Ecotetran
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Beauveria bassiana, isolado IBCB 66; Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Registro MAPA:
19821
Empresa Registrante:
Vital Brasil |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Beauveria bassiana Isolado IBCB 66 (4 x 10³ UFC/ml p. c.) | 50 g/L | |
| Metarhizium anisopliae Cepa IBCB 425 (4 x 10³ UFC/ml p. c.) | 50 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Drone, Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | |||
| Euschistus heros (Percevejo marrom) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Bag-in-box | Fibra celulósica com saco plástico interno | Flexível Composto | Líquido | 5 L |
| Não Lavável | Bag-in-box | Fibra celulósica com saco plástico interno | Flexível Composto | Líquido | 10 L |
| Não Lavável | Bag-in-box | Fibra celulósica com saco plástico interno | Flexível Composto | Líquido | 15 L |
| Não Lavável | Bag-in-box | Fibra celulósica com saco plástico interno | Flexível Composto | Líquido | 20 L |
| Não Lavável | Bag-in-box | Fibra celulósica com saco plástico interno | Flexível Composto | Líquido | 25 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 30 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 15 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 25 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 30 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 35 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 40 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 45 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 55 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 60 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1200 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,5 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1,5 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 2 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 60 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 70 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 80 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 90 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 120 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 220 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
ECOTETRAN é um inseticida microbiológico indicado para o controle das pragas Deois flavopicta (Cigarrinha-das-pastagens; Cigarrinha-doscapinzais) e Euschistus heros (Percevejo marrom).
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Deois flavopicta: Monitorar a presença de ninfas na pastagem, após as primeiras chuvas. Iniciar a aplicação após a detecção da praga (espumas com ninfas na base das touceiras). Realizar uma única aplicação foliar com volume de calda de 200 litros por hectare.
- Euschistus heros: Realizar 2 aplicações, em intervalo de 7 dias, usando volume de calda de 200 litros por hectare. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento, e pulverizar (via aplicação foliar) quando forem encontrados quatro percevejos maiores que cinco milímetros por batida de pano, na produção de grãos, ou dois percevejos maiores que cinco= milímetros por batida de pano na produção de sementes.
MODO DE APLICAÇÃO:
Diluir a dose recomendada de ECOTETRAN em água. A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do ingrediente ativo. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura e evitar a deriva.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições a exposição dos conídios do fungo à radiação UV do sol é menor. Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora), nas horas mais quentes do dia (temperatura acima de 27ºC) e umidade relativa do ar abaixo de 50%.
Para culturas anuais é possível utilizar aeronaves / drones agrícola podendo adotar pontas de pulverização ou atomizadores rotativos com pressão de trabalho, altura de voo, velocidade de deslocamento da aeronave / drone e volume de calda conforme recomendação técnica para garantir um espectro de gotas considerada fina (105 a 235 micrômetros) para proporcionar uma boa cobertura nas plantas (maior que 60 gotas/cm²).
ECOTETRAN deve ser aplicado na forma líquida por meio de pulverizadores de barra (tratorizados) e costal (manual ou motorizado) para aplicações terrestres, e através de aeronaves agrícolas equipadas com barra de pulverização para aplicações aéreas.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
Limpar muito bem o tanque/bicos de pulverização para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos, que possam danificar o ingrediente ativo biológico.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido deste ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).