Dermaouro CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
8326
Empresa Registrante:
Valeouro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum isolado IB19/17 150 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 1200 KG
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 1000 KG
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 2000 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica revestida com plástico Rígida Sólido 1000 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica revestida com plástico Rígida Sólido 1200 KG
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 KG

INSTRUÇÕES DE USO

DERMAOURO (Trichoderma harzianum, isolado IB19/17) é um fungicida microbiológico, com eficácia comprovada para o controle de mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum).

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO

Dose de aplicação de 2 x 1012 conídios viáveis por hectare, utilizando 200 litros de calda por hectare, quando pertinente. Na cultura da soja realizar a primeira aplicação no estádio V3 (segundo trifólio aberto) e a segunda aplicação no estádio R1 (início do florescimento). Na cultura do feijão realizar a aplicação no estádio V3 (primeira folha trifoliada aberta) e a segunda aplicação no estádio R5 (pré-florescimento). As aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao fim da tarde e em dias nublados.


MODO DE PREPARO DA CALDA

- Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo.
- Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o volume de calda calculado para a aplicação.
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação. Sob agitação constante e lenta, adicionar a dose recomendada do produto aos poucos, até formar uma calda homogênea.
- Completar o tanque com o restante do volume total de água.
- Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação


APLICAÇÃO TERRESTRE

- Realizado através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. O pulverizador tratorizado deve proporcionar agitação constante da calda durante a aplicação para evitar decantação do produto.


APLICAÇÃO AÉREA

Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS DURANTE A PULVERIZAÇÃO

- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Temperatura abaixo de 30°C
- Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h


LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso.
Logo após a pulverização, realizar a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.


LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do DERMAOURO e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do DERMAOURO;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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