Tricho-Max
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Trichogramma pretiosum
Registro MAPA:
825
Empresa Registrante:
Valentto |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichogramma pretiosum | 25000 Indivíduos/mL | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO:
TRICHO MAX (Trichogramma pretiosum) é um agente de controle biológico utilizado no controle da traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), broca-grande-do tomate/lagarta-da-espiga-do-milho (Helicoverpa zea), Lagarta-do-cartucho-do-milho (Spodoptera frugiperda), lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis), lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens), traça-da-videira-sul-americana (Lasiothyris luminosa) e traça-dos-cachos (Cryptoblabes gnidiella) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos, na forma inundativa, de acordo com a Especificação de Referência, publicada através da PORTARIA SDA Nº 527, de 7 de fevereiro de 2022.
CULTURAS: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre e Aérea (via drone).
INTERVALO DE APLICAÇÃO, NÚMERO, ÉPOCA, MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
ALVO BIOLÓGICO: Tuta absoluta (traça-do-tomateiro).
Eficiência agronômica comprovada para a cultura do tomate.
• Intervalo/ número de aplicação: As liberações devem ser iniciadas de 15 a 20 dias após o transplante ou de 20 a 30 dias, no caso de semeadura direta, e se estenderem por, no mínimo, doze semanas.
• Medidas complementares: Como medidas complementares recomenda-se rotação de culturas, destruição e incorporação de restos culturais imediatamente após a colheita e a utilização de cultivares mais adaptados a região.
• Aplicação terrestre: Liberar 18 mL por hectare por semana, distribuídos em 30 pontos.
• Aplicação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica.
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 18mL/ha em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
ALVO BIOLÓGICO: Helicoverpa zea (broca-grande-do-tomate / lagarta-da-espiga-do-milho).
Eficiência agronômica comprovada para a cultura do tomate.
• Intervalo/número de aplicação: As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas vinte a trinta dias após o plantio/transplante e devem continuar até o fim do ciclo da cultura. O local de liberação dos parasitóides deve corresponder ao terço médio e superior da planta.
• Aplicação terrestre: Liberações semanais de 16 mL de Trichogramma pretiosum por hectare em 30 pontos preferencialmente nas horas mais frescas do dia.
• Aplicação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 16 mL/ha (400.000 adultos/ hectare) em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho.
• Intervalo/número de aplicação: liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando da emissão de 20% dos estilo-estigmas.
• Aplicação terrestre: Em cada liberação, distribuir em pelo menos 25 pontos por hectare, 4 mL de Trichogramma pretiosum. Devem ser realizadas uma a duas liberações por semana, com pelo menos 3 liberações no ciclo da cultura.
• Aplicação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 4 mL/ha em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
ALVO BIOLÓGICO: Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho-do-milho).
Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho.
• Intervalo/número de aplicação: As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando forem observadas as primeiras mariposas de Spodoptera frugiperda. Para determinar o nível de controle de praga, pode-se utilizar armadilhas com feromônios, na densidade de uma para cada 5 hectares. A primeira liberação deverá ocorrer quando a armadilha capturar três mariposas de Spodoptera frugiperda. Realizar três liberações de 4 mL/ha, em 50 pontos bem distribuídos no hectare.
• Medidas complementares: Como medidas complementares indicam-se a manutenção da diversidade vegetal no entorno da lavoura, o plantio consorciado e a rotação de culturas.
• Liberação terrestre: As três liberações de 4 mL/ha deverão ocorrer em intervalos de 7 dias.
• Liberação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica.
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 4 mL/ha (100.000 adultos/ hectare) em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
ALVOS BIOLÓGICOS: Anticarsia gemmatalis (lagarta-da-soja) e Pseudoplusia includens (lagarta-falsa-medideira).
Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja.
• Intervalo/número de aplicação: As liberações de Trichogramma pretiosum promovem o controle conjunto dos dois alvos biológicos e devem ser realizadas quando se observar a presença de adultos ou lagartas de Pseudoplusia includens e/ou Anticarsia gemmatalis na cultura. A maior incidência de Anticarsia gemmatalis ocorre no período vegetativo da cultura da soja e a maior incidência de Pseudoplusia includens ocorre no período reprodutivo.
O número de liberações dependerá da pressão de mariposas no campo sendo necessárias, no mínimo, duas liberações. O intervalo entre as liberações deve ser de 4 (quatro) dias.
• Liberação terrestre: Recomenda-se a liberação de 20 mL/ha quando a soja estiver na fase vegetativa e 30 mL/ha quando estiver no período reprodutivo. As lliberações devem ser em pelo menos 50 pontos bem distribuídos.
• Liberação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica.
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 20 mL/ha (500.000 adultos/ hectare) em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
ALVOS BIOLÓGICOS: Lasiothyris luminosa (traça-da-videira-sul-americana) e Cryptoblabes gnidiella (traça-dos-cachos).
Eficiência agronômica comprovada para a cultura da uva.
• Intervalo/número de aplicação: Liberar semanalmente 8 mL por hectare, em pelos menos 50 pontos equidistantes. Alternativamente, pode-se realizar 2 liberações por semana na dose de 4 mL por hectare.
• Liberação terrestre: As liberações devem ser iniciadas na fase de pré-floração (botão floral) e ocorrerem até a fase da colheita, enquanto forem observados a presença ou os danos causados pelos alvos biológicos. Recomenda-se realizar as liberações no final da tarde após as 17 horas. É necessário realizar o monitoramento dos alvos biológicos da fase de botão floral até a colheita.
• Liberação aérea (via drone): Para as aplicações via drone utiliza-se a embalagem em tubo cartonado (200mL) na qual dispõe-se o produto a granel. O produto deve ser dosado pelo responsável pela aplicação utilizando proveta volumétrica milimétrica.
O plano de voo da liberação via drone deve ser realizado de modo a ter dispersão homogênea de pupas a granel na dosagem 8 mL/ha (500.000 adultos/ hectare) em uma faixa de aplicação de no máximo 20 metros.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os equipamentos de proteção individual apropriados devem ser: botas, máscara e óculos de proteção.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos inimigos naturais).
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à cultura indicada.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio. Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças. Produto incompatível com aplicação de inseticidas químicos não seletivos a este organismo.
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio. Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças. Produto incompatível com aplicação de inseticidas químicos não seletivos a este organismo.