Tidil / Wake-Up PRO
| Geral | ||
|---|---|---|
|
Nome Técnico:
Tidiazurom
Registro MAPA:
5926
Empresa Registrante:
Soloeste |
||
| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Tidiazurom | 480 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
|
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida, Regulador de crescimento
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Desfolhante, Regulador de crescimento
Agricultura Orgânica:
Não |
||
Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Desfolhante da cultura (Desfolhante da cultura) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) | veja aqui | |||
| Pêssego | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Regulador de crescimento (Regulador de crescimento) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO:
TIDIL; Wake-Up PRO ® pode ser utilizado como um herbicida desfolhante para a cultura do algodão, nas condições especificadas abaixo e também como regulador de crescimento indicado para quebra de dormência nas culturas de Maçã, Pêssego e Uva, induzindo a frutificação efetiva. A recomendação para quebra de dormência em frutíferas temperadas, deve-se levar em consideração a cultivar/variedade, a região e as temperaturas no inverno anterior ou o acúmulo de horas de frio. Portanto, recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para uma recomendação específica para cada área/cultivo.
MODO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO:
Diluir a quantidade de produto em pouca água, mexendo continuamente até obter uma pasta uniforme. Em seguida sob agitação constante, juntar o restante de água até completar o volume desejado. Usar equipamento costal manual ou motorizado, de tração tratorizada, bem como por aplicação aérea.
Aplicação terrestre: com uso de barra.
- Volume de aplicação: 200 – 400 L/ha. A variação de calda está em função do porte e/ou desenvolvimento da cultura a ser tratada, objetivando-se sempre uma boa cobertura foliar da cultura tratada.
- Tamanho de gota: em torno de 180 – 200 micras
- Densidade das gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
- Pressão de trabalho: 50 a 80 libras/pol²
- Condições da aplicação: usar preferencialmente bicos tipo leque (8003 – 80015) que permitam aplicar o volume de calda indicado. A velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/hora. Caso utilize bicos cônicos, recomenda-se pontas da série D ou similares.
- Condições climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação.
Aplicação aérea: com uso de barra.
- Volume de aplicação: 30 – 50 L/ha
- Altura de voo: 2 – 3 m
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m
- Tamanho de gotas: em torno de 60 micra
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2
- Pressão de trabalho: 40 – 40 libras/pol2
- Condições de aplicação: usar preferencialmente bicos do tipo leque (8003 – 80015) que permitam despender o volume de calda indicado
- Condições climáticas: a mesma da aplicação terrestre
Não aplicar em presença de ventos fortes, superiores a 10 km/h. Aplicar nas horas mais frescas do dia e observando a temperatura e umidade relativa do ar, visando-se com isso, reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.
Seguir as instruções de aplicação acima explicitadas, caso contrário consultar um engenheiro agrônomo.
MODO DE APLICAÇÃO:
MAÇÃ, PÊSSEGO E UVA:
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do TIDIL; Wake-Up PRO ® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do TIDIL; Wake-Up PRO ®, acrescentar a dose recomendada de Óleo Agrícola para a cultura (Maçã e Pêssego) e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Aplicação Terrestre: Utilizar pulverizadores costal manual ou motorizados e turboatomizadores.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média à grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Pulverizador Hidropneumáticos (Turbo atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto para que não ocorram escorrimento e desperdício da calda.
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura: menor que 30ºC
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média à grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- O TIDIL; Wake-Up PRO ® é um regulador de crescimento e deve ser utilizado somente para as culturas para as quais está indicado em bula, observando-se atentamente as instruções de uso do produto. Para as culturas e doses recomendadas, não provoca efeito fitotóxico.
- O TIDIL; Wake-Up PRO ® é incompatível com produtos fitossanitários de reação alcalina ou fortemente oxidantes.
- Não aplique quando as condições de vento possam causar a deriva para culturas indesejáveis.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo da resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.