Trilag
| Geral | ||
|---|---|---|
|
Nome Técnico:
Trichogramma pretiosum
Registro MAPA:
29418
Empresa Registrante:
TOPBIO |
||
| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichogramma pretiosum | 50000 pupas / cartela | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
|
Técnica de Aplicação:
Cartelas contendo parasitóides
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Biológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
||
Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Cryptoblades gnidiella (Traça dos cachos) | veja aqui | |||
| Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) | veja aqui | |||
| Lasiothyris luminosa (Traça-da-videira) | veja aqui | |||
| Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO
TRILAG (Trichogramma pretiosum) é um agente de controle biológico utilizado no controle da Tuta absoluta (traça-do-tomateiro), Helicoverpa zea (broca-grande-do-tomate/lagarta-da-espiga-do-milho), Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho-do-milho), Anticarsia gemmatalis (lagarta-da-soja) e Chrysodeixis includens (sinonímia: Pseudoplusia includens) (lagarta-falsa-medideira), Lasiothyris luminosa (traça-da-videira-sulamericana) e Cryptoblabes gnidiella (traça-dos-cachos) e em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos, na forma inundativa, de acordo com Especificação de Referência publicada através da Portaria SDA n° 572, 7 de fevereiro de 2022.
CULTURAS
Em todas as cultura com ocorrência dos alvos biológicos.
MODO DE APLICAÇÃO:
Os parasitóides são enviados ao produtor em fase de pupa, e utiliza-se como hospedeiro, ovos da traça dos cereais Ana gasta kuehniella, sendo estes colados no interior das cartelas, para facilitar o transporte sem danos físicos. Após embalado, o parasitóide vai começar a nascer, de acordo a data provável de nascimento constante na embalagem, podendo ter uma pequena variação dependendo da temperatura de armazenamento e transporte. Após a emergência dos parasitóides eles poderão ser liberados. Após a sua subdivisão (destaque da cartela), são expostos os canais de saída (furos laterais nas cartelas) que possibilitam a saída dos insetos, sem a necessidade de rasgá-las.
A liberação é feita em cartelas contendo aproximadamente 50 mil parasitóides divididos em 24 células (cada célula deverá conter aproximadamente 2.100 ovos parasitados). Após o nascimento dos parasitóides dentro da cartela, ela deve ser levada ao campo. O momento exato da liberação é realizado após a constatação do nascimento dos parasitóides. Esta constatação é feita destacando-se 1 dos quadrados da cartela e observando se os parasitóides já estão saindo. Após esta constatação a cartela é levada ao campo e os quadrados são destacados 1 a 1 e espalhados pela área de cultivo, homogeneamente, conforme a dosagem recomendada.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não determinado por ser agente biológico de controle
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produtos estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. : controle cultura, biológico, rotação de inseticidas, acaricias, etc.), visando o programa de Manejo Integrado de Pragas.
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.