Modan
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Trinexapaque-etílico
Registro MAPA:
24625
Empresa Registrante:
Helm |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trinexapaque-Etílico | 250 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Regulador de crescimento
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Seletivo, Regulador de crescimento
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Saccharum officinarum (Cana de açúcar) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hordeum vulgare (Cevada) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Triticum aestivum (Trigo) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 25 L |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Não Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 200 L |
| Não Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 50 L |
| Não Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 100 L |
| Não Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 200 L |
INSTRUÇÕES DE USO
MODAN® é um regulador de crescimento, seletivo, recomendado para aplicação na cultura da cana-de-açúcar, visando a aceleração dos processos de maturação da planta e acúmulo de sacarose no colmo. Sua aplicação é indicada tanto na cana planta como na cana-soca. Nas culturas de Trigo e Cevada, MODAN® é indicado para aplicação, visando reduzir o crescimento das plantas e o fortalecimento dos entre nós basais.
MODO DE APLICAÇÃO
Cana-de-açúcar: MODAN® deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), dadas às características vegetativas da planta da cana-de-açúcar, época de aplicação e às extensivas áreas a serem tratadas.
O manejo da cultura da cana-de-açúcar com MODAN® é importante para o escalonamento do corte e no suprimento da indústria, para os processos de moagem, cujo benefício poderá ser obtido, conforme as recomendações abaixo:
A aplicação do MODAN®, nas dosagens diferenciadas, conduz à antecipação da maturação da cana-de-açúcar, em diferentes fases, possibilitando o corte em períodos distintos, após o tratamento, e permitindo traçar um cronograma de corte, para assegurar o suprimento contínuo da matéria-prima para a indústria, principalmente no início da safra.
Para determinar a época da aplicação, é importante que a cultura a ser tratada já tenha atingido o seu pleno desenvolvimento vegetativo.
Desta forma, a cana-de-açúcar que apresenta atraso no crescimento ou que foi prejudicada nesse processo, por fatores climáticos adversos, deverá receber aplicações de MODAN® somente depois de atingir o seu desenvolvimento normal.
MODAN® pode ser utilizado durante todo o período de safra, devendo ser aplicado 40 a 60 dias antes do corte da cana-de-açúcar, segundo a dose utilizada, e estando a cultura na fase final de desenvolvimento vegetativo.
Na região Centro-Sul, a época de aplicação ocorre entre meados de fevereiro e meados de outubro, dependendo dos objetivos do tratamento.
As aplicações realizadas de meados de fevereiro a abril visam melhorar a qualidade da cana-de-açúcar do início da safra e antecipar a colheita.
De maio até meados de outubro, o tratamento tem por objetivo explorar o potencial máximo de sacarose das cultivares intermediárias e tardias; evitar o declínio do teor de sacarose no final de safra, devido aos fatores climáticos, e, também, para melhorar a qualidade da matériaprima, proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Cultura de trigo e cevada:
Nestas culturas, recomenda-se aplicar MODAN® em dosagem maior, nas lavouras que receberam elevadas doses de nitrogênio.
MODAN® poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador convencional terrestre tratorizado, ou, também, com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), nas lavouras cultivadas, em áreas extensivas. Deve-se observar sempre os parâmetros recomendados para cada modalidade de aplicação.
MODO DE AÇÃO
O produto MODAN®, uma vez aplicado, é absorvido pela planta e passa a atuar seletivamente, através da redução do nível de giberelina ativa, induzindo a planta a uma inibição temporária ou redução do ritmo de crescimento, sem afetar, porém, o processo de fotossíntese e a integridade da gema apical.
A retomada ao ritmo normal de crescimento das plantas depende da dose aplicada e condições ambientais reinantes.
Os resultados experimentais obtidos indicam que o MODAN® proporciona acúmulo de sacarose no colmo da cana-de-açúcar, a partir de 30 dias após a aplicação, e mantém o incremento acumulado, além de 90 dias.
Os maiores incrementos de açúcar, no entanto, são observados entre 45 a 75 dias, após a aplicação do produto (dependendo da dose aplicada), período este indicado para colheita que representa maior retorno econômico.
Nas culturas de trigo e cevada, a indução da inibição de crescimento passa a ser observada gradativamente 4 a 5 semanas, após a aplicação, cujo efeito se mantém até a época da colheita, final de ciclo.
ÁREAS DE UTILIZAÇÃO I OBJETIVO DO TRATAMENTO
MODAN® é indicado para a maximização do manejo varietal, aumento do teor de sacarose da canade-açúcar, e inibição de florescimento das variedades floríferas.
