Stay Up SC CI

Geral
Nome Técnico:
Ácido Triiodobenzóico (TIBA)
Registro MAPA:
58925
Empresa Registrante:
Nitro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
2, 3, 5 Ácido Triiodobenzóico (TIBA) 60 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Regulador de crescimento
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Regulador de crescimento
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Feijão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L

INTRUÇÕES DE USO:

STAY UP® SC é o regulador de crescimento que controla o porte das culturas da soja e feijão, promovendo plantas mais estruturadas e eficientes. Com molécula inédita e mecanismo de ação específico, ele modula o crescimento de maneira equilibrada, sem efeitos adversos, assegurando a máxima expressão do potencial produtivo das lavouras.
STAY UP® SC tem benefícios como promover plantas mais estruturadas, melhorando engalhamento, redução de tamanho de entrenós e menor altura de plantas. O uso de STAY UP® SC evita o acamamento, controlando o crescimento excessivo da planta e reduzindo perdas na colheita. Além disso, proporciona maior expressão da produtividade, mais nós produtivos, vagens e grãos e apresenta estabilidade e confiança de performance, sendo a única molécula com ação específica na estruturação de plantas sem efeitos adversos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

a) Duas aplicações:
Recomendada para as lavouras de soja e feijão que apresentam forte tendência ao crescimento vegetativo exagerado, especialmente em áreas de maior fertilidade, maior potencial produtivo (>65 sc/ha), regiões e anos com clima com boa pluviosidade, cultivares suscetíveis ao acamamento etc.
b) Aplicação única:
A aplicação de apenas uma dose de 0,3 L p.c./ha é recomendada para lavouras de soja e feijão onde a área, clima e variedade apresentam menores condições para o crescimento vegetativo. Exemplos: áreas de menor potencial produtivo (<60 sc/ha), região e anos com muito estresse hídrico e baixa pluviosidade, áreas de menor fertilidade etc. Nesse caso, recomenda-se que a entrada ocorra após a fase V6 (quinto trifólio 100% expandido), respeitando-se as demais orientações em relação ao manejo.

RECOMENDAÇÕES EXTRAS DE MANEJO:

• O uso de STAY UP® SC em áreas com maior fertilidade, maior teto produtivo (histórico de produtividade acima de 65 sc/ha) e melhores condições para crescimento e desenvolvimento da cultura potencializarão o resultado da tecnologia.
• É recomendado adicionar o adjuvante (descrição) DROPON da Nitro na dose de 20 a 50 ml/ha em todas as aplicações de STAY UP® SC, de modo a potencializar seus efeitos e reduzir perdas de aplicação no geral.
• O uso do STAY UP® SC em conjunto com outras tecnologias de nutrição foliar (macro e micronutrientes), biofertilizantes e biológicos potencializa seus resultados. É recomendado especialmente manejos via tratamento de sementes e sulco de plantio que favorecem o enraizamento e estabelecimento inicial e pulverizações visando o enchimento de grãos.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

STAY UP® SC deve ser diluído em água e aplicado em pulverização foliar, de forma uniforme sobre as plantas e modo que haja uma boa cobertura, atentando-se sempre para as condições ambientais no momento da aplicação e para as boas práticas de manuseio de produtos químicos a fim de evitar acidentes relacionados a saúde humana e contaminação ambiental.
Este produto pode ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos, conforme as seguintes recomendações.

Aplicação Terrestre:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado corretamente calibrado, com volume de calda recomendado na faixa de 30 a 200 litros por hectare produzindo pulverizações com gotas de categoria média a grossa (250 a 400 micra), com pressão de trabalho de 20 a 40 lb/pol2. Utilizar bicos XR Teejet (em boas condições ambientais) ou os bicos de baixa deriva DG Teejet, Turbo Teejet (em condições ambientais mais críticas). Também podem ser utilizados bicos ADI Jacto e LD Jacto, AD Magnum e BD Magnum e ALBUZ (em boas condições ambientais) e ADGA Magnum, BJ Jacto (em condições ambientais mais críticas). Durante a aplicação mantenha a calda de aplicação do equipamento em agitação constante no interior do tanque em funcionamento.

Aplicação Aérea:
Com aeronaves agrícolas, aplicar volume de calda de 5-50 litros/ha utilizando bicos D-6 a D- 10 com core 45 ou 46, diâmetro de gotas em torno de 250 micra, altura de vôo de 2,5 a 3,5 metros do alvo a ser atingido, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90º em relação à direção de vôo, ou de acordo com a vazão. Pressão: 30 a 35 libras/pol2. Em locais onde essa altura de vôo não for possível, fazer arremates com passadas transversais, pararelas aos obstáculos. Vento máximo de 10 Km por hora, sem ventos de rajada.
Potencialize a eficiência de ambas as modalidades de aplicação com:
• Uma boa cobertura das plantas;
• Aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
• Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de ação;
• Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30ºC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30oC, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do agrônomo responsável, evitando sempre à deriva e perdas de produto por evaporação.
O descarte da água utilizada para a lavagem do equipamento utilizado para pulverização deverá ser depositado em local específico para posterior tratamento da mesma e reutilização.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Nas doses, épocas e condições indicadas, STAY UP® SC não é fitotóxico para a cultura de soja e feijão. O produto deve ser aplicado nas épocas indicadas e nunca antes do estádio V4 (3° trifólio 100% expandido), pois isso pode afetar seu efeito e trazer prejuízos ao crescimento radicular.
• Quando as plantas não estiverem tendo um crescimento normal, por estresse hídrico (seca e veranicos), alto estresse térmico, fitotoxicidade elevada ou outra razão, o tratamento com STAY UP® SC não é recomendado, pois determinará um desenvolvimento ainda menor, com possível prejuízo na produtividade. Nesse caso, aguardar a próxima oportunidade de pulverização, respeitando-se as épocas e intervalos indicadas na bula.
• Em áreas com limitações claras ao crescimento e desenvolvimento da cultura, evitar a aplicação de duas doses do produto, somando-se 0,6 L p.c./ha, pois isso limitará a performance dele. Exemplos: áreas de abertura, áreas com histórico de baixa produtividade (Menor que 60 sc/ha), solos de baixa fertilidade ou com clara restrição nutricional (Ex.: Baixo fósforo, cálcio, magnésio, alto M%, etc), áreas com alta infestação de nematoides, pragas de solo ou compactação etc. Nesses casos, avaliar em conjunto a um técnico ou Eng. Agrônomo a viabilidade do uso da tecnologia, pois pode haver outros investimentos que devem ser priorizados. Caso seja viável, nesses casos realizar a aplicação de apenas 1 dose de 0,3 L p.c./ha a partir do estádio V4 (terceiro trifólio 100% expandido).
• Em situações em que já foi realizada a primeira aplicação do produto, porém as condições de crescimento e desenvolvimento das plantas não estão adequadas por um período prolongado (mais do que 7 dias), sugere-se esperar a melhoria da lavoura para realizar a segunda aplicação ou até mesmo não a realizar.
• Repetir a pulverização se ocorrer chuva até 4 horas após a aplicação.
• Durante a aplicação do produto evite a deriva para as culturas adjacentes e/ou limítrofes à área a ser tratada.

FITOTOXICIDADE

Quando aplicado nas doses e formas indicadas o produto não causa efeito fitotóxico às culturas recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Não se aplica por tratar-se de Regulador de Crescimento.

Não se aplica por tratar-se de Regulador de Crescimento.

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