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Sem teorias, minhas 16 sugestões basais p/ re-industrializar


Climaco Cezar de Souza

Sem teorias, minhas 16 sugestões basais p/ re-industrializar

1) INTRODUÇAO E RESUMO –

O Brasil já foi exemplo industrial mundial até JK (até copiado como modelo, então, pela China e Coreia), mas Plano Real abriu tudo, desvirtuou o câmbio para exportar, explodiu juros/SELIC até o momento, com isto, irresponsavelmente, já matando as empresas e a pobreza com elevadíssimos custos/encargos dos cartões, talvez (sic), por gigantes pressões bancarias de famílias poderosas/muito e muito ambiciosas mais dos rentistas e fintechs/lava dinheiros da Faria Lima e outros. Todos sabemos, na prática, que os cartões se tornaram espécie de adiantamentos de salários e não mais atuam/lucram apenas como instrumentos de compras/vendas, sendo fundamental que um Governo realmente socio-responsável impedisse quaisquer novos refinanciamentos dos saldos, pois com juros estratosféricos/roubos, sem dúvidas, sendo estes a maior causa de tais endividamentos; MAIS com dezenas de carnês/contas e até com bet. Na verdade, por erros/euforias sequentes/desinformadas/inocentes, o Brasil especializou-se em exportar commodities de baixo valor (grãos e minérios) não geradoras de empregos/boas rendas e muito desindustrializou quase tudo e agora já não consegue reindustrializar fácil. VALEU A PENA?

Recente (primeiro trimestre/2026), para a ONU/IEDI, o Brasil caiu para a 69ª posição de industrialização no ranking mundial com 90 países mais industrializados, permanecendo como parte dos 1/3 (33,0%) dos países com pior desempenho industrial do Mundo. Ainda recente, no primeiro trimestre de 2025, éramos o 47ª do mundo (33º lugar em igual período de 2024), mas – por uma série de erros internos como os descritos/analisados/nunca admitidos pelo Governo e apenas em parte acima (ainda não pelos efeitos posteriores das tarifas de Trump NEM pela guerra Trump-Irã NEM pelo efeito Ormuz NEM pelos cancelamentos de compras pela China e Europa) - elevamos rapidamente para a 80ª posição no último trimestre de 2025 (um pouco pior do que a atual). Pior, é que ainda pode piorar muito, pois ainda uma maioria nos governos/empresas concordam e até já aplaudem que os chineses são nossos “cordeirinho”s e grandes futuros parceiros sociais, o que não é - e nunca será - uma verdade (não podermos trocar “seis” – EUA e Europa - por “meia dúzia” - China). Ontem, anunciou-se as importações, até baratas (R$ 250 mil a R$ 1,0 milhão) – COM OS GOVERNOS ASSITINDO/APOIANDO - de super robôs chineses para a construção civil, capazes de transportar até 420 kg mais de medir ambientes, de rebocar, de lixar, de pintar etc.., prometendo já cortarem 30,0% dos custos ao expulsarem diversos trabalhadores e suas rendas/consumos de suas famílias, tudo pelo lucro ainda mais gigante de poucos. Também, já temos robôs colhedores agrícolas (estes a título apenas de facilitar/agilizar/render, mas substituindo até 20 humanos e suas rendas/consumos etc.., coisas que nem no campo rural japonês/coreano/europeu se se faz). No caso das elevadas importações atuais de aços (mais de trilhos, máquinas agrícolas e muitas outras, guindastes mais outras diversas peças metálicas etc..), o principal fator que dificulta a sua produção no Brasil com minerais nacionais é a forte concorrência desleal do aço importado, especialmente da China, que chega ao mercado interno com preços até 50,0% inferiores aos custos locais devido a subsídios governamentais estrangeiros. No Brasil, também na prática desindustrial corrente - mesmo que com muitos já deixando para trás seus claros rastros de destruição de solos, águas e biomas etc. (e para, depois, todos terem que pagar) -, boa parte de nossos produtores rurais empresariais (dentro-da-porteira), e mesmo com rendas liquidas mínimas e empregando pouco com dignidade, não querem nem aceitam ou são desestimulados/até impedidos contratualmente de agroindustrializar local/micro regionalmente, o que até já muito dificulta e para todos. ASSIM, A ATUAL E FUTURA SITUAÇÃO INDUSTRIAL BRASILEIRA JÁ PREOCUPA E MUITISSIMO, E MUITO TEM QUE SER FEITO DE REAL E RAPIDAMENTE.

