Kenja
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Isofetamida
Registro MAPA:
17121
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Isofetamida | 400 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Alface | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ramularia areola (Ramularia) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
| Cebola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Botrytis cinerea (Mofo cinzento) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Venturia inaequalis (Sarna da maçã) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Botrytis cinerea (Mofo cinzento) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 0,1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 0,2 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 0,5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,1 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,2 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,5 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 2 L |
| Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Líquido | 0,1 L |
| Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Líquido | 0,2 L |
| Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Líquido | 0,5 L |
| Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Líquido | 2 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 100 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 150 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 200 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 250 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 300 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 400 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 450 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 500 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1200 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 100 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 150 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 200 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 250 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 300 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 400 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 450 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 500 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1200 L |
INSTRUÇÕES DE USO
O produto é um fungicida que possui ação de contato e translaminar, cujo ingrediente ativo é o isofetamid pertencente ao grupo químico Fenil-oxo-etil tiofeno amida que age na inibição da respiração dos fungos. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de alface, batata, cebola, feijão, maçã, soja, tomate e uva.
MODO DE APLICAÇÃO
KENJA pode ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado), tratorizado, autopropelido e aéreo. KENJA deve ser diluído em água e aplicado nas doses recomendadas na cultura para a qual é indicado em pulverização foliar. Agitar vigorosamente o produto na embalagem, antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição.
Agite bem antes de usar.
A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizadores costais; turbo atomizador; tratorizados ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando
desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias.
Aplicação via pivô central (fungigação):
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para a cultura do feijão. A aplicação através do sistema de irrigação deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma; por
sucção da água; ou através de um injetor na coluna central do pivô. Deve-se tomar todas as medidas de segurança, utilizando-se válvulas de registro, para que o produto não possa retornar ao manancial aquático, em caso de uma parada do
equipamento de irrigação. A velocidade do pivô central deverá ser de 100%.
Aplicação aérea:
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas: algodão e soja.
Recomenda-se a utilização de barras equipadas com pontas adequadas para aplicação aérea, de modo a proporcionar cobertura uniforme do alvo.
Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS, conforme regulamentação vigente. Selecionar pontas que produzam gotas médias a grossas.
Preparo da Calda:
Certifique-se de que o tanque, as mangueiras, os filtros e as pontas de pulverização estejam devidamente limpos e livres de resíduos de outros defensivos agrícolas aplicados anteriormente.
Para o preparo da calda, recomenda-se a utilização de água de boa qualidade, livre de partículas em suspensão. A presença de coloides, como argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto.
Encha o tanque do pulverizador até a metade, adicione a dose recomendada de KENJA e, em seguida, complete o volume do reservatório mantendo o sistema de agitação ligação durante todo o processo de preparo da calda e durante a
pulverização, mantendo a mistura homogênea.
Prepare apenas a quantidade necessária para a aplicação e pulverize na sequência.
Em caso de interrupção, retome a pulverização o mais rápido possível e agite a calda vigorosamente antes de reiniciar o processo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
• Temperatura ambiente igual ou inferior a 28ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 60%.
• Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso do controle dos alvos independente do equipamento utilizado.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer
nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visando o melhor equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto é composto por Isofetamida, que apresenta mecanismo de ação como Inibidores do complexo II: succinato-desidrogenase, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).