Bula Fujimite 50 SC

CI
Fenpiroximato
4093
Nichino

Composição

Fenpiroximato 50 g/L

Classificação

Terrestre
Acaricida, Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora branca

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora negra

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Castanha-do-Pará

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaporthe citri (Podridão penducular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Dendê

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira ) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Macadâmia

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mirtilo

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinhão-manso

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pitanga

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seriguela

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Bombona PEAD (polietileno de açta densidade)/Plástico
2,0;2,5;3,0;4,0;5,0;8,0;10;15;20;25;50 L

Frasco PEAD (polietileno de alta densidade)/Plástico
0,1;0,15;0,2;0,25;0,5;1,0;1,5 L

Frasco COEX/PET
1,0;2,0;4,0;5,0 L

MODO DE APLICAÇÃO

FUJIMITE 50 SC, é diluído em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando-se equipamento costal manual, ou motorizado (atomizador), bem como através de tração tratorizada, pulverizadores munidos com barra ou pistola.
Preparo da calda: coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 da sua capacidade. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de FUJIMITE 50 SC e complete o volume do tanque com água.
A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Aplicação / Equipamentos:
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Tipos de pontas: por se tratar de um produto de contato é recomendável utilizar bicos que promovam boa cobertura das plantas, produzindo, preferencialmente, gotas finas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc).
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizado obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro agrônomo.

Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de corrente ascendentes.
Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Eng. Agr. Responsável, os limites climáticos, acima, podem ser flexibilizados, mediante uso de tecnologia adequada.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva, proveniente da aplicação, atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Coco, Açaí, Castanha-do-Pará, Chuchu, Dendê, Jiló, Macadâmia, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão, Pinhão, Pupunha, Quiabo, Tomate: 7 dias
Café, Citros, Maçã: 15 dias
Mamão, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Manga, Maracujá, Romã: 3 dias
Morango, Acerola, Amora, Azeitona, Framboesa, Mirtilo, Pitanga, Seriguela: 5 dias
Rosa: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das plantas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas.
Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

FUJIMITE 50 SC é um acaricida para ser usado somente nas culturas para as quais está indicado, observando-se atentamente as instruções de uso do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O acaricida FUJIMITE 50 SC (fenpiroximato), pertence ao grupo 21A (Inibidores do Complexo I da cadeia de transporte de elétrons na mitocôndria – Acaricidas e Inseticidas METI (Pirazol) e o uso repetido deste acaricida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do FUJIMITE 50 SC (fenpiroximato), como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 21A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar FUJIMITE 50 SC (fenpiroximato), ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de FUJIMITE 50 SC (fenpiroximato) podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. O período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos Acaricidas e Inseticidas METI, não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do FUJIMITE 50 SC (fenpiroximato) ou outros produtos do Grupo 21A, quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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