Após liderar, Brasil desindustrializou e não consegue voltar
- INTRODUÇÃO E RESUMO -
Nesta semana foi publicada uma má noticia muito preocupante sobre o nível atual e futuro de desindustrialização sequente no Brasil. Esta iniciada no Plano Real e ampliada com as medidas neoliberais, de direita e de esquerda, como se verá e se bem analisará a seguir. Ocorreram – e ainda acontecem - muitas importações totalmente livres, sendo a maioria com 0,0% de impostos e até hoje, inicialmente de muitos trens de metrôs de São Paulo mais de locomotivas e de outras máquinas agrícolas e de construção civil-transportes - entre as mais pesadas – mais de milhões de CKD e SKD veiculares elétricos e híbridos até hoje e, idem, de muito e muito aço, especial ou não, a maioria produzidos na China e países asiáticos ou europeus (a maioria fabricados com minério de ferro quase que inteiramente brasileiro). Pior, tudo isto ocorreu, VERGONHOSAMENTE, após figurarmos entre os países mais industrializados/grandes empregadores industriais do Mundo na década de 80 – pós JK – já como um exemplo mundial e, então, incrivelmente, muito visitado, parabenizado e copiado pelos chineses, indianos, coreanos etc.). A maioria dos consultores especialistas nos temas concordam que para re-industrializar serão precisas, pelo menos, umas 08 mudanças urgentes MAIS de muitos mais investimentos internos e, SOBRETUDO, de investimentos estrangeiros (não especulativos com juros – via SELIC elevadíssima e grande e escancarada/confessa assassina industrial/empresarial - que todos maus patriotas veem, mas permitem e até incentivam) MAIS com ‘spreads” criminosos/escancarados na B3 e nas dezenas de fintechs/vampiras e rentistas ambiciosos, a maioria da Faria Lima, e, modernamente, até pelas facções = “green wash”). PRECISAMOS MUITO MAIS de investimentos estrangeiros diretos e/ou em parcerias, desde que honestos e em longos prazos (exceto para importar ainda mais maquinas pesadas/agrícolas/construção civil/transportes, como são as modas/incentivos normais e a título apenas de um pouco de empregos rurais decadentes/fugitivos dentro-das-porteiras e de muitas divisas/elevadas reservas em Us$ (para que? para matar o povo? Também, teremos que muito reduzir – no futuro até deter - as trocas errôneas e exportações gigantes e continuadas de nossas comodities alimentícias e minerais, abundantes e baratas – todos conhecidos destruidores de nossos solos, águas e biomas – e todos a muito industrializar somente no exterior depois nos reexportarem (alguns ganham muito para todo o povo perder muito ao ter que bancar as reversões de tantas e seguidas devastações de solos e águas mais de reflorestamentos etc.). Da mesma forma, teremos que deixar de importar sem pagar impostos – e até proibirmos após julho/2027, a não ser que pagando 35,5% de impostos – as internações dos milhões de CKD/SKD veiculares elétricos/híbridos/outros, hoje ainda totalmente liberados. OU SEJA, EM PLENO 2026 e com tantos problemas e mudanças ocorrendo no mundo= em nossa volta, AINDA NADA APRENDEMOS COM O MUNDO, e ainda estamos com nossas janelas totalmente escancaradas para tanto, no momento, ou seja, em que somente geram realmente empregos lá fora e, para tanto, até burlando nossas liberações. Nosso maior desafio atual, para todos eles consultores mais, em especial, para eu (bem analisados a seguir) será reindustrializar e convencer/desmistificar nossos AGRONEGOCIOS total, o Setor que menos quer, ou acha que não precisa, da fundamental reindustrialização para todos e para o País voltar a crescer (e, assim, ampliar/assegurar a demanda E A SUA OFERTA internas MAIS sustentar continuadamente quase todo o Agro dentro-da-porteira, que só contribui com menos de 1,0% dos impostos totais no Brasil, pela soma dos ITR, Funrural, IRPF e alguns IRPJ (já todo o agronegócio – completo e com suas 03 fases - contribui com cerca de 24,0% da nossa arrecadação tributária total), ao tempo que os de dentro-da-porteira recebem mais de R$ 600,0 bilhões/ano de financiamentos com juros muitos subsidiados nos famosos Planos-Safras anuais e que a maioria do povo ou não entende e já não concorda.
Recente (primeiro trimestre/2026), para a ONU/IEDI, o Brasil caiu para a 69ª posição de industrialização no ranking mundial com 90 países mais industrializados, permanecendo como parte dos 1/3 (33%) dos países com pior desempenho industrial do Mundo. Ainda recente, no primeiro trimestre de 2025, éramos o 47ª do mundo (33º lugar em igual período de 2024), mas – por uma série de erros internos como os descritos/analisados apenas em parte acima (ainda não pelos efeitos posteriores das tarifas de Trump NEM pela guerra Trump-Irã NEM pelo efeito Ormuz NEM pelos cancelamentos de compras pela China e Europa) - elevamos rapidamente para a 80ª posição no último trimestre de 2025 (um pouco pior do que a atual). ASSIM, A ATUAL E FUTURA SITUAÇÃO INDUSTRIAL BRASILEIRA JÁ PREOCUPA E MUITISSIMO, E MUITO TEM QUE SER FEITO DE REAL E RAPIDAMENTE.
- ESTUDO DETALHADO DE SITUAÇÕES/CASOS ESTRATEGICOS MAIS PROPOSTAS DE ATUAÇÕES -
O Brasil, segundo o eminente Prof. José Kobori (um nipo-brasileiro muito patriota/desenvolvimentista e também ótimo discípulo do saudoso super ministro Dilson Funaro), precisará gerar pelo menos de 12,0 milhões de novos empregos INDUSTRIAIS (pagando mais de 3 SM/mês) nos próximos 10 anos, senão o País vai virar uma favela.
