Bula Esplanade Optima

acessos
Indaziflam + Iodossulfurom-metílico-sódico
39117
Bayer

Composição

Indaziflam 200 g/kg Alquilazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Picão preto
(Bidens pilosa)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas
Picão preto
(Bidens pilosa)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência e pósemergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo de calda:

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ESPLANADE® OPTIMA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do ESPLANADE® OPTIMA em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do ESPLANADE® OPTIMA em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua
preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.

Equipamento de aplicação:

Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):

Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.

Jato Dirigido:

Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao solo, na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura do solo. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO.

- Após utilizar o herbicida ESPLANADE®, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue com água o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto.
- Após este procedimento, realizar novamente a limpeza de todo o sistema (tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos) fazendo com que uma solução de água e produto à base de surfactante (detergente) circule neste sistema durante 15 minutos.
- Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada.
- Estando o sistema do equipamento drenando, enxágue novamente com água limpa todo o sistema.
- Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se que não restaram resíduos
do produto.
- O uso de pulverizadores com resíduos de ESPLANADE® poderão causar danos em outras culturas.
- Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo a nascentes e outros corpos de água como lagos e rios.
- Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Condições climáticas para pulverização:

Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
superior a 10°C e inferior a 30 °C maior que 60% entre 3 e 10km/h

Recomendações gerais para evitar deriva:

- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental;
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente;
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura);
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.

Diâmetro das gotas:

- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa;
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:

- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas.
Pontas com vazão maior produzem gotas maiores;
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão;
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva;
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.

Ventos:
- A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for superior a 10°C e inferior a 30 °C e quando a umidade relativa do ar
for superior à 60%;
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

- ESPLANADE® OPTIMA não provoca efeitos negativos quando utilizado de acordo com as instruções de uso.
- Como se trata de um herbicida para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, os melhores resultados são obtidos quando o solo se encontra em condições favoráveis de germinação das sementes das invasoras, aproveitando-se ao máximo o potencial de eficiência do produto.
- Não aplicar em solos secos ou em solos que apresentem drenagem excessiva.
- Não aplicar em solos com drenagem prejudicada e/ou encharcados.
- Deve-se evitar a aplicação de ESPLANADE® OPTIMA, em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento superficial da água.
- Em eucalipto e pinus, o produto deve ser aplicado somente na entrelinha, pois poderá causar fitotoxicidade às mudas se aplicado na linha de plantio.
- Não aplicar ESPLANADE® OPTIMA em áreas florestais de pinus e eucalipto, estabelecidas em solos de textura arenosa e/ou areia franca com teor de matéria orgânica abaixo de 1 %.
- Não aplicar ESPLANADE® OPTIMA em solos rasos e/ou pedregosos que apresentem impedimento para o desenvolvimento pleno do sistema radicular, impedindo o estabelecimento das plantas e que comprometam o desenvolvimento das mesmas.
Aplicar em solo que apresenta boas condições para um bom desenvolvimento das raízes em profundidade, no qual foi realizada calagem e/ou a gessagem.
- Na cultura do pinus e eucalipto, somente realizar as aplicações em jato dirigido nas entrelinhas a 50 cm de distância da linha de plantio, o herbicida não pode atingir as folhas e raízes expostas. Evitar aplicar sobre o solo que foi revolvido pelas operações de subsolagem.
- Se houver necessidade de replantio de mudas, evitar utilizar solo das entrelinhas para preenchimento de covas de muda.
- Tomar todas as precauções para evitar a deriva durante a aplicação.
- Não aplicar ESPLANADE® OPTIMA próximo as nascentes de água, lagos, riachos e rios, mantendo as aplicações a uma distância que não permita que a água de escoamento superficial venha a atingir os corpos de água.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

??Produto para uso exclusivamente agrícola.
??Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
??Não manuseie o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
??Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
??Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
??Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
??Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
??Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

??Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
??Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
??Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

??Produto moderadamente irritante para os olhos
??Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
??Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
??Conforme modo de aplicação, evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
??Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

??Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
??Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize botas.
??Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
??Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar a contaminação.
??Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
??Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
??Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e
avental impermeável.
??Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
??Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
??Não reutilizar embalagens vazias.
??No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidro-repelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

Primeiros Socorros: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário
agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente por menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR INDAZIFLAM E IODOSULFURON

INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico Indaziflam: Alquilazinas
Iodossulfurom metílico sódico: Sulfoniluréia
Classe toxicológica Classe I
Vias de exposição Dérmica e inalatória
Toxicocinética Indaziflam: Após a exposição por via oral em ratos, o indaziflam foi rapidamente absorvido
atingindo concentrações sanguíneas máximas 40-60 minutos após a administração. As fêmeas
apresentaram uma absorção ligeiramente maior que os machos. Aprox. 87% da dose
administrada foi excretada nas primeiras 24h, principalmente pelas fezes em machos e
igualmente distribuída entre urina e fezes nas fêmeas. Mostrou baixo potencial de acumulação no
organismo, escasos resíduos se observaram no tracto gastrointestinal, fígado e pele.. A
biotransformação do indaziflam foi rápida e completa, ocorrendo principalmente por via oxidativa.
O principal metabólito formado é o AE1170437- acido carboxilico, achado tanto na urina como
nas fezes.
Iodosulfurom-Metílico: Após a exposição por via oral em ratos, o iodosulfurom-metílico foi bem
absorvido e rapidamente excretado. A principal via de excreção foi a renal. A excreção foi rápida
e complete. Não foi observada diferença entre os sexos. 72 horas após a administração, a
radioatividade toral nos órgãos e tecidos era baixa, com maiores níveis detectados em sangue e
plasma. A razão entre a radioatividade detectada nos tecidos e no sangue foi inferior a e,
portanto, não há indicação de acúmulo.
Mecanismos de
toxicidade
Indaziflam: O mecanismo de toxicidade ainda não foi elucidado.
Iodosulfurom-Metílico: O mecanismo de toxicidade ainda não foi elucidado.
Sintomas e sinais
clínicos
Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Tratamento Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Não há antídoto
específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em
abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de vida e procurar contornálo.
Deverão ser mantidas as condições respiratórias do paciente através da permeabilidade das
vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a
realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca a utilização de
ventilação assistida a nível hospitalar.
As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O
paciente deve ser mantido, com os membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização
hospitalar de vasopressores, se necessário.
Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas, mantê-lo
com vias aéreas permeáveis, a administração de medicamentos anticonvulsivantes por via
endovenosa deve ser indicação do médico.
O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o
vômito. Poderá ser realizado através de lavagem gástrica até uma hora após a exposição e
dependendo da severidade do quadro clinico, na maioria dos casos a lavagem gástrica não é
necessária. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais
diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do
produto ainda presente no trato digestivo.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através de medidas o que
resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses
deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios acidobásicos.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química,
porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide quadro de informações médicas.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS
DL50 Oral > 5000 mg/kg de peso corpóreo
DL50 Démica > 2000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 Inalatória > 1,05 mg/L/4h
Irritação dérmica: não irritante à pele
Irritação ocular: moderadamente irritante
Sensibilização cutânea: não sensibilizante

EFEITOS CRÔNICOS
Indaziflam: Os efeitos crônicos foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos e camundongos apresentaram uma
redução no consumo de alimento e diminuição no peso corpóreo. Adicionalmente, no estudo realizado em camundongos,
foram observados efeitos nos rins e fígado. Os órgãos alvo comuns para ratos e cães foram fígado, tireóide e sistema nervoso.
Sinais clínicos de neurotoxicidade foram observados nas duas espécies, porém, as alterações histopatológicas no sistema
nervoso central e periférico foram observadas apenas em cães. Não houve indícios de alterações neurocomportamentais ou
neuropatológicas no estudo de neurotoxicidade para o desenvolvimento conduzido em ratos. Não foram observados tumores
relacionados ao tratamento em ratos e camundongos. O indaziflam não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in
vivo.
O Indaziflam não mostrou evidências de teratogencidade em ratos ou coelhos O estudo da reprodução em duas gerações em
ratos mostrou diminuição no peso corpóreo dos filhotes em presença de toxicidade materna com conseqüente atraso na
maturidade sexual em machos e fêmeas.
Iodosulfurom-Metílico: Os efeitos crônicos foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos apresentaram uma
redução no consumo de alimento e diminuição no peso corpóreo. No estudo realizado em camundongos, foram observados
efeitos em fígado. Em cães e ratos foi observada hematotoxicidade. Não foram observados tumores relacionados ao
tratamento em ratos e camundongos. O ingrediente ativo não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in vivo.
Também não mostrou evidências de potencial teratogênico em ratos ou coelhos ou de toxicidade para a reprodução em ratos.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente,
águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 -1 (Parte 1: Armazenamento em
armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;
demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas;
Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A, pelo telefone de Emergência 0800-0243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara
com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água.
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, C02 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual
- recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1A do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

- Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de
pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água
para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada
a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado
e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contam inação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da
população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um
consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas
recomendações:
· Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo L (Alquilazinas) e Grupo B (Sulfonilureia) para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
· Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
· Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
· Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
· Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).