Esifon CI

Geral
Nome Técnico:
Etefom
Registro MAPA:
10526
Empresa Registrante:
Rainbow Defensivos
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Etefom 480 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Regulador de crescimento
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Regulador de crescimento
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Algodão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) veja aqui
Cana-de-açúcar Recomendação Dosagem Produtos Similares
Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 / 10 / 20 L
Não Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600/ 1.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

ESIFON é uma formulação própria para uso em algodão que antecipa e uniformiza a maturação e também em cana-deaçúcar para induzir o perfilhamento em cana-soca e também acelerar a maturação da cana-de-açúcar e inibir o florescimento, permitindo o adequado manejo da cana-de-açúcar na colheita.

MODO DE APLICAÇÃO:

Para as Culturas do Algodão e Cana-de-açúcar:
ESIFON deve ser aplicado com aparelhos normais de pulverização, conforme as seguintes recomendações:
- A vazão indicada para aplicação terrestre é de 200 a 500 litros de calda por hectare em algodão e de 150 a 200 litros de calda por hectare em cana-de-açúcar. Usar conjunto de barras e bico jato cônico vazio a combinação de ponta e difusor (core) adequado a uma cobertura uniforme da cultura sem escorrimento do produto. A barra deverá estar posicionada à altura de 50 cm em relação ao alvo de deposição. A pressão de trabalho deverá ser entre 80 - 100 psi.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas
Para aplicação aérea: a vazão recomendada é de 30 litros por hectare. Usar conjunto de barras e bicos com pontas de pulverização de jato cônico vazio.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
REALIZAR A APLICAÇÃO IMEDIATAMENTE APÓS O PREPARO DA CALDA.
NUNCA PREPARAR A CALDA E APLICAR NO DIA SEGUINTE, ALTO RISCO DE CORROSÃO E PROVOCAR DANOS AO EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Aplicação aérea
• Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos;
• Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45;
• Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/há;
• Ângulo dos bicos em relação a direção de vôo: 135°;
• Altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo;
• Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura;
• Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 27°C;
• Umidade relativa do ar acima de 55%;
• Velocidade média do vento inferior a 10km/h.
- Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo e têm deriva maior concorrendo para uma poluição ambiental, enquanto que gotas grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
Diâmetro de gota
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de Vento, Temperatura, Umidade e lnversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
• Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando as necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior em vez de aumentar a pressão.
• Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Aplicação aérea
• Número de bicos: menor número de bicos com a maior vazão possível, que proporcione uma cobertura uniforme.
• Orientação dos bicos: direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
• Tipo de bico: de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
• Comprimento da barra: não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
• Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra
• Regular a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme. Reduz-se assim a exposição das gotas a evaporação e aos ventos.
Ventos
• O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
• Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Temperatura e umidade
• Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores, reduzindo o efeito da evaporação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Não aplicar o ESIFON quando a temperatura estiver abaixo de 22°C.
Cana-de-açúcar: Aplicar em plantas que não apresentem "stress" por uma estiagem prolongada e não apresentem ataque de broca.
Fitotoxicidade: O produto quando aplicado nas culturas e dose remendadas não provoca fitotoxicidade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

• Qualquer agente de controle de plantas infestantes pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se as plantas alvo desenvolverem algum mecanismo de resistência.
• Qualquer produto para controle de plantas infestantes da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas.
• Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de plantas infestantes.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, mecânico, etc.) dentro do programa de Manejo de plantas Infestantes quando disponível e apropriado.

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