Assim, para ele mais diversos outros economistas renomados/autores socioeconômicos externos (e que consulto semanalmente) MAIS para o eminente perito e professor socialista, Elias Jabbour, reindustrializar o Brasil já é uma questão de vida ou de morte, pois, ou re-industrializamos ou a nossa economia atual morre (vindo os desempregos, inflação, bloqueios, greves, revoltas, etc..) e somente nosso Estado (Governo Federal) conseguirá refazer e re-comandar tudo isto. Recomendo muito bem acompanhar diariamente, ambos, pois, este eminente brasileiro Prof. Dr. Jose Kobori da UNICESP e FGV talvez já seja o atual maior especialista em finanças do Brasil, pois já com mais de 30 anos atuando no mercado financeiro; com 10 anos de IBMEC e atuando em fusões e aquisições e com Canal em linguagem clara e direta e já com milhares de seguidores diários da “Confraria Jose Kobori”). Acerca vide “A China Acendeu um Alerta Vermelho para o Agronegócio Brasileiro” em https://youtu.be/TEn7Bk3giU0?is=YNxb7ZETOwlQseSa - VIDE AINDA MAIS EM: https://youtube.com/shorts/m1kwnVZkcRg?is=GFUKCz93PnrRMAYe .
Pelo lado favorável ao Brasil, recente, o gigante Bank of América BOFA (com US$ 2,6 trilhões em ativos no Mundo, maior do que o PIB do Brasil) divulgou um novo relatório intitulado: ‘Brasil: O Novo Ouro do Mundo’. Como prova, somente em 2026, entraram R$ 68,0 bilhões de capital estrangeiro na nossa Bolsa B3 (que bate seguidos recordes e já com acima de 200 mil pontos no IBOVESPA e o dólar oscila muito, mas, com tendencias de queda em longo prazo), ante apenas R$ 25,0 bilhões em todo 2025. O Brasil está se comportando como um ativo quase que livre de riscos, segundo o BOFA, por 4 motivos principais: 1) Os estrangeiros ainda têm pouquíssimos recursos investidos no Brasil; 2) Somos grandes e confiáveis fornecedores mundiais de muitas commodities e num momento em que o Mundo as procuram muito e até brigam por isto; 3) O dólar está fraco globalmente; 4) Boa parte dos países da América do Sul estão migrando para pensamentos e políticas de direita e ficar na esquerda (como somente o Brasil e o Paraguai) é muito melhor e mais confiável para eles, nas estranhas visões de tais investidores (decisões sigilosas deles, mas, talvez, pelas melhores distribuição de rendas e de bem maiores demandas familiares futuras). Vide mais dados e análises acerca em: https://www.instagram.com/reel/DXP9FyLkxZx/?igsh=amVmZWw1NmE1cXYx .
O Brasil atual tem uma taxa de investimento de 16,8% (não de ampliação do PIB), mas com a indústria somente representando 10,0% disto.
Recente, o eminente Prof. Jose Kobori também advertiu que ou o Brasil re-industrializa URGENTE (sobretudo no agro e lembrando que ele afirma que, depois da era Vargas até a década de 80, o Brasil era um dos países mais industriais do mundo) ou será UMA QUESTAO DE VIDA OU DE MORTE ou a nossa economia morre, sobretudo socioeconômica e ambientalmente. Para ele, talvez neste novo cenário de nova ordem mundial multipolar iniciante, isto exigirá que apenas o Estado Brasil reveja nossas estratégias e que CRIE UM NOVO PROJETO DE PAIS, pois nossos empresários (e financistas de sampa e demais) – os chamados CAPITALISTAS - nunca o farão. Vide em: https://youtube.com/shorts/63PDMVTs4GQ?is=H0jyHhmXEiQscEbg .
Para Jose Kobori, o nosso BNDES é um dos maiores bancos de desenvolvimento do Mundo, mas é único, enquanto que somente a China tem 04 Bancos de Desenvolvimentos grandes (atuam por setor em todo o País) MAIS outros 144 bancos de desenvolvimentos regionais de pequenos portes. APROVEITANDO QUE O BRASIL É CONSIDERADO – conforme o BOFA acima – COMO A BOLA/DICA DA VEZ NOS INVESTIMENTOS INTERNACIONAIS, para compensar parte disso (MAIS para muito afugentar milhares de rentistas profissionais e nossos ATUAIS falsos investidores/vampiros/urubus na nossa Bolsa, mais alguns Bancos e Fintechs). ASSIM, A OCASIÃO MUNDIAL É MUITO OPORTUNA PARA INVESTIR MUITO MAIS – DESDE QUE RAPIDAMENTE E COM MENOS BUROCRACIAS já comuns no Brasil - NA REINDUSTRIALIZAÇÃO RAPIDA DO NOSSOSPAIS. Mas, para tanto, acho que o nosso GLORIOSO e muito sério BNDES precisaria mais que dobrar sua ótima equipe e para prospectar e emitir até 05 vezes mais DEBENTURES INCENTIVADAS (e/ou garantidas por seguros internacionais de performances produtivas e financeiras) EM LONGOS PRAZOS (Lei 12.431/2011 que isenta de tributação ou muito a reduz) e a serem quase todas compradas/investidas em médios e longo prazos por centenas de Fundos de Investimentos MAIS, sobretudo, por muitos FUNDOS DE PENSÃO ESTRANGEIROS E INTERNOS. Para todos, haveriam remunerações mínimas já garantidas pelo BNDES MAIS pelo Governo brasileiro MAIS por algumas seguradoras estrangeiras sérias e baratas, via seguros internacionais muito conhecidos (ainda não disponíveis nas Seguradoras no Brasil) e dos tipos: “completion bond”, “performance bond” e até “surety bond”.
Ainda para Kobori, temos que aproveitar este momento de altos sucessos internacionais de demandas por nossos maiores volumes, preços menores e ótimas qualidades e, com isto, com nossas bem mais exportações de nossos agronegócios para - em conjunto e sem políticas míopes ou apenas bipartidárias (que já destroem até os EUA) e sem nossa eterna síndrome de vira-latas -, voltarmos a agro industrializar rápido nosso Pais, pois as crises contra o agro do Brasil - endividamentos gigantes a bem solucionar mais devastações de solos, aguas e biomas a refazer (ambos com somente o povo pagando) - virão e até rápido. Vide em: https://youtu.be/luLy5zJG97Y?is=_X7D6EeO5DwO9IpQ .