Tais minhas 16 medidas sugeridas abaixo para reindustrializações - praticas, não teóricas/professorais/mentorais/preguiçosas URGENTES propostas (e diversas outras) neste meu novo estudo completo/bem detalhado e gratuito/patriota são urgentíssimas - embora pareça o contrário. Tudo ocorre pelos muitos e seguidos erros e falhas encobertos/muito conhecidos, mas não corrigidos até intencionalmente/politicamente –, devido aos juros pagos gigantes especuladores/rentistas/bancos familiares muitos mais ambiciosos atuais (SELIC absurda do BACEN/Faria Lima/Imprensa mal informada/Políticos etc.) MAIS do elevadíssimo endividamento familiar (82,0% das famílias em julho/2026 um recorde) MAIS dos elevadíssimos, descontrolados e muito cartelizados preços cobrados pelos alimentos, bebidas, aluguéis, temporadas, diárias de pedreiros/carpinteiros/pintores/arrumadeiras etc. nos varejos diversos, atacados, materiais construções etc. de todas as cidades turísticas, situadas principalmente à beira-mar (em especial e sequente anual nos restaurantes, barracas, hotéis, bares etc..).

Assim, na soma e com tais ações livres, imediatamente, contaminando toda a economia do País e, PIOR, já derrubando muito os consumos de tais itens, sobretudo de processados/industrializados e, MUITO PIOR (e parecendo até bem combinado antes com Governo), ampliando muito os endividamentos em cartões, carnês e até das nefastas e destruidoras de rendas pessoais/familiares as apostas em bets etc... tais preços já elevadíssimos sempre servem como base para novas elevações no futuro verão. Tudo ocorre livre e descaradamente no dia-a-dia na beira-mar e de forma nunca concorrencial e sem que nenhum Governo tente e/ou possa normatizar e/ou fiscalizar e/ou interferir/punir, até porque nenhum dos 03 entes sequer têm órgão responsável por isto (já há “descontrole total de preços aos consumidores”) e já derrubando os consumos futuros e já quebrando milhares de empresas processadoras. Com isto tudo, o risco de falência atual é real para muitas empresas diante do recorde de 9,1 milhões de CNPJ inadimplentes e com R$ 232,9 bilhões em dívidas acumuladas no Brasil até junho de 2026, segundo levantamentos da “Serasa Experian”. “No momento, já são 9,1 milhões de empresas com contas em atraso, sendo as micro e pequenos negócios os mais afetados pela falta de dinheiro em caixa”. “Para eles, são 03 os principais motivos da crise atual e já em forte crescimento: a) Juros altos: Os juros elevados encarecem os empréstimos e dificultam o pagamento das dívidas; b) Concorrências: Plataformas internacionais de comércio digital pressionam o varejo tradicional; c) Consumidores sem grana: O alto endividamento das famílias reduz as vendas no comércio. Recente, vide mais em: https://g1.globo.com/empreendedorismo/noticia/2026/08/20/por-que-grandes-redes-de-varejo-estao-fechando-lojas-e-pedindo-recuperacao-judicial.ghtml MAIS em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/inadimplencia-atinge-9-1-milhoes-empresas-maioria-micro-pequenos-negocios/ .

‘Assim, temos, ou não, que bem estudarmos agora e de propormos mudanças estratégicas, ousadas, doídas, fundamentais e patrióticas nas necessárias reindustrializações rápidas - até para darmos, ou tentarmos dar, certos juízos aos candidatos atuais - mais aos consultores, técnicos e maus planejadores das 03 esferas de Governos, “não importando muito quem vença”.

2) ESTUDO LONGO (08 PG), PORMENORIZADO E ESTRATÉGICO (mais dedicado aos patriotas reais mais para os que não têm “preguiças de leituras” e/ou os que não têm “medos de obsolescências de conhecimentos” e/ou “não são tapeadores profissionais”) - 

