Trich Protection WP
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Trichoderma asperellum
Registro MAPA:
22625
Empresa Registrante:
Bioma |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichoderma asperellum (BRM-29104) e (BRM-295760) (2 x 10⁹ UFC/g p. c.) | 350 g/kg | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 1 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 500 G |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 2 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 5 KG |
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 50 KG |
INSTRUÇÕES DE USO:
TRICH PROTECTION WP: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Sclerotinia sclerotiorum.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: Fazer pré-mistura do produto a ser aplicado, dissolvendo o total a ser distribuído por hectare em pelo menos 5 litros de água. Acrescentar a mistura na calda do tanque do pulverizador. É recomendado que a calda esteja em constate agitação para a melhor homogeneização do produto. Usar 250 litros de calda por hectare
Modo e equipamentos de aplicação: Utilizar equipamento de pulverização, aplicado a calda em área total, procurando obter uma cobertura uniforme. Pode ser aplicado com equipamentos de pulverização aérea ou terrestre.
Recomendações de uso:
- Realizar a limpeza do pulverizador após utilização
- Iniciar a aplicação logo após o preparo da calda
- Preparar somente o volume de calda a ser usado no dia
- Não deixar o produto parado por mais de 2 horas; Sempre que deixar o produto parado no reservatório do pulverizador, fazer vigorosa agitação antes de voltar a utilizar
- É recomendado que o produto seja aplicado em solo com, ótima umidade e temperatura adequada para implantação da cultura
- Recomenda-se armazenar o produto em temperatura de 20 °C ± 1 °C
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Em caso de aplicação por pulverização, não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. A pós a secagem da calda, para acessar a área tratada, recomenda-se utilizar calçados fechados
LIMITAÇÕES DE USO:
- Não é recomendada a aplicação conjunta do produto com fungicidas químicos ou biológicos
- Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor do que 70 %.
INFORMAÇÕES REFERENTES Á COMPATIBILIDADE COM OUTROS PRODUTOS:
Não é recomendada a mistura, devido à falta de informações em condições de campo, sobre a interação entre o Trichoderma asperellum e outros agrotóxicos
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira, geral, o Manejo Integrado das Doenças, envolvendo todos os princípios e medidas, disponíveis e viáveis de controle. O sus de sementes sadias, variedades resistentes rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, produtos para controle (fungicidas, inseticidas, acaricidas etc), manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Não há informações sobre o desenvolvimento de resistência a Trichoderma asperellum.
Qualquer agente de controle biológico poderá ficar menos efetivo ao longo do tempo, se as pragas alvos desenvolverem algum mecanismo de resistência.
Pode-se prolongar a vida útil dos produtos, implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência aos inseticidas (MRI) o fungicidas (MRF): Adotar as práticas de manejo tais como:
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) ou Manejo Integrado de Doenças (MID) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Qualquer produto para controle de pragas/doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga/doença;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas ou fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
- Informações sobre possíveis casos de resistência em doenças devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).