Ainda para Kobori, a China mais os países árabes e até a Índia estão muito assustados com tudo o ocorrido no Mundo em 2025 e 2026 e se preparam para serem autossuficientes em diversos setores, sobretudo em alimentos, terras raras como níquel, uranio, neodomínio, cério, lântano, monazita, grafite nuclear e, sobretudo, nióbio (item este em que detemos 94,0% das reservas caras e raras do Mundo atual, mas que o Brasil exporta em granel bruto, mas depois importa na forma de peças de avião e de satélites) e em novas tecnologias, inclusive de super foguetes. Consta que a China procura na lua – e até já achou um: ‘o Chang’e-5’, rico em Hélio-3 este o maior ambicionado real - um mineral raríssimo capaz de permitir a fusão nuclear ilimitada.
Ao meu ver, causaram enormes medos e apreensões nesses países e regiões os seguintes erros e infelicidades diretivas em 2025 e 2026:
1) Imposições de tarifas incertas e completamente errôneas por Trump para os países fornecedores dos EUA, reduzindo/prejudicando o livre comércio intencional, bagunçando completamente a segurança alimentar de muitos países e totalmente desrespeitando as claras regras da OMC; 2) Invasão e Guerra Trump-Iran, o que muito desestabilizou os países árabes que se achavam muito protegidos pelos EUA e que agora tendem a se unir até podendo muito reduzir a oferta de petróleo pela OPEP e sem os EUA ou qualquer outro Pais poderem, novamente, intervirem/controlarem;
3) Capacidade imediata de fechamento das fronteiras mais de reações inesperadas do Iran, que praticamente impediu o avanço e anulou os ataques dos EUA (isto, de futuro, pode armar ainda mais e até ser copiado por diversos outros países daquela região, assim como o Vietnã fez outrora também contra os EUA protetor);
4) Fechamento por muito tempo pelo Iran do Estreito de Ormuz, o que impediu o escoamento e as entregas compradas e pagas do estratégico petróleo e derivados, sobretudo para a China. Tal fechamento altera a cadeias de suprimentos de muitos itens do Mundo (não somente de petróleo, mas também de alimentos, fertilizantes fundamentais e outras energias), o que muda muito seus preços e causa enormes prejuízos financeiros e de abastecimentos, servindo como um grave alerta de futuro.
ISTO TUDO ACENDEU NA CHINA UM ALERTA DE QUE ELA NÃO PODE DEPENDER DE OUTROS PAÍSES PARA SE ALIMENTAR (SE FALTAREM, PODERIA ATÉ GERAR GRAVE CRISE POPULAR INTERNA, INCLUSIVE DE PERDAS DE CREDIBILIDADE GOVERNAMENTAL) E O PAÍS JÁ DECLAROU QUE IRÁ – ESTRATEGICAMENTE E MUITO PENSANDO NO SEU FUTURO - INVESTIR MUITO EM SUA SEGURANÇA ALIMENTAR (seja em território chines e/ou em muitos outros países, até africanos, desde que com plantios próprios e liberados), O QUE, DE FUTURO, MUITO IRÁ PREJUDICAR TODO O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, VEZ QUE ELES JÁ SÃO NOSSOS MAIORES COMPRADORES. Na verdade, a China até já ligou um grande alerta para o agronegócio do Brasil e, aos poucos, iremos perder nosso maior cliente se nada for feito agora, sobretudo para muito agro industrializar rapidamente mais para sairmos da dependência externa de fertilizantes e de agroquímicos. Não podemos mais vender somente comodities para as tradings, até porque elas também passarão por sérios problemas mundiais. Vide “O plano da China pode abalar o agronegócio brasileiro?" em: https://youtube.com/shorts/uvltSowu9Vs?is=V-XOsbI0thyczMtn
Por exemplo, REVELO aqui (via amigos que já foram visitar/comprovar há 10 anos, mas ainda com difíceis acessos) que na fronteira quíntupla gigante do Brasil-Roraima (que conhecemos como Fronteira Norte ou Arco Norte) mais fronteiras com Guiana (hoje já riquíssima em petróleo mas, que, recente, até ofereceu áreas agrícolas “de graça” para brasileiros plantarem - vide link a seguir) mais Colômbia mais Equador mais Venezuela ainda há cerca de 51,0 milhões de hectares de cerrados e de campos livres com bons solos e com chuvas bem definidas e ainda sem entraves/exigências ambientais, infelizmente, e mais acessável/escoável via hidrovia do rio Negro mais porto de Itacoatiara - AM Brasil ou mesmo pela hidrovia do rio Essequibo, que nasce na serra acarai, fronteira com o Brasil, e corre para o norte por aproximadamente 1,0 mil quilômetros até desembocar no Oceano Atlantico a 21 km da cidade/porto de Georgetown. Tudo seria para cultivos INTENSIVOS de grãos, alimentos e carnes e muito mais perto dos portos profundos do Atlântico (não do Pacifico), mas ainda dependentes do, decadente/secante, Canal do Panamá. Para comparar, na Safra Brasil 2025/26, nossa área total plantada com grãos foi de 83,5 milhões de hectares (com produção gigante de 360,1 milhões de t. de grãos, a maior parte seguindo para a China, conforme acima), segundo a CONAB. AH SE OS CHINEES DESCOBREM ISTO. Vide mais dados em: https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/soja/182689-fronteira-norte-uma-area-de-cerrado-reserada-para-o-avanco-das-lavouras-de-soja.html MAIS em:
https://www.instagram.com/p/DXW5voKjA5m/?igsh=eTU5dG1oYW85em1x ;
Contudo, recente, para eu, o Brasil despencou para o 69º Pais no ranking de produção industrial em uma lista de 90 países, sendo que, em 2023, ocupávamos a 33ª posição mundial MAIS nossa tributação muito concentrada/abrangente/múltipla/estranha = complicada/não entendível externamente (não excessiva, mas numa gigante sopa de siglas somadas, sendo que somente nos últimos 3 anos foram editadas pelo Governo atual 28 mudanças e/ou criações de novos impostos) MAIS Juros INTERNOS elevadíssimos = SELIC Faria Lima/BACEN (de forma ainda a atrair investidores internacionais que veem bem mais para especular com arbitragens, “spreads” e ações suspeitas em nossa Bolsa B3, do que em se associarem para bem investirem em médios e longos prazos) MAIS por certa falta de abertura comercial e exploratória, reais, e muito denunciada/questionada pelos EUA e Europa e com isto ocorrendo há décadas e até já levando a uma situação estranha de já forte queda dos empregos rurais (na verdade, por seguidos e crescentes abandonos dos empregos por baixa renda da família trabalhadora rural mais quase que inexistências de condições saudáveis reais de moradias familiares dos empregados) -, mas em que ainda se proíbe que estrangeiros tenham terra para aqui cultivarem, empregarem e pagarem bem mais as tais famílias.
