Bula Planador

acessos
Picloran
8012
Dow AgroSciences

Composição

Fluroxipir-meptílico 115.3 g/L Ácido piridiniloxialcanóico
Picloram 143.4 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Seletivo, Sistêmico

Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amarelinho
(Tecoma stans)
1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia scabra)
2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Casadinha
(Eupatorium squalidum)
1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Casadinha
(Eupatorium squalidum)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
cipó de cobra
(Mansoa difficilis)
2,5 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Espinho agulha
(Barnadesia rosea)
2 a 2,5 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha até 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1 a 1,25 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
2 a 2,5 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Mamica de porca
(Zanthoxylum hasslerianum)
2 a 2,5 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Unha de vaca
(Bauhinia variegata)
1,5 a 2,5 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo

Bag in box (fibra de papel com bolsa plástica interna): 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L
Balde (plástico): 1,0; 3,8; 4,0; 5,0; 6,0; 7,6; 9,5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L
Balde (metálico): 5,0; 10; 20; 50 L
Bombona (plástico): 1,0; 1,1; 1,6; 1,9; 2,0; 3,0; 3,8; 4,0; 5,0; 6,0; 7,6; 9,5; 10; 12; 15; 20; 25; 30; 35; 50; 60; 250 L
Contentor intermediário IBC (plástico com estrutura metálica): 420; 454; 470; 560; 640; 700; 800; 900; 946; 1.000; 1.040 L
Frasco (plástico): 0,1; 0,125; 0,15; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 0,946; 1,0; 1,1; 1,9; 2,0; 3,0; 3,8; 4,0; 5,0; 6,0 L
Frasco (metálico): 1,0 L
Isocontainer (metálico/plástico): 10.000; 12.000; 13.000; 14.000; 21.000; 22.000 ;23.000 ;24.000 ;25.000; 26.000; 27.000; 28.000 ;29.000 ;30.000; 31.000; 32.000 ;33.000; 34.000 ;35.000; 36.000; 40.000; 45.000 ;50.000 ;60.000 ;70.000; 80.000; 90.000; 100.000; 150.000 ;200.000 ;250.000; 300.000 ;350.000 ;400.000; 450.000 ;500.000; 550.000; 600.000; 650.000 ;700.000; 750.000; 800.000; 850.000; 900.000 ;950.000 ;1.000.000 L
Bulk (metálico/plástico): 10.000; 12.000; 13.000; 14.000; 21.000; 22.000 ;23.000 ;24.000 ;25.000; 26.000; 27.000; 28.000 ;29.000 ;30.000; 31.000; 32.000 ;33.000; 34.000 ;35.000; 36.000; 40.000; 45.000 ;50.000 ;60.000 ;70.000; 80.000; 90.000; 100.000; 150.000 ;200.000 ;250.000; 300.000 ;350.000 ;400.000; 450.000 ;500.000; 550.000; 600.000; 650.000 ;700.000; 750.000; 800.000; 850.000; 900.000 ;950.000 ;1.000.000 L
Isotanque (metálico/ plástico): 12.000; 13.000; 14.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000 ;23.000 ;24.000 ;25.000; 26.000; 27.000; 28.000 ;29.000 ;30.000; 31.000; 32.000 ;33.000; 34.000 ;35.000; 36.000 L
Mini Bulk (metálico/plástico ): 420; 454 ;470; 560; 640 ;700 ;800; 900; 946 ;1.000 ;1.040 L
Tambor (metálico/plástico): 100; 113; 121; 200; 208; 230; 250 L
Tanque (metálico): 50.000; 100.000; 150.000 ;200.000 ;250.000; 300.000 ;350.000 ;400.000; 450.000 ;500.000; 550.000; 600.000; 650.000 ;700.000; 750.000; 800.000; 850.000; 900.000 ;950.000 ;1.000.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

PLANADOR* é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras dos gêneros Brachiaria e Panicum.

CULTURA: Pastagens.

PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas infestantes a serem controladas estiverem em intenso processo de desenvolvimento vegetativo.
Para uma maior eficácia do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
• Temperatura máxima = 32° C.
• Umidade relativa do ar maior que 60%.

Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período das 6:00 às 10:00 horas da manhã e recomeçando a partir das 16:00 horas.

Reforma de Pastagem: para se obter melhores resultados com Planador* em reforma de pastagem, aplicar o produto antes do florescimento das plantas infestantes e após a pastagem já estar totalmente germinada e iniciado seu perfilhamento. Isto ocorre geralmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas infestantes encontram-se menos resistentes.

Manutenção (Limpeza) de Pastagem:
A aplicação de Planador* deve ser realizada quando as plantas infestantes estiverem crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roça-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas infestantes adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de Planador*.

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Foliar Dirigida (Equipamento Costal)
Aplicar o produto com pulverizador costal manual ou de tração animal (burrojet) diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes até atingir seu ponto de escorrimento. Utilizar bicos leque 80.03 ou 80.04.

Aplicação Foliar em Área Total (Equipamento Tratorizado)
Utilizar equipamentos de pulverização tratorizados, como os pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão) ou os pulverizadores de barra, aplicando a calda sobre a folhagem das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.

a) Pulverizadores com turbina de fluxo de ar (Jatão)
• Faixa de aplicação: 10 a 14 metros
• Vazão: 200 a 250 litros por hectare

b) Pulverizadores de barra:
• Usar bicos tipo leque 110.04 ou 110.06
• Pressão: 20 a 45 libras/pol2
• Vazão: 200 a 400 litros por hectare

A aplicação tratorizada é recomendada para áreas de reforma e manutenção (limpeza de pastagens), em infestações uniformes, plantas infestantes de pequeno e médio portes e com alta densidade populacional.

Aplicação Aérea
Bicos – utilizar bicos de jato cônico cheio da série D, com uma deposição mínima de 30 gotas/cm2 e um DMV de 600 a 800 ? sobre o alvo desejado.

Número de bicos na barra – para aviões IPANEMA, qualquer modelo, utilizar de 32 a 36 bicos, fechando de 9 a 7 respectivamente em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita a maior uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas, fechando apropriadamente os bicos próximos a estas.

Altura de vôo – para qualquer modelo de aeronave agrícola (aviões e helicópteros), utilizar o nível de vôo no mínimo a 10 metros em relação ao topo da cultura ou das árvores ou plantas remanescentes, não ultrapassar a altura de 25 a 30 metros em relação ao solo. Recomendar sempre que a altura de vôo não deverá ser superior ao acima estabelecido, pois implicará em maior deriva e grande perda das gotas, com péssima distribuição e uniformidade de deposição sobre o alvo desejado, ocasionando dispersão de gotas e do produto para fora da faixa de deposição efetiva.

Volume de aplicação – 50 L/ha. Não efetuar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR

Pressão de trabalho – deverá ser mantida dentro da faixa de 15 a 30 psi (100 a 200 kPa), qualquer que seja o tipo de aeronave utilizada.

Faixa de deposição – Para aviões IPANEMA ou similares, utilizar a faixa máxima de 20 metros. Para aviões grandes a faixa de deposição não deverá exceder 25 metros. Em dúvida, solicitar informações do Departamento Técnico ou Engenheiro Agrônomo da Dow AgroSciences.

Ângulo da barra – Em condições de umidade relativa acima de 70%, utilizar o ângulo da barra de pulverização a 135°, aumentando o mesmo até o máximo de 180° de acordo com o decréscimo da umidade relativa do ar, para se gerar gotas mais grossas e pesadas reduzindo as perdas por evaporação e derivas muito longas.

Condições climáticas
• temperatura ambiente: abaixo de 32° C, no local da aplicação
• umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 60% na área de aplicação
• velocidade de vento: acima de 2 até o máximo de 10 km / hora

Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/hora onde ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminando o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.

Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.

OBS.: Observar sempre que o fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor velocidade de evaporação das gotas e uma maior ou menor deriva das mesmas pelo vento.
O uso de adjuvante misturado à calda de pulverização como adjuvante para reduzir a evaporação das gotas e acelerar a absorção do produto pelas plantas, deverá ser efetuado na concentração de 0,3 % v/v.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Planador* quando usado nas doses recomendadas não causará danos às pastagens.

