Trichonyd FR 25 CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
3919
Empresa Registrante:
Biotech
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum Isolado CCT 6550 (1,1 X 10⁸ UFC/cm²) 200 mL/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Gel Emulsionável (GL)
Modo de Ação:
Biológico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,060/0,280/0,600 L
Lavável Frasco "pour on" Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Placa de Petri Plástico Rígida Líquido 0,030/0,050/0,150 L

INSTRUÇÕES DE USO:

TRICHONYD FR 25 é um fungicida microbiológico, aplicado no controle de Sclerotinia sclerotiorum (mofo-branco), em todas as culturas nas quais ocorra. Eficiência agronômica comprovada na cultura de Alface.
Modalidade de emprego: pré e pós-emergência.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Realizar 6 aplicações. Sendo a 1ª aplicação no estágio vegetativo 1 (V1) e as demais no intervalo de 5 a 7 dias.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre e aérea. Pulverizador tratorizado de 600L: Volume de calda de 200L/ha, aplicar 33,4 mL/ 3ha (1ª aplicação). Pulverizador tratorizado de 2000L: Volume de calda de 200L/ha, aplicar 167mL/ 15ha
Modo de uso e preparo da calda do produto TRICHONYD FR25®:
1. Com um frasco de TRICHONYD FR25® em mãos, retire TODO o conteúdo interno contendo o Gel mais o fungo.
2. Verta TODO o conteúdo interno do frasco no copo de um liquidificador e adicione 900 ml de água limpa.
3. Ligue o liquidificador por poucos minutos, até que todo o material torne-se um fluido homogêneo.
4. Feita esta simples etapa, estes 900 ml serão suficientes para 15 hectares. Esta será a sua Solução Mãe.
5. Pulverize o produto na área alvo visando o solo, desde o início da cultura.
6. Se possível aplicar o produto em até 6 (seis) vezes na área alvo, sempre guardando o restante do produto não utilizado em geladeira a aproximadamente 6° a 8°C, devidamente identificado.
7. Nunca guarde o produto no Freezer, isso irá inutilizar o produto.
Sugestão de aplicação conforme a área: Vide tabela na bula.
Caso a área da cultura alvo tenha mais de 15 hectares, basta repetir o descrito acima, produzindo um segundo frasco com a Solução Mãe.
Procedimentos para limitar contaminações: Fazer a tríplice lavagem das embalagens no momento de preparo da calda, usar toda a água da lavagem para preparo da calda, após, devolver em local próprio para descarte da embalagem, o local mais próximo está indicado na Nota Fiscal do produto.
A limpeza correta dos equipamentos, como tanques e bicos usados na pulverização é indispensável e tem como finalidade a eliminação de resíduos de agrotóxicos como fungicidas, herbicidas e inseticidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Intervalo de Segurança não determinado devido a não determinação LMR para esse produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:

Aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes desse período, utilize o equipamento de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle químico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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