Contudo, por outro lado, muitos citam que a forte liberação e a gigante abertura internacional para acessos aos nossos mercados durante e após o Plano Real foram das maiores culpadas de nossa elevada desindustrialização atual. Vide mais dados e análises em https://www.youtube.com/watch?v=go_r4Y6SsDo .
Para Kobori, se não se mudar-se as regras e se refazer a Constituição Cidadã de 1988, rapidamente, para re-industrializar realmente, não adiantará termos empresas renomadas e/ou de porte como VALE, PETROBRAS, EMBRAER, EMBRAPA, BNDES, GRANDE BANCOS etc. pois, com elas sozinhas (mesmo que muito mais dinamizadas) o Brasil não vai voltar e a desenvolver. É PRECISO EXIGIR QUE O AGRONEGOCIO E SEUS PATROCINADORES/COMPRADORES/EXPORTADORES “IN NATURA” ACEITEM, REALMENTE, REAGROINDUSTRIALIZAR.
Complementarmente, a grande verdade atual e muito assustadora mundial – embora não sendo nosso foco, mas que também muito pode refletir negativamente nas exportações indústrias futuras do Brasil pelas fortes quedas das demandas futuras - é que nos EUA já cerca de 40,0% da população atual (número elevadíssimo, pois, em torno de 137 milhões de pessoas) já passam fome ou estão inteiramente desassistidas em suas saúdes/atendimentos médicos-odontológicos (caríssimos e controlados/cartelizados pelos gigantes grupos empresariais médico-hospitalares mais pelas seguradoras dominantes e até com apoios do Governo e, muito pior, boa parte, destas já moram ou foram abandonados nas ruas – vide também aqui meus artigos recentes acerca). Até consta, ABSURDAMENTE que, recente, Trump declarou que não poderia parar/gastar no intuito de bem assistir e de socorrer tais indivíduos, boa parte Yankees (e que os mais ricos de lá consideram como penalizados por Deus e/ou preguiçosos/decadentes profissionais), PORQUE TINHA GUERRAS CARISSIMAS PARA TOCAR (será?). Vide: “Trump é acusado de 'criminalizar a pobreza' após assinar ordem que abre caminho para internação compulsória de moradores de rua” em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/07/24/trump-e-acusado-de-criminalizar-a-pobreza-apos-assinar-ordem-que-abre-caminho-para-internacao-compulsoria-de-moradores-de-rua.ghtml .
Complementando, para Jabbour, tínhamos uma das maiores e melhores setores industriais do Mundo (bem superior ao da China, Índia e Coreia do Sul, por exemplo), mas que, sabidamente e para muitos, o Plano Real (FHC em 1975) - em sua ânsia de zerar a inflação (para ele, os países precisa de um pouco de inflação (não de hiperinflação, obviamente) para se desenvolverem, até como parte dos ciclos econômicos, pois faz parte do chamado “mal da economia de mercado” (capitalistas), até como mecanismos/índices de medições/aferições constantes das eficácias de medidas e de políticas governamentais, isto é, os países não precisam matar a todos para tentar zera-la, mas aprenderem a bem conviver com ela, até domando-a um pouco, via ampliação programada da oferta da economia) MAIS certas políticas neoliberais posteriores foram os grandes responsáveis por desindustrializar o Brasil rapidamente (e que ainda tornam muito difícil re-industrializar hoje, o que é fundamental neste momento) AO PERMITIR/ESTIMULAR QUASE LIVRES ATUAÇÕES OU INFLUENCIAS SOMADAS E QUASE QUE SIMULTANEAS DOS SEGUINTES FATORES: 1) Quase que zeramento temporário do nosso câmbio (até R$ 0,75 = U$/1,00) e, assim, com falso e bem maior poder monetário internacional e importador de nossa moeda; 2) Priorização quase que total e muito estimulada de importação de grandes maquinas (trens, metrôs, navios, armas, escavadeiras, tratores, colheitadeiras etc..) que deveriam serem fabricadas no Brasil mesmo que parcialmente via CKD (apenas montagens no Brasil como ainda ocorre em parte da indústria de veículos e maquinas de porte) e/ou em ‘joint ventures’ fabricantes e tudo isto com baixíssimo nível de nacionalização, o que quase que matou nossa já enorme, mas ainda recente, indústria de maquinas, equipamentos e similares, pesados ou não
Antes de 1975 (Plano Real), para eu, o Indice de nacionalização industrial, com quesitos realmente protetores industriais e exigidos no Brasil era de 75,0% a 85,0%, mas, com tantas politicas errôneas, hoje, o índice exigido pelo BNDES reduziu para apenas 60,0% (em valor e peso), ou seja, já apenas 40,0% dos conteúdos e das peças das máquinas, equipamentos e outros, em geral, podem vir do exterior, e pior, no caso de equipamentos, maquinas etc., para projetos de óleo e gás (autorizados pela ANP) em que este índice pode reduzir para apenas 18,0% a 40,0% de nacionalização, ou seja, de 60,0% a 82,0% podem vir, até livremente, do exterior – vide antes sobre os atuais e futuros níveis tarifários dos CKD e SKD de veículos elétricos/híbridos. AINDA PIOR, é que por diversas determinações seguidas e errôneas - que muito favorecem as importações de veículos e somente a título de produzir mais empregos, pois raramente eles são reexportados -, os CKD e SKD veiculares (plataformas semi completas ou quase já prontas e feitas no exterior) são considerados como bens de produções/montagens internas nacionais, ou seja, já como sendo unidades locais e que, portanto, não se sujeitam aos índices de nacionalização, segundo os críticos.
Para Jabbour (Escritor socialista e eminente Professor, Elias Jabbour, da UERJ e com brilhantes depoimentos/debates recentes no site realmente independente, “Opera Mundi”, aqui sintetizados), nivelar (isto é, derrubar o contido no marco legal da nossa Constituição Cidadã de 1988) o poder do capital nacional frente ao capital estrangeiro (que entra e sai livremente) ainda é o grande erro que persiste e que já leva a forte desindustrialização rápida do País.
