SLT-25
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Beauveria bassiana IBCB66; Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425.
Registro MAPA:
30126
Empresa Registrante:
Solatus |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Metarhizium anisopliae IBCB 425 | 3,5 g/L | |
| Beauveria bassiana IBCB 66 | 3,5 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | |||
| Euschistus heros (Percevejo marrom) | veja aqui | |||
INSTRUÇÕES DE USO
SLT–25 é um inseticida microbiológico com eficiência agronômica comprovada em pastagens de capim braquiária e soja, podendo ser aplicado em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico.
MODO DE APLICAÇÃO
• Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200µ. Pressão de 80 a 100 lb/pol² e volume de calda de 100 a 300 L/ha, de acordo com a cultura a ser tratada. As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30 °C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.
• Aplicação aérea:
• Utilize avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol², com volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/h e umidade relativa do ar superior a 70%.
Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evite aplicações em dias de calor intenso e baixa umidade.
• As aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer.
Preparo da Calda:
• Prepare a calda imediatamente antes da aplicação.
• Encha o tanque auxiliar até a metade.
• Ligue o agitador lentamente ou mexa manualmente, adicionando gradualmente a quantidade desejada de SLT - 25.
• Complete o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com uma agitação moderada.
• Durante a pulverização, mantenha uma agitação mínima.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
É recomendada a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados.
- Aplicar a calda no mesmo dia de seu preparo.
- Não aplicar imediatamente após irrigação e não irrigar logo após aplicação.
- Conservar o produto ao abrigo do sol.
- Garantir a limpeza completa do pulverizador antes de usá-lo.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do SLT – 25 ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SLT – 25 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de SLT – 25 podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SLT – 25 ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).