Outras Restrições a Serem Observadas:
• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis à herbicidas hormonais.
• Caso Planador* seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até a sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações por pulverizações costais manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para aplicação de Planador*.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


-INFORMAÇÕES MÉDICAS--Fluroxipir-meptílico, Picloram e Nafta-
Grupo Químico: Fluroxipir-meptílico: Ácido piridiniloxialcanóico. Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Nafta: Solvente Aromático

Classe Toxicolóqica: I — EXTREMAMENTE TÓXICO

Vias de Exposição: Oral, inalatória, dérmica e mucosas

Toxicocinética: Toxicocinética
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado, sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas. Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas fezes. Os resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.

Picloram: O destino de Picloram foi definido no homem através de seis voluntários saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral na forma de sal de sódio no suco de uva. A dose dérmica foi aplicada nas costas dos voluntários como ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min.) e rapidamente excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com uma meia-vida média de 27 horas.Picloram foi lentamente absorvido pela pele (meia-vida de 12 absorvido pela pele (meia-vida de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado na pele foi absorvida. Nenhum efeito adverso foi observado nas doses administradas.

NAFTA: Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam-a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica
lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.

Mecanismos de Toxicidade: A toxicidade oral e dérmica aguda para ratos foi baixa (DL50 >
5.000 mg/kg). Não é esperado efeito adverso pela exposição inalatória, a CL50 foi maior que 5,56 mg/L (4 horas). O produto foi irritante para pele e para os olhos de coelhos. O
produto não apresenta potencial de sensibilização dérmica.

Sintomas e Sinais Clínicos: Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são
limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande
quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade
por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como
sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em
humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele.
O picloram é absorvido lentamente através da pele.

NAFTA - EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: Náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências
eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas.
Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda.
São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia formaçãos de infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão disfunção. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra.
Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes.
Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do
SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química.
Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados.
Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocítica ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras.
ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos
sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de
múltiplos órgãos. Dérmica
NAFTA— EFEITOS CRÔNICOS
A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.

Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínicocompatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material biológico.

Tratamento: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Não há antídoto específico. Carvões ativados e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. O monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftamológica.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

Efeitos Sinérqicos: Nenhum efeito sinérqico é conhecido.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7710032

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção:
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado, sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas. Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas fezes. Os resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.
Picloram: O destino de Picloram foi definido no homem através de seis voluntários saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral na forma de sal de sódio no suco de uva. A dose dérmica foi aplicada nas costas dos voluntários como ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min.) e rapidamente excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com uma meia-vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela pele (meia-vida de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado na pele foi absorvida. Nenhum efeito adverso foi observado nas doses administradas.
Resumindo, estes dados indicam que o Picloram, por causa de sua rápida excreção, apresenta um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas. Além disso, Picloram foi pouco absorvido através da pele humana e é pouco provável que quantidades tóxicas agudas sejam absorvidas por esta via.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos:
Dose Letal 50 (DL50) oral para ratos: maior que 3.50 mg/kg
Dose Letal 50 (DL50) dérmica para ratos: maior que 00 mg/kg
Concentração Letal 50 Inalatória (CL50) para ratos: m r que 5,56 mg/L (4 horas).

Irritação ocular em coelhos: O produto causou opacidade de córnea e foi irritante para os os olhos dos coelhos.
Irritação Dérmica em coelhos: O produto foi irritante para pele de coelhos.
Sensibilização Dérmica em cobaias: O produto não apresenta potencial de sensibilização dérmica.

Efeitos crônicos: Fluroxipir-meptílico: Em estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos durante um período de 2 anos com doses de até 320 mg/kg/dia, demonstrou não apresentar nenhuma indicação de toxicidade cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrolobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas FO e Fl da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000 mg/kg/dia.

NAFTA: A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas,hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
[ X ] – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

2-INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALLIERBRASIL AGRONOMIA LTDA. - telefone de emergência: (00xx11) 3151-4360.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM

RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão s uir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve s r efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa conta nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.