Bula Kenja

CI
Isofetamida
17121
ISK

Composição

Isofetamida 400 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
Não Classificado
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Tipo: Bombona
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 60 L

Tipo: Contentor intermediário-IBC
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 1200 L

Tipo: Frasco
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 2 L

Tipo: Tambor
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 220 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida que possui ação de contato e translaminar, cujo ingrediente ativo é o isofetamid pertencente ao grupo químico Fenil-oxo-etil tiofeno amida que age na inibição da respiração dos fungos. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de alface, batata, cebola, feijão, maçã, soja, tomate e uva.

MODO DE APLICAÇÃO

Alface

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.

Batata

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra, Autopropelido ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 500 a 800 litros por hectare.

Cebola

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra, Autopropelido ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 500 a 800 litros por hectare.

Feijão

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra, Autopropelido ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete a dez dias. Usar volume de calda de 300 a 500 litros por hectare.
- Fungigação (via pivô central): A aplicação através do sistema de irrigação deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma; por sucção da água; ou através de um injetor na coluna central do pivot. Deve-se tomar todas as medidas de segurança, utilizando-se válvulas de registro, para que o produto não possa retornar ao manancial aquático, em caso de uma parada do equipamento de irrigação. A velocidade do pivô central deverá ser de 100%.

Maçã

Utilizar Turbo Atomizador ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 1000 litros por hectare.

Soja

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra, Autopropelido ou Aeronaves Agrícolas. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalos de dez dias. Usar volume de calda de 150 a 250 litros por hectare no caso da aplicação tratorizada. - Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo D6 a D12 e disco “Core” inferior a 45, com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicação com vento superior a 10 km/h, temperatura superior a 27°C e umidade relativa do ar inferior a 60%.

Tomate

Utilizar Pulverizador Tratorizado com barra, Autopropelido, Turbo Atomizador, Pulverizador Estacionário ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias. Usar volume de calda de 800 litros por hectare.

Uva

Utilizar Turbo Atomizador, Pulverizador Estacionário ou Costal Manual com bicos de pulverização de jato cônico ou leque. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. O intervalo de aplicação dependerá do estagio fenológico da cultura e pode variar de em torno de 14 a 30 dias. Usar volume de calda de 500 a 1000 litros por hectare.

*Utilizar a maior dose, assim como intervalos menores quando as condições forem altamente favoráveis ao desenvolvimento das doenças.

** O produto apresentará melhores resultados quando as aplicações se iniciarem de forma preventiva ao aparecimento da doença.

**O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto é composto por Isofetamida, que apresenta mecanismo de ação como Inibidores do complexo II: succinato-desidrogenase, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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