Ainda para Jabbour - vide abaixo - nossa atual Lei de Responsabilidade Fiscal (Arcabouço Fiscal antigo e cuja regra principal ainda é de que “é necessário poupar para, somente então, desenvolver”) se tornou numa grande farra manipuladora para enriquecer ainda mais os já ricos, a título de, falsamente, reduzir o endividamento. Tudo é liberado/até planejado e ocorre para elevar muito mais a SELIC e os custos de produção e as quebradeiras de empresas pequenas (ótima ferramenta para muito especular-se na Bolsa) e, assim, não gerar inflação (ao tempo que enriquecem os da Faria Lima, mais os grandes bancos mais, talvez, até os líderes das obscuras entidades antipatrióticas de sampa).
Na verdade, o Brasil pode e deve se expor muito mais internacionalmente, pois ainda deve muito muito pouco antes os demais países (situação comprovadamente falsa, pois devemos muito pouco, iguais a 73,0% do nosso PIB segundo a Wikipedia, enquanto países com quem mais nos relacionamos e que também bem se desenvolveram no Mundo são exatamente os que mais devem, como no Japão (236,0% do PIB), Itália (155,0% do PIB), Portugal (135,0%), EUA (128,0%) e França (115,0)% - vide meus outros estudos comparativos e recentes acerca.
Adicionalmente, ainda segundo o eminente prof. Dr. Jose Kobori o Brasil tem urgente que voltar a industrializar (sobretudo agro industrializar) mais para exportar processados para o Mundo (tornando-se um formador de seus preços) e não apenas de grãos e de minérios, em que não passa de um mero tomador de preços formados nas bolsas e nos países importadores. Kobori nos lembra que já fomos muito industriais desde a década de 30 – a era Vargas e depois JK - até a década de 80 (quando éramos uma potência industrial em ascensão) até a nossa revolução neoliberal iniciada no Plano Real, talvez o maior vilão da desindustrialização rápida e nunca aceita por muitos falsos protetores e/ou interessados. Tudo começou quando voltamos/passamos a ser uma potência APENAS agrícola e para termos nossa segurança alimentar garantida (e recebermos/retermos bem mais divisas). Ao contrário, deveríamos processar/fabricar o máximo possível de alimentos para auto consumos (também substituindo as muitas importações deles) e não exportarmos tudo “free” mais destruirmos muito nossos solos, águas e biomas etc. (isto é, em seguidos e bem ocultados crimes ambientais) como até hoje bem fazemos.
Agora, como a meta de nossos maiores países importadores de grãos e outros itens agrícolas (sobretudo soja, milho, café, açúcar, etanol, madeiras, frutas e carnes “in natura” etc..) é se tornar autossuficiente neles (sobretudo a China e a Índia que já anunciaram que - após tal confusão mundial de Trump-Iran e a nova ordem mundial vigente - não querem depender de nenhum País do Mundo para se alimentar) muito se afetará/complicará o Brasil futuro.
Nesta situação já gravíssima, e piorando, acho eu que, o Credito Rural brasileiro precisa, urgentemente, ser renovado, repensado agora e tudo para bem mais modernização de nossos imóveis de quaisquer portes não para apenas produzir MAS para agregar o máximo de valor e de marcas locais/regionais MAIS para ampliar nossa demanda interna por alimentos nacionais já prontos e, sobretudo para fazer MAIS famílias/operários voltarem/se re-fixarem nos campos MAIS para aumentar as rendas familiares rurais MAIS os empregos rurais e, com tudo, isto muito ampliando os autos consumos de alimentos locais/regionais/coletivos já prontos.
Jabbour também analisa os principais obstáculos ao desenvolvimento industrial e aponta o AGRONEGOCIO como um dos setores com menor interesse nessa pauta, vez que seu modelo de acumulação não depende da indústria nacional. Jabbour defende a reindustrialização como eixo central para os próximos 04 anos do novo Governo e com o objetivo claro de recuperar a participação da indústria no PIB e gerar o máximo de empregos rurais de qualidade. Para ele, esse é um movimento que vai além da economia: a ausência de um projeto industrial concreto condena o país à irrelevância e abre espaço para o avanço do fascismo.
Pior é que, para o Prof. Jabour, nosso muito aclamado agronegócio (muito subsidiado nos financiamentos de investimentos em maquinas e em longuíssimos prazos) já disse que não quer reindustrializar, o que é um grande e - e até incrível - obstáculo para os interesses/necessidades de todo o País/povo e que, certamente, levará o Governo (que parece que já sabe que está sendo muito enganado por tais empresas fabricantes/grandes produtoras de máquinas e insumos agrícolas e falsas processadoras há anos) a tomar serias medidas acerca.
Segundo ambos consultores, o agronegócio não tem interesse real no desenvolvimento nacional, pois já recebem mais de R$ 650,0 bilhões anuais do Plano Safra (cuja maior parte dos recursos sabe-se que não é do Governo, mas, sim, veem dos compulsórios e das exigibilidades bancarias, incidentes, sobretudo em cima dos depósitos à vista mais dos a prazos, poupanças etc. MAIS das muitas CPR financeiras, ou seja, de recursos do povo e consumidores) – e com juros até negativos - e que pagam apenas 1,0% de todos os Impostos totais do País (os agricultores dentro-da-porteira). No Brasil, FATO É QUE NINGUÉM AINDA – externo ou interno; público, privado ou cooperativo - QUER FINANCIAR, BANCAR ou sequer incentivar tais INVESTIMENTOS RURAIS (já fundamentais agora e no futuro como se lerá a seguir), MAS TODOS PRECISAM E QUEREM LUCRAR MUITO MAIS - DESDE QUE COM “ZEROS RISCOS” - COM OS RESULTADOS DELES.