A) Minhas 16 sugestões pés-no-chão e operacionais iniciais (não professorais/mentorais/teóricas nem enganosas/propagandistas) algumas até EMERGENCIAIS e para, REALMENTE, reindustrializar, rapidamente, o Brasil. Idem paras muito ampliar os desenvolvimentos regionais e as gerações seguras de muito mais empregos e rendas familiares. Assim, envio a todos, gratuitamente e apenas como minha humilde colaboração, estas 16 sugestões pra reindustrializar rapidamente - muito baseadas na prática local diária (conheço cerca de 85,0% do interior do País) mais inteiramente patriota, pé-no-chão e, realmente, sugestões bem diagnosticadas/bem construídas e sem os costumeiros blás-blás-blás teóricos e promessas/sonhos impossíveis, infelizmente, de centenas de gigantes professores/consultores/órgãos/entidades/imprensas ditas especializadas etc. Elas - minhas sugestões - são a principal parte de umas 30 gigantes reformas/medidas urgentes necessárias e a implantar partir de novembro/2026 (após a confusão e as muitas promessas eleitorais atuais, a maior parte também apenas teóricas, sonhadoras e vazias). Tudo o que sugiro foi repensando/redefinindo o País para os brasileiros (não mais como um quintal gigante, reconhecidamente autodestruidor, mas ainda fornecedor barato de grãos, alimentos “in natura” e minerais e ainda grande importador de maquinas/insumos caros etc. dos EUA, China, Europa e outros).

Todas minhas 16 sugestões abaixo são muito nacionalistas, desenvolvimentistas, atuais, fundamentais e nunca rentistas ou vendidas para multis, bancos (Faria Lima) etc. e não importando quem vença as próximas eleições, a saber:

1) Criar, protetivamente, imposto de importação mínimo de 35,5% - a viger inicialmente por 02 anos - para próximas importações de quaisquer maquinas, insumos, aços, trilhos, veículos, CKD/SKD, combustíveis, roupas etc.., de quaisquer Pais - inclusive de “blusinhas” -, protegendo parte significativa da indústria nacional. Assim, já se comprova (alguns ainda negam e até apoiam) uma elevada concorrência desleal contra o Brasil de países nossos grandes importadores de grãos sem processar, carnes, minérios, madeiras etc.., até do BRICS (lembrando que, afoitos e felizes aparentes, não podemos trocar “seis” (EUA e Europa e demais)  por “meia dúzia” (China), que - ao mesmo tempo que não nos deixam retaliar – nos exigem não imposição de tarifas de importações para seus diversos itens fundamentais exportados (CKS/SKD, aços, trilhos, maquinas agrícolas e para construções, blusinhas etc..), cujas produções e diversos transportes subsidiam elevadamente, levando a preços de importações completamente artificiais e bem menos do que  no nosso mercado interno. Nas possíveis retaliações por eles, o Brasil exigiria dos reclamantes planos criveis de investimentos industriais comparáveis - diretos ou em parcerias - no Brasil (nada de promessas) e, complementarmente, procuraria estocar adequadamente e por até 01 ano ou 02 safras (pagando bem armazéns e câmaras frias etc. para tanto) o máximo possível de grãos, alimentos, minerais etc. e direcionando-os, posteriormente e em bem maiores volumes para os mercados internos e/ou abrindo – em reais parcerias governo/empresas - ainda mais novos mercados para maiores volumes (sobretudo para o BRICs ampliado e negociando apenas em moedas locais e/ou com trocas do tipo “draw-back” e outras) para nossas exportações de tais itens acima (agora com baixo valor agregado ou já industrializado). Tais países já estariam até pré-selecionados pelos critérios de reciprocidades reais necessárias a ambos. Complementarmente/alternativamente também muito se incentivaria/até subsidiaria/premiaria as implementações programadas de férias empresariais coletivas por até 90 dias, como já fazem as muitas indústrias privadas em tais crises concorrenciais;

