Pride
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Proexadiona cálcica; Cloreto de clormequate
Registro MAPA:
30226
Empresa Registrante:
Iharabras |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Proexadiona cálcica | 50 g/L | |
| Cloreto de clormequate | 300 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Drone
Classe Agronômica:
Regulador de crescimento
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) | veja aqui | |||
INSTRUÇÕES DE USO:
PRIDE é um regulador de crescimento, sistêmico, de aplicação foliar empregado na cultura do trigo.
MODO DE AÇÃO NA CULTURA:
PRIDE é um regulador de crescimento que através da absorção foliar atua inibindo a biossíntese de giberelina, hormônio natural nas plantas que regula o elongamento das células.
Para Trigo: A inibição das giberelinas reduz o crescimento vegetativo da planta, tornando as plantas mais compactas, e ainda, promovendo o fortalecimento dos entrenós e como consequência, diminuição do acamamento e perdas na produtividade associadas a esse fenômeno. Além disso, também melhora a penetração de luz solar no interior do dossel da lavoura.
Observação: O acamamento é um dos fatores que podem limitar de forma expressiva a produção dessa cultura, dependendo da sua intensidade e do estádio de desenvolvimento em que ocorre.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar PRIDE nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Preparo de calda: Encher o tanque até a metade da sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador e o retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto formulado e completar o volume com água limpa. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Preparar apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Obs.: • evitar preparo de calda com água alcalina (pH > 7)
• pH ótimo da calda de pulverização está na faixa de 4,0 a 5,5
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para a cultura: Trigo.
Aplicação com Aeronaves Pilotadas (Avião)
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagri´colas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Aplicação com Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP/Drones)
A aplicação deste produto por meio de aeronaves remotamente pilotadas (ARP/Drones) deve ser realizada somente com equipamentos devidamente homologados e em conformidade com as normas e regulamentações estabelecidas pelo MAPA (Instrução Normativa nº 298/2021 ou posteriores), ANAC (RBAC 94), DECEA, ANATEL e demais legislações estaduais e municipais aplicáveis, respeitando-se sempre as boas práticas agrícolas e a segurança operacional.
Antes do início da operação, recomenda-se realizar o planejamento de voo, registro de dados e checagem dos parâmetros de pulverização, garantindo que o processo ocorra dentro das condições técnicas e legais exigidas.
Recomendações operacionais
Volume de calda: a partir de 10 L/ha, ajustado de acordo com a densidade foliar e o alvo biológico.
Altura de voo: 2 a 5 m acima do topo da vegetação. Ajustar conforme a cultura e a configuração do drone.
Velocidade de aplicação: 10 a 15 km/h, garantindo deposição uniforme sem comprometer a eficiência, especialmente em áreas com relevo irregular, para garantir estabilidade e cobertura uniforme.
Faixa de aplicação: 3 a 6 m, para drones multirrotores até 25–30 kg de carga útil. Para aeronaves maiores, consultar o fabricante e ajustar conforme orientação e especificações técnicas do fabricante do drone.
Tecnologia de aplicação
Utilizar drones equipados com bicos rotativos ou hidráulicos, ajustados para espectro de gotas conforme tabela de recomendações de uso.
Direcionar os jatos para baixo, aproveitando o fluxo de ar gerado pelos rotores para garantir deposição uniforme no alvo.
Ajustar a rotação dos bicos e/ou pressão de trabalho sempre conforme recomendação do fabricante do equipamento.
Boas práticas e segurança
Evitar sobreposição excessiva de faixas de aplicação, prevenindo superdosagem localizada.
Realizar a pulverização imediatamente após o preparo da calda, reduzindo perdas de eficiência.
Garantir que a operação seja conduzida por profissionais capacitados, com registro válido e treinamento específico para pulverização agrícola com drones.
A responsabilidade pela correta execução da aplicação recai sobre o aplicador, que deve respeitar integralmente a bula do produto e a legislação vigente.
Todos os procedimentos ligados às atividades aero agrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
-Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
-Umidade relativa do ar acima de 50%.
-Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
Evitar preparo de calda com água alcalina (pH> 7), o pH ótimo da calda de pulverização está na faixa de 4,0 a 5,5.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não se aplica, visto que o produto PRIDE é um regulador de crescimento recomendado para a cultura e não é recomendado para o controle de pragas, doenças e plantas infestantes.