Bula Gravun

acessos
ciprodinil
21416
AgroBio

Composição

ciprodinil 750 g/kg Anilinopirimidina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 4 aplicações/safra. 25 dias. Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva, no início do florescimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 a 1400 g p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 2 aplicações/safra. 7 dias. Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva, no início do florescimento
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1400 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 2 aplicações/safra. 21 dias. Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva, no início do florescimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
700 a 1400 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 2 aplicações/safra. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva, no início do florescimento (R1)

Conteúdo: 25; 37,5; 50; 100; 200; 250; 300; 375; 400; 500 g.
1; 2,5; 3; 4; 5; 10; 20; 25 Kg.

MODO DE APLICAÇÃO:

GRAVUN deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.

Aplicação terrestre:
Volume de aplicação:

Cultura Volume de Calda
Algodão 200 L /há
Feijão 400 L /há
Girassol 200 L /há
Soja 200L /há

OBS: Os volumes acima citados dependem do desenvolvimento da cultura.

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 (micrômetro) e uma densidade de gotas mínimas de 20 gotas /cm². A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (=15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30ºC , com umidade relatva acima de 50% e ventos de 3 a 15Km /hora.


Aplicação aérea ( culturas do algodão, feijão, girassol e soja):
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operação aero-agrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV( diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas /cm². O volume de aplicação deverá ser de 20 a 40 L de calda /há. A altura de vôo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30ºC , com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 Km /hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica ( ausência de ventos).

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Algodão 25
Feijão 7
Girassol 21
Soja 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura, após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÃO DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o poduto não é fitotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide dados relativos à proteção da saúde humana, conforme Avaliação Toxicológica da ANVISA, para cada processo.

Dados relativos à proteção da Saúde humana:

Conforme recomendações do órgão responsável pela proteção da Saúde Humana - ANVISA/MS

Dados relativos à proteção do meio ambiente:

Conforme recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela proteção do meio ambiente - IBAMA/MMA

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O comitê brasileiro de Ação a Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:

Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.