Bula Revolux - Dow AgroSciences

Bula Revolux

CI
Metoxifenozida; Espinetoram
9718
Dow AgroSciences

Composição

Metoxifenozida 300 g/L
Espinetoram 60 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Tipo: Bag in box.
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna.
Capacidade: 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L.
Tipo: Balde.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 1; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 4; 5; 8; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L.
Tipo: Contentor intermediário (IBC).
Material: Plástico com estrutura metálica.
Capacidade: 640; 1.000 L.
Tipo: Frasco.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 4,0; 8,0 L.
Tipo: Lata.
Material: Metálico.
Capacidade: 1; 2; 5; 10 L.
Tipo: Mini bulk.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 420; 946,4; 1.000; 1.041 L.
Tipo: Tambor.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 20; 100; 200; 250 L.

INSTRUÇÕES DE USO

Revolux é um inseticida de contato e ingestão indicado para o controle de pragas nas culturas do Algodão, Café, Cana-de-açúcar e Soja.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Revolux poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Poderá ser aplicado também via equipamentos de irrigação tipo pivô central.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTOS MANUAIS OU COSTAIS.

Aplicações terrestres:
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.

Aplicações com aeronaves agrícolas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
- Umidade relativa do ar: acima de 50%.
- Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h). Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, café e soja: 7 dias
Cana-de-açúcar: 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 72 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Nenhuma limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

GRUPO 18 INSETICIDA
GRUPO 05 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Revolux pertence aos grupos 18 (Agonistas de receptores de ecdisteroides - Diacilhidrazina) e 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Revolux como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 18 e 5. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Revolux ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Revolux podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Revolux, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos da Diacilhidrazina e Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Revolux ou outros produtos dos Grupos 18 e 5 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utillizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).