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (20), as lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório e, até o momento, não registram problemas fitossanitários expressivos.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, cerca de 10% das áreas de carinata estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto 50% encontram-se em florescimento e 40% em enchimento de grãos. Segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar, a evolução fenológica da cultura acompanha o comportamento observado em outras brássicas de inverno. A maior parte das lavouras está concentrada nas fases reprodutivas, com desenvolvimento considerado satisfatório.

Na região de Frederico Westphalen, o avanço das plantas para o florescimento e o enchimento de grãos ocorre sem registro, até o momento, de problemas fitossanitários significativos. A condição das lavouras permanece considerada favorável, apesar da elevada umidade observada no período. O cenário exigiu maior atenção dos produtores à evolução das estruturas reprodutivas. Segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar, a umidade elevada ainda não provocou alteração significativa no potencial produtivo da cultura.

A concentração da carinata nos estádios de florescimento e enchimento de grãos indica avanço do ciclo produtivo no Estado. Na região administrativa de Santa Rosa, os cultivos apresentam comportamento fenológico semelhante ao observado na canola, com predominância de áreas na fase reprodutiva e avanço para o enchimento de grãos. O desenvolvimento segue dentro do padrão esperado para as brássicas de inverno, sem ocorrências expressivas de problemas fitossanitários relatadas no período.

Embora as condições das lavouras permaneçam satisfatórias, a elevada umidade exige acompanhamento durante a fase reprodutiva. Segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar, os produtores devem observar a evolução das estruturas reprodutivas, especialmente diante das condições meteorológicas registradas no período. Até o momento, porém, não houve impacto significativo sobre o potencial produtivo da carinata nas regiões acompanhadas.

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