Bula Torero - TradeCorp

Bula Torero

acessos
Mancozebe + Cimoxanil
43518
TradeCorp

Composição

Cimoxanil 80 g/kg Acetamida
Mancozebe 640 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 kg p.c./ha 1000 L de água/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à requeima (temperaturas amenas e alta umidade)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de água/ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao míldio (temperaturas amenas e alta umidade)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 kg p.c./ha 1000 L de água/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao míldio (temperaturas amenas e alta umidade)
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de água/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao míldio (temperaturas amenas e alta Realizar aplicações no início da brotação ate o início da frutificação (bagas ou "Chumbinho")

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre:

BATATA: Realizar aplicações em alto volume com pulverizador de barra acoplado a trator, visando cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta.

CEBOLA, TOMATE E UVA: Realizar aplicações em alto volume com pulverizadores (manuais ou motorizado), atomizadores costais dotados com bomba centrifuga, bombas estacionárias dotadas de mangueiras ou pulverizadores de barra acoplada a trator, visando cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta.

A boa cobertura dos alvos aplicados (caule, folhas e frutos) é fundamental para o sucesso de controle das doenças.

Preparo da calda

Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a 1 2 / (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o conteúdo da(s) embalagem(ns) de TORERO. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. 2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto das nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc, nas proximidades de organismos não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É REPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETRO MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓRPIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS. Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, Umidade e Inversão térmica presentes na bula.

Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e recomendação do fabricante.

Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas á evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura térmica: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação á altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

ATENÇÃO: faça a manutenção dos equipamentos de aplicação frequentemente, de acordo com as recomendações do fabricante.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Batata 7 dias
Cebola 7 dias
Videira 7 dias
Tomate 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: - Os períodos de carência devem ser observados. - O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas quando aplicado conforme as instruções de uso. - O produto TORERO não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como bordaleza ou sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Precauções quanto a saúde:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

Precauções quanto ao Meio ambiente:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de cultura, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas: - Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos. - Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo-bula; - Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) no programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriados; - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.