Assim, o BRASIL - POR QUESTÕES DE VIDA OU DE MORTE SOCIOECONOMICA E AMBIENTAL FUTURAS - PRECISA URGENTE RE-INDUSTRIALIZAR (sobretudo no agro) segundo o eminente prof. Jose Kobori. De Vargas até a década de 80, nossa indústria era uma das mais poderosas e desenvolvidas do Mundo (bem mais que a soma da China + Coreia do Sul, a época, e que vieram nos visitar para copiarem) mais aí veio o neoliberalismo mundial (Consenso de Washington) mais o Plano Real brasileiro e que, para controlar a inflação e o câmbio, tudo abriram e permitiram que a indústria mundial nos invadisse e, após, desabassem/destruíssem a nossa indústria total e que somente agora - bem tardiamente - o Governo aceita e até já tenta proteger/incentivar.
Para Kobori, o Brasil desindustrializou já na década de 80 quando os chineses vieram até o Brasil para entender como um País (Brasil) conseguira se industrializar tanto e tão rápido. Na década de 80, a produção industrial do Brasil era igual a soma industrial da China mais da Coreia do Sul, mas ai veio a fase neoliberal e de abertura total de nossos mercados (Consenso de Washington) que tudo derrubou RAPIDAMENTE no Brasil. Também, nosso Plano Real (do sociólogo FHC), muito derrubou a inflação, mas – que para manter o câmbio também sobre seu controle -, elevou muito nossos juros até os astronômicos níveis atuais e, pior, muito abriu nossas fronteiras para as competições - já muito desiguais - pela poderosa indústria mundial, mas destruindo a nossa. Abriu-se muito nossos mercados e desprotegeu-se totalmente nossas industrias e empresas. NENHUM PAÍS NO MUNDO, SEGUNDO OS MAIORES ECONOMISTAS, CRESCEU/DESENVOLVEU SEM MUITO BEM PROTEGER SUAS INDUSTRIAS, COMO O BRASIL TENTA FAZER SOMENTE AGORA. Vide mais em: https://youtube.com/shorts/63PDMVTs4GQ?is=H0jyHhmXEiQscEbg
Para ambos acima, é até normal nos países que antes de desenvolver, ele se desindustrialize em alguns momentos, sendo verdades que os Países mais capitalistas/mais industrializados tendem a se desindustrializar em alguns momentos, mas no Brasil isto foi muito precoce. Nos anos 80, as teorias globalizantes mataram a nossa indústria quase que por completo. A nossa desindustrialização precoce começou com as importações completas dos trens do metrô de São Paulo, comprados da Espanha mais dos EUA e até da Hungria. Nos anos 80, o Brasil tinha o maior parque metal mecânico do mundo, sobretudo para atender os veículos de JK. O Brasil – pressionado por um forte Congresso neoliberal - também não participou nem completou a sua 2ª fase da revolução industrial mundial e também muito favoreceu, estranhamente (contra tudo e contra todos os muito patriotas Consultores/Professores, á época), as muitas compras externas da já muito forte indústria química, metal mecânica e construção pesada, mundiais, como de locomotivas, trilhos, aços especiais, ferrovias, metrôs, viadutos, usinas hidroelétricas etc.., itens que o Brasil já muito fabricava antes. Hoje se sabe que tudo se fez para manter uma tal de estabilidade monetária e queda da inflação MAIS forte valorização do nosso câmbio (sono de falso enriquecimento) MAIS significativas ampliações de nossas divisas e das reservas em Us$ etc. tudo apenas para enfrentar-se futuras crises mundiais (outro pesadelo/sonho, pois nunca foram usados para tanto), TODO ITENS QUE nunca atenderam os interesses reais da nação e do povo e, pior, que agora nos colocam numa fria de ter que reindustarilizar muito e rapidamente.
Pessoalmente, Kobori cita que nunca foi admirador de Adam Smith ou de Karl Marx ou de Mao Tse Tung, mas, cito que eu sempre acreditei muito mais na pratica diária dos ensinamentos até anticristãos (infelizmente) apenas do grande general chinês Tzun-Tsu (e até um pouco de Maquiavel). Desde 1.500, ao meu ver, somos parte dos palcos das guerras europeias/persas/asiáticas/árabes, mas tivemos o azar de a marinha Portuguesa/copia-complemento da Inglesa ser a mais poderosa do Mundo a época e não da marinha Holandesa. Culturalmente, nós e os Yankees somos filhos de prostitutas europeias mais de piratas, disfarçados de capitães de navios, mais de escravos comprados mais de índios aportuguesados cristãos e muito submissos (muito ao contrário dos Yankees). Só que os Yankees tiveram a sorte de serem colonizados pela marinha inglesa, enquanto nós ficamos apenas com os muitos ambiciosos, escravagistas e até sujos portugueses.
Assim, tudo no Brasil atual é bem mais uma questão cultural e de nossas más origens somadas. Para compensar, acho que fomos muito premiados por Deus apenas pela localização tropical/equatorial, o que nos permite bons climas, florestas, muitas águas, montanhas, muitos alimentos, muitos minérios e por estarmos, literalmente, no meio/centro geográfico do novo mundo, pois até os Andes a Oeste e o Atlântico vasto a Leste nos protegem muito e de muitos. Nunca tivemos, cultural e disciplinarmente como competirmos com nações milenares, problemáticas e muito mal localizadas, como a China, Japão, Persas/Iran, Vikings (Noruega, Suécia, Luxemburgo, Holanda, Alemanha) mas, o grande general TZUN-TSU acima, bem ensinou que SE NÃO PODES COMPETIR COM ELES, CEDAS UM POUCO, PARA SE UNIR E VENCER COM ELES.
AGORA, NOS ALIANDO MUITO MAIS COM OS CHINESES, COREANOS E INDIANOS ETC. ESTAMOS OU NÃO, NOS CAMINHOS CERTOS?
