Bula Cotésia Biocana - Braz e Costa
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Bula Cotésia Biocana

Cotesia flavipes
13911
Braz e Costa

Composição

Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 750 Vespas/copo
Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 1000 Vespas/copo
Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 1500 Vespas/copo

Classificação

Terrestre
Agente Biológico de Controle
Não determinada devido à natureza do produto (inimigo natural).
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Insetos vivos
Vespa endoparasitóide

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)

Conteúdo: 750, 1000 e 1500 pupas/copo.

INSTRUÇÕES DE USO

COTESIA BIOCANA (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação)
Época: Recomenda-se liberar o parasitoide toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/ha. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: A aplicação poderá ser repetida 15 dias após, quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/ha.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós-emergência). Para a liberação dos parasitoides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Sem restrições.

LIMITAÇÕES DE USO

Sem restrições.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.