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Geral
Nome Técnico:
Beauveria bassiana, isolado Simbi BB 15
Registro MAPA:
30320
Empresa Registrante:
Simbiose
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Beauveria bassiana Isolado Simbi BB 15 (2 x 10⁹ UFC/mL p. c.) 47,5 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Dispersão de óleo (OD)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

MODO DE APLICAÇÃO:

Dalbulus maidis (cigarrinha do milho) e Bemisia tabaci (mosca-branca):
Preparo da calda: Agitar vigorosamente o frasco antes da utilização do produto. Realizar pré- mistura do produto com três vezes o volume de água. Após colocar a pré-mistura no tanque de pulverização e completar com água até o volume de calda desejado, sempre sob agitação. Utilizar 200 L litros de calda por hectare. A calda deve ficar em constante e vigorosa agitação durante toda a aplicação do produto.

Euschistus heros (Percevejo-marrom) e Dichelops melacanthus (Diceraeus melacanthus) (Percevejo barriga-verde) Frankliniella schultzei (Tripes) Anthonomus grandis (Bicudo-do-algodoeiro) Tetranychus urticae (ácaro-rajado):
Preparo da calda: Agitar vigorosamente o frasco antes da utilização do produto. Realizar pré- mistura do produto com três vezes o volume de água. Após colocar a pré-mistura no tanque de pulverização e completar com água até o volume de calda desejado, sempre sob agitação. Utilizar 150 L litros de calda por hectare. A calda deve ficar em constante e vigorosa agitação durante toda a aplicação do produto.

Hypothenemus hampei (Broca do café):
Preparo da calda: Agitar vigorosamente o frasco antes da utilização do produto: Realizar a pré-mistura do produto com três vezes o volume de água. Após colocar a pré-mistura no tanque de pulverização e completar com água até o volume de calda desejado, sempre sob agitação. Utilizar 400 L litros de calda por hectare. A calda deve ficar em constante e vigorosa agitação durante a aplicação do produto.
Modo e equipamentos de aplicação: O produto deve ser aplicado diretamente sobre a praga alvo, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado).
Recomendações de uso:
-Realizar a limpeza do pulverizador após utilização.
-Iniciar a aplicação logo após o preparo da calda.
-Preparar somente o volume de calda a ser usado no dia.
-Não deixar o produto parado no tanque por mais de 2 horas.
-Sempre que deixar o produto parado no tanque fazer vigorosa agitação antes de voltar a utilizar.
-É recomendado que o produto seja aplicado em solo com ótima umidade e temperatura adequada para implantação da cultura.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:

-Não é recomendada a aplicação conjunta do produto com fungicidas químicos ou biológicos.
-Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 70%.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
-Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
-Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

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