Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

Trichonyd FR 25 CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
3919
Empresa Registrante:
Biotech
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum Isolado CCT 6550 (1,1 X 10⁸ UFC/cm²) 200 mL/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Gel Emulsionável (GL)
Modo de Ação:
Biológico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,060/0,280/0,600 L
Lavável Frasco "pour on" Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Placa de Petri Plástico Rígida Líquido 0,030/0,050/0,150 L

INSTRUÇÕES DE USO:

TRICHONYD FR 25 é um fungicida microbiológico, aplicado no controle de Sclerotinia sclerotiorum (mofo-branco), em todas as culturas nas quais ocorra. Eficiência agronômica comprovada na cultura de Alface.
Modalidade de emprego: pré e pós-emergência.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Realizar 6 aplicações. Sendo a 1ª aplicação no estágio vegetativo 1 (V1) e as demais no intervalo de 5 a 7 dias.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre e aérea. Pulverizador tratorizado de 600L: Volume de calda de 200L/ha, aplicar 33,4 mL/ 3ha (1ª aplicação). Pulverizador tratorizado de 2000L: Volume de calda de 200L/ha, aplicar 167mL/ 15ha
Modo de uso e preparo da calda do produto TRICHONYD FR25®:
1. Com um frasco de TRICHONYD FR25® em mãos, retire TODO o conteúdo interno contendo o Gel mais o fungo.
2. Verta TODO o conteúdo interno do frasco no copo de um liquidificador e adicione 900 ml de água limpa.
3. Ligue o liquidificador por poucos minutos, até que todo o material torne-se um fluido homogêneo.
4. Feita esta simples etapa, estes 900 ml serão suficientes para 15 hectares. Esta será a sua Solução Mãe.
5. Pulverize o produto na área alvo visando o solo, desde o início da cultura.
6. Se possível aplicar o produto em até 6 (seis) vezes na área alvo, sempre guardando o restante do produto não utilizado em geladeira a aproximadamente 6° a 8°C, devidamente identificado.
7. Nunca guarde o produto no Freezer, isso irá inutilizar o produto.
Sugestão de aplicação conforme a área: Vide tabela na bula.
Caso a área da cultura alvo tenha mais de 15 hectares, basta repetir o descrito acima, produzindo um segundo frasco com a Solução Mãe.
Procedimentos para limitar contaminações: Fazer a tríplice lavagem das embalagens no momento de preparo da calda, usar toda a água da lavagem para preparo da calda, após, devolver em local próprio para descarte da embalagem, o local mais próximo está indicado na Nota Fiscal do produto.
A limpeza correta dos equipamentos, como tanques e bicos usados na pulverização é indispensável e tem como finalidade a eliminação de resíduos de agrotóxicos como fungicidas, herbicidas e inseticidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Intervalo de Segurança não determinado devido a não determinação LMR para esse produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:

Aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes desse período, utilize o equipamento de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle químico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Assine a nossa newsletter e receba nossas notícias e informações direto no seu email

Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.

2b98f7e1-9590-46d7-af32-2c8a921a53c7