Pelas características do produto, sua utilização pode ser estendida durante todo o período de safra, visando, sobretudo, a obtenção de mais açúcar por hectare, nas diferentes fases de corte da cana-de-açúcar:
- Início de safra: manejo varietal, inibição do florescimento e antecipação da colheita;
- Meio da safra: exploração do potencial máximo de sacarose das variedades da época;
- Final de safra: manutenção do teor de sacarose, evitando o seu declínio e, principalmente, para a melhoria da qualidade da matéria-prima proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Nas culturas de trigo e cevada, tem como principal objetivo, evitar o problema do acamamento.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO DO MODAN®:
- Cana-de-açúcar:
A aplicação deve ocorrer com a cultura da cana-de-açúcar na fase final de desenvolvimento vegetativo, porém, sem que tenha alcançado um estádio avançado de maturação fisiológica, o que na maioria de nossas cultivares ocorre entre os dez à doze meses de idade.
A aplicação realizada antes dos doze meses de idade poderá apresentar redução significativa no porte das plantas, com possíveis efeitos na produtividade, enquanto que a aplicação efetuada, muito além de doze meses, terá menor probabilidade de resposta, devido ao processo natural de maturação da planta.
- Culturas de trigo e cevada:
MODAN® deve ser aplicado durante a fase de desenvolvimento destas culturas, para que o produto, após absorvido, venha a induzir o efeito desejável de redução de crescimento (redução de porte) e resposta positiva no fortalecimento dos entrenós basais, evitando o acamamento.
• Condições climáticas e nutricionais:
As respostas às aplicações do MODAN® são, aparentemente, menos significativas quando as plantas se encontram no estado de estresse hídrico.
Nas culturas de trigo e cevada, a adubação nitrogenada, quando realizada em doses altas, poderá apresentar pouca resposta ao efeito do MODAN®.
PREPARO DA CALDA:
- Pulverização terrestre com equipamentos terrestres tratorizados:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque do pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
Preencher o tanque do pulverizador, abastecendo até ¼ da sua capacidade.
Adicionar o produto na quantidade requerida.
Completar o volume do tanque, com o sistema de agitação em funcionamento. - Pulverização aérea com auxílio de aviões agrícolas ou helicópteros:
A calda pode ser preparada, basicamente, através de duas maneiras:
a) Preparo diretamente no tanque da aeronave: neste caso, adicionar a água previamente no tanque e depois o produto, no volume requerido.
b) Preparação de pré-mistura: utilizando-se um recipiente auxiliar (tanque ou tambor), preparar a pré-mistura do produto. Em seguida, com auxílio da moto-bomba, transferir a mesma para o tanque da aeronave parcialmente cheio para, posteriormente, completar o volume desejado com água.
Obs.: em ambos os sistemas mencionados anteriormente, a relação produto/água nunca deverá ser inferior a 1:5, ou seja, uma parte de produto em cinco parte de água ou mais.
SEMPRE COLOCAR PRIMEIRO A ÁGUA. PARA DEPOIS ADICIONAR A DOSE DE MODAN® (NUNCA: MODAN® E DEPOIS ÁGUA)
- Planejamento operacional:
Recomenda-se, para maior uniformidade de distribuição da pulverização e agilidade na aplicação aérea do MODAN®, o planejamento e demarcação prévia da área a ser tratada.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 30 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas, obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Deve-se observar as condições climáticas ideias para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC
- Umidade relativa do ar: acima de 50%
- Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h)
Para outros parâmetros referentes a tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Cana-de-açúcar:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, MODAN® se mostra bastante seguro para a cultura da cana-de-açúcar.
Como consequência da aplicação do produto, a planta apresentará redução dos internódios, engrossamento do palmito, e eventuais emissões de brotações laterais, especialmente em lavouras acamadas, onde as gemas foram expostas à luz.
Uma eventual redução de porte da planta poderá ser observada se a aplicação for realizada em plantas muito jovens ou se o corte da cana-de-açúcar for realizado, após um período muito posterior ao recomendado.
Os sintomas do produto na planta acima descritos são temporários, após o que a mesma retomará o processo de desenvolvimento normal.
Trigo e cevada:
MODAN® aplicado nas dosagens de 0,4 e 0,5 L/ha foi bastante seguro para estas culturas e não foi constatado qualquer sintoma de fitotoxicidade, mostrando que estas gramíneas são tolerantes ao produto.
Outras restrições a serem observadas:
Cana-de-açúcar:
MODAN® não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência hídrica.
MODAN® não deve ser aplicado em plantas jovens, normalmente com menos de 10 meses de idade, ou com a estrutura produtiva não formada. Recomenda-se evitar a manutenção prolongada da planta da cana-de-açúcar, tratada com MODAN® no campo, após atingir o pico de maturação.
Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro. Trigo e cevada:
Nas culturas de trigo e cevada, MODAN® não deve ser aplicado antes do aparecimento do primeiro nó ou, muito tardiamente, com as plantas na fase de desenvolvimento muito adiantado, pois o produto não apresentará efeito desejado.
As culturas de trigo e cevada tratadas com o produto MODAN® não devem ser utilizadas para alimentação de animais, quando no estádio vegetativo.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Não se aplica, devido tratar-se de um Regulador de Crescimento.
Não se aplica, devido tratar-se de um Regulador de Crescimento.