Ainda pior - acerca de nossa seguida desindustrialização ainda escancarada/liberada/talvez até incentivada - é que, recente (junho/2026), a GECEX/Camex aprovou uma nova cota de US$ 463,0 milhões para liberar importações até dezembro/2026 de veículos elétricos e híbridos, se nas formas de CKD e SKD e com alíquota de 0% de Imposto de Importação e idem sem cumprirem os índices de proteção indústria nacional. Já a gigante e muito conceituada fabricante chinesa BYD afirma/pleiteia que precisa de, pelo menos, mais 01 ano (até meados de 2027) sem restrições e com as atuais cotas financeiras de importações liberadas (até tais Us$ 463,0 milhões). Para CKD, a tarifa GECEX permanecerá em 14,0% até o fim de 2026, mas para os SKD já sobe para 35,5% após julho/2026, mesmo nível dos veículos elétricos/híbridos já prontos (estes sem cotas). Após janeiro/2027, o imposto de todos sobe para 35,5%. Tudo ocorre para que a BYD possa concluir sua fábrica na Bahia (ainda falta concluir as seções de estamparia, pintura e soldagem) e ainda para não prejudicar a evolução das ofertas baratas de seus veículos elétricos e, assim, de forma a consolidar o mercado elétrico e hibrido no Brasil. A BYD sempre reafirma que veio para o Brasil – conforme bem combinado e bem mantido com o Governo atual - para ser uma fabricante 100,0% nacional e não uma importadora/montadora, para tanto investindo gigantes R$ 140,0 bilhões, conforme o acordado e o prometido.
Complementando, temos, para Jabbour, que, urgente, somarmos o controle da inflação MAIS a geração de bem mais empregos MAIS os aumentos consentâneos da renda familiar MAIS o desenvolvimento socioeconômico e ambiental saudável.
‘Somente controlar a inflação é como dar um tiro com uma grande bala numa barata e também destruir tudo ao redor dela’. Hoje, há apenas 27 países que fixam meta de inflação, mas que poucos cumprem, até porque, para ele, a maior parte da inflação anual é bem mais por eventos climáticos (no que eu também sempre apostei e escrevi) e não financeiros de câmbio mais de taxas juros – SELIC, emissões de moedas etc.
Há 40 anos, para eu, também temos as maiores taxas de juros médias do Mundo mais uma taxa de câmbio que flutua estranha e diariamente (ninguém no Mundo entende ou bem opera com isto), o País pouco se desenvolve realmente com isto, pois tais juros são mais para atrair capitais externos especulativos (com elevadíssimos/criminosos/livres/persistentes “spreads” e operando/negociando com ações de empresas de pouco futuro/pouco importantes) em nossa Bolsa B3, do que, realmente, para parcerias ou investimentos diretos para desenvolver o País.
Também, para todos nós, temos, urgente, que recriarmos/trocarmos a nossa moeda REAL semiprivada por outra moeda REAL totalmente, publica. Verdade é que ainda não temos uma moeda pública para usos e controles dos interesses diários apenas do Povo (País) via Governos, mas ainda COM O NOSSO REAL ATUAL muito mais sobre controles do BACEN mais dos Bancos, Fintechs, FEBRABAN, Faria Lima; Bolsa B3 etc... Vide mais dados e análises em: https://youtu.be/CvAn6z7LDxA?is=yYzjplDOpqPHbQud .
Ainda para Jabbour, para o Brasil reindustrializar e muito desenvolver de forma confiável e rápida é fundamental ter a nossa IA - Inteligência Artificial própria – desde que realmente confiáveis - mais nossas redes sociais e de trabalho (‘big techs’), todas também próprias e não importadas, como o Instagram, youtube, watts-app, facebook, gmail etc. Segundo ele, enquanto a China já se investe US$ 1,0 trilhão nos próximos 5 anos na sua revolucionária e muito segura IA própria, no Brasil somente se investirá US$ 28,0 bilhões (será?). Também, na China, segundo ele, apenas 3,0% da população atual ainda acessa as redes sociais estrangeiras como acima (não as que talvez roubem dados nem as copy-colas e COM IA TOTALMENTE SUSPEITAS/POUCO CONFIAVEIS como parece que são/têm as redes americanas acima).
Precisaremos, como na China atual, bem mais das muito mais confiáveis redes próprias, como a” Wechat”. O que o WeChat faz? 1) Mensagens e chamadas: troca de textos, áudios e vídeos em tempo real; 2) “Moments”: mural onde usuários compartilham fotos e atualizações com amigos; 3) Pagamentos digitais: o “WeChat Pay’ permite pagar contas, fazer compras e transferir dinheiro; 4) Serviços utilitários: pedir táxi, solicitar comida e usar serviços públicos direto no app.
Para mim, nossos investidores estrangeiros, em médios e longo prazos, precisam bem assimilar que o Brasil não vai mais manter juros elevadíssimos (SELIC) nem as elevadas especulações na B3 por muito tempo – de onde muitas empresas pequenas podem quebrar e sair -, isto é, por muitos anos e que valerá bem mais a pena vir para o Brasil como investidores em parceiras e/ou diretos no Brasil (como a China já está fazendo intensamente/calculadamente no nosso Nordeste). Afinal, tudo se fará não somente para aproveitarem nosso mercado gigante com 214,5 milhões de consumidores locais e/ou mais cerca de 30,0% (dos 440,5 milhões de pessoas totais), então, iguais acerca de 130,0 milhões de prováveis consumidores de toda a América do Sul (totalizando cerca de 344,0 milhões de consumidores potenciais - locais mais VIZINHOS - dos nossos principais produtos industrializados (quase iguais a população atual de 349 milhões dos EUA), sobretudo de alimentos processados, carnes, frutas, sucos e bebidas, do Brasil futuro). AINDA MAIS FAREMOS para aproveitarmos as melhores tecnologias a internalizar – redutoras de custos mundiais de produções/industrializações - e tudo para exportarmos-reexportarmos para todo o mundo - avido por alimentos, commodities e minerais fartos, baratos e já semiprocessados - sobretudo via Canal de Suez e via Mar Mediterrâneo (para a/eurásia, árabes e a própria China) e/ou diretamente para os países bem mais próximos da Europa rica, todos com consumos já altamente diferenciados (cerca de 99 milhões de pessoas já idosas, iguais a 22,0% do total, e em grande ampliação e muito mais exigentes por produtos especializados do Brasil) e muitos consumidores e com hábitos alimentantes semelhantes aos brasileiros.
