Redxodus CI

Geral
Nome Técnico:
Óleo essencial de Eucalyptus globulus
Registro MAPA:
8126
Empresa Registrante:
Kimitec
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Óleo Essencial de Eucalyptus globulus 150 g/L
Geraniol 150 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Microemulsão (ME)
Modo de Ação:
Fitoquímico, Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Citros Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) veja aqui
Milheto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Milho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Sorgo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas, alvos, doses, volume de calda, intervalo de aplicação e intervalo de segurança:
Redxodus é um acaricida indicado para o controle do Ácaro-da-leprose na cultura do Citros e do Ácaro-rajado na cultura do Milho, Milheto e Sorgo

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: Adicionar água limpa no tanque do pulverizador até atingir, no mínimo 3/4 de sua capacidade e adicionar a quantidade recomendada do produto, mantendo agitação da calda no tanque. Completar o volume do tanque com água. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Manter a calda sob agitação durante a pulverização.

Aplicação terrestre:
Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. Regular corretamente o equipamento de aplicação para garantir distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação.

Aplicação aérea:
Através de aeronaves agrícolas, utilizando volume de calda entre 20 e 50 L/ha ou de acordo com o equipamento utilizado. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferior a 3 km/h, devido ao fenômeno da inversão térmica.
Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
• Temperatura abaixo de 30°C
• Umidade Relativa acima de 60%
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:

Intervalo de segurança não determinado devido à natureza do ingrediente ativo.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Produto de uso exclusivo na agricultura;
• A ocorrência de chuvas dentro de um período de 48 horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto.
• Não aplicar logo após a ocorrência de chuva, em condições de orvalho ou em situações adversas do vento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, acaricidas e inseticida, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O acaricida pertence ao grupo químico álcool alifático e o uso repetido deste acaricida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a acaricidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do grupo álcool alifático. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de acaricidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

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