Complementarmente, ainda ao meu ver pelo lado possível positivo (quando nossos governantes estudarem/entenderem a gravíssima desindustrialização corrente que tanto apoiaram/deixaram ocorrer e tiverem a coragem de mudar muito e rápido), para o prof. Eduardo Fagnani (UNICAMP e ICL) nossa arrecadação total (fundamental para os governantes investirem muito mais em PPP para reindustrializar) ainda é muito baixa e cheia de brechas e de isenções fiscais, até imerecidas - e que perduram por anos e anos e quase sem nada melhorarem visivelmente - sendo:
1) Se a alíquota de distribuição máxima de dividendos sobre ações recuasse para abaixo de 20,0% (novo teto), teríamos uma arrecadação anual adicional de R$ 200,0 bilhões. No Brasil há ISENÇAO DE IR para empresas que distribuem lucros de até R$ 50,0 mil mensais/empresa ou cada sócio/investidor e acima disto somente paga 10,0% sobre os valores distribuídos. É fundamental também lembrar que no Brasil - mais em apenas outros 02 paraísos fiscais reais e/ou centros financeiros “off-shore” - AINDA NÃO SE TRIBUTAM OS DIVIDENDOS EMPRESARIAIS A DISTRIBUIR (ou seja, após as muitas retenções etc. e segundo os balanços anuais). Além disso, 12 Países - “a maior parte redutos criminais do mundo” - sequer tributam os lucros, mas o Brasil tributa;
2) Se baixássemos o juro anual de 15,0% (SELIC referência) para 7,0% teríamos mais R$ 400,0 bilhões/ano;
3) De isenções ficais para ricos (empresas e pessoas), já temos R$ 800,0 bilhões e, se cortássemos apenas 20,0% disto, teríamos uma arrecadação de R$ 60,0 bilhões/ano a mais. NA VERDADE, no mundo, somente o Brasil, Letônia e Estônia NÃO TRIBUTAM OS DIVIDENDOS. O Brasil mais 12 países - embora com muitas isenções e incentivos locais e de produtos finais - tributa os lucros. MAS, as Bahamas e Ilhas Cayman nada tributam de IR empresarial. Vide mais dados em: https://www.instagram.com/reel/DY2jT9fhKO2/?igsh=ZjFkYzMzMDQzZg==
Ainda para Jabbour, numa eventual reindustrialização com a entrada de muito mais investimentos no País quem mais perderão serão os rentistas (aplicadores e falsos investidores na B3 e fintechs, ou seja, agiotas diários e modernos) da Faria Lima MAIS o capital comercial tradicional (tipo Havan), que muito utiliza e até explora nossa mão-de-obra precária, MAIS o Agronegócio MAIS nosso Sistema financeiro.
Jabbour também analisa os principais obstáculos ao desenvolvimento industrial e aponta o AGRONEGOCIO como um dos setores com menor interesse nessa pauta, uma vez que seu modelo de acumulação não depende da indústria nacional. Jabbour defende a reindustrialização como eixo central para os próximos 04 anos do novo Governo com o objetivo de recuperar a participação da indústria no PIB e gerar empregos de qualidade. Para ele, esse é um movimento que vai além da economia: a ausência de um projeto industrial concreto condena o país à irrelevância e abre espaço para o avanço do fascismo.
Pior é que para o Prof. Jabbour nosso muito aclamado agronegócio (muito subsidiado nos financiamentos de investimentos em maquinas/caminhões - altamente desempregadores goela-a-baixo - e em longuíssimos prazos) já disse que não quer reindustrializar, o que é um grande e - e até incrível - obstáculo para os interesses/necessidades de todo o País/povo e que, certamente, levará o Governo (que sabe que está sendo muito enganado por tais empresas fabricantes/grandes produtores há anos) a tomar serias medias acerca.
Segundo ambos consultores, o agronegócio não tem interesse real no desenvolvimento nacional, pois já recebem mais de R$ 600,0 bilhões anuais do Plano Safra (cuja maior parte sabe-se que não é do Governo, mas, sim, veem dos compulsórios e das exigibilidades bancarias, incidentes, sobretudo em cima dos depósitos à vista mais a prazos, poupanças etc. MAIS das muitas CPR financeiras, ou seja, de recursos do povo e consumidores) – com juros até negativos - e pagam apenas 1,0% de todos os Imposto os pagos no Brasil (se tentar-se ampliar para 2,0%, eles se unem, como já fizeram, e param todo o País, inclusive os transportes). No Brasil, FATO É QUE NINGUÉM AINDA – externo ou interno; público, privado ou cooperativo - QUER FINANCIAR, BANCAR ou sequer incentivar tais INVESTIMENTOS RURAIS (já fundamentais agora e no futuro como se lerá a seguir), MAS TODOS PRECISAM E QUEREM LUCRAR MUITO MAIS – DESDE QUE COM “ZEROS RISCOS” - COM OS RESULTADOS DELES.
Vide também ao final que o super consultor brasileiro Jose Kobori também tem outras sérias advertências sobre o possível futuro negativo do agro brasileiro depois de tudo o que vem acontecendo no Mundo desde meados de 2025.
Para ambos eminentes Consultores acima - o Brasil para retornar/reimplantar seu processo de Desenvolvimento socioeconômico e ambiental amplo (não apenas de agronegócios, de bioenergias e demais energias sustentáveis mais de aviões etc..), precisa, urgentemente, de retornar/refazer/ressuscitar os objetivos da sua Constituição de 1988, que colocava em condições de igualdade a presença de capital nacional e estrangeiro (situação protetora, normal e justa que todos os países do mundo empregam, inclusive a China), pois, isto, foi muito alterado em 1995 com o Plano Real – para muito pior e a título de ampliar rápido nossas ofertas internas –, ano em que, coincidentemente, começou nossa desindustrialização brusca e forçada, pois tornava muito mais fácil e até mais barato (efeito cambio) importar de tudo do que comprar internamente.
Bem ao contrário, segundo o Consultor e Economista Prof. Eduardo Fagnani (não comunista, mas realista) da UNICAMP - e do “ICL Instituto Conhecimento Liberta” - o Brasil, INCRIVELMENTE, já tem os 03 maiores Programas de transferências de rendas dos pobres para os ricos do MUNDO, somando R$ 660,0 bilhões de possíveis arrecadações adicionais anuais fundamentais, mas, ao meu ver, concedidos livremente SEM CRITERIOS ou pelos critérios máximos.
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 27 de julho de 2026
Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos. “VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK” (a modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).
Para outros detalhes, INCLUSIVE SOBRE ONDE, COMO E QUANTO INVESTIRES BEM MELHOR E ATÉ COM RISCOS “ZERADOS” (conheço e visitei 90,0% do interior do Brasil), contates-me apenas pelo e-mail [email protected]