2) Muito bem atuar para bem esclarecer o povo e ampliar rápido a ainda baixa dívida pública brasileira atual (ainda somente de 73,0% do PIB) para até 150% do nosso PIB (ainda mais baseadas em nossas elevadíssimas reservas de Us$ 350 bilhões) o que- como gigante “funding” progressivo e barato para re-industrializarmos rápido - muito geraria Us$ bilhões de novos investimentos externos reais diretos ou em parcerias no Brasil. Com isto, nosso País não mais atuaria apenas como um gigante quintal/canteiro produtivo de grãos, alimentos não processados e de minérios de altos teores e até raros – todos vendidos baratos - do mundo (como ocorreram para desenvolver diversos países com povos realmente patriotas e bem informados intencionais) – e recebendo não apenas, MISEROS, 5,0% dos IDE mundiais totais atuais, um falso sucesso exportador/acumulador de reservas inúteis em US$ (vide dados e análises a seguir) e como mostram as muitas propagandas setoriais governamentais atuais. Tudo ocorrerá para ampliarmos rapidamente e ao máximo nossas reindustrializações. Ou seja, tudo precisa ocorrer ao contrário do que os políticos, economistas e a imprensam muito divulgam e defendem no Brasil. Muitos países ficaram e se mantêm bem mais ricos e valorizando ao máximo suas moedas (mais que provando que eles é que estão certos) ao deverem até 236,0% do PIB como no Japão mais na Itália (155,0% do PIB), Portugal (135,0%), EUA (128,0%) e França (115,0%). Antes, será fundamental enfrentarmos de frente e desmistificarmos, reprovarmos e desmentirmos o grande erro da maioria dos nossos políticos “raposas” , mais até por alguns economistas/professores de renome mais pelas imprensas/publicitários/Bancos/Faria LIMA  e outros, pelos seguidos erros, talvez até intencionais/pré-vendidos – e/ou desinformados mundialmente - de que nossa dívida pública atual já é gigante e preocupante, ou seja, jogando inteiramente, até como leigos ou desinformados/bobos alegres, nos jogos mundiais de xadrez, socioeconômicos/ambientalistas, nocivos e muitos benéficos/muito mais lucrativos/dominadores/escravagistas apenas para tais países acima. Há muito erros interpretativos atuais, interessados/manipulados ou não, estes seguidos e muitos disseminados e nada bem criticados pela imprensa, que deveria ser a bem mais/melhor informada, responsável, útil e patriota (até não-vendida como parece) de que “dever pouco é que é o grande problema socioeconômico e não desenvolvimentista brasileiro”. “Para desenvolvermos rápido, e realmente honrarmos nosso povo em especial os mais pobres, temos que dever até 150% de nosso PIB, como os países mais ricos e talvez mais justos do Mundo assim o fazem e há anos”;

3) Para propiciar os fundamentais e elevados “funding” necessários por até 03 anos (recursos para financiar e/ou até subsidiar as medidas de reindustrializações e, sobretudo, os muitos e novos programas sugeridos e idem as empresas envolvidas), sugiro vender aos poucos - de forma obrigatória, mas bem controlada/acompanhada e semanalmente por até 03 anos - para quaisquer investidores, em dias e horas incertos, na nossa Bolsa B3 - se necessário até mudando as Leis (lei 14.286/2021) e as Normas do CMN/BACEN e outras - até 30,0% de nossas moedas reservas em Us$ (até cerca de Us$ 100,0 bilhões em até 03 anos, iguais a cerca de R$ 500,0 bilhões somente para mais “fundings” industriais – retirando, controladamente (à vista de possíveis ainda maiores juros MAIS de até de novas e fortes reduções dos créditos MAIS de até possíveis recessões temporais etc., estes os possíveis grandes problemas/dificuldades - não intransponíveis – da nossa prevista/programada desmonetização em US$, mesmo que bem programadas/executadas). Assim, até beneficamente, haveriam recolhimentos programados de grandes volumes de R$ em circulação e, assim, desmonetizando muito a nossa economia (em vez de se criar mais moedas em R$). Tais Us$ a vender/desmonetizar proviriam de nossas elevadíssimas reservas já acumuladas em Us$ atuais de Us$ 368,94 bilhões, até, então, pouco uteis, estas ainda apenas para usos emergenciais/garantias mais como seguros de liquidez e para dar credibilidade ao País e para atrair os investidores  externos (o que, como veremos na prática operacional de benefícios/custos, não está dando muito certo, pois – tirando as muitas propagandas governamentais – ainda somente recebemos 5,0% dos elevadíssimos IDE/FDI (Investimentos Diretos Estrangeiros ou “Foreign Direct Investment”) totais mundiais de Us$ 1,6 trilhão em 2025 - vide detalhes a seguir), Assim, na pratica diária, tudo ocorreria também para reduzir as continuadas especulações internas/arbitragens internacionais/”spredializações” cambiais com Us$ = R$ na Bolsa B3 e, sobretudo, para bancar/financiar/até subsidiar parte dos elevados custos imediatos e futuros da reindustrializações fundamentais, necessárias e urgentes no País;

4) Complementarmente, também para  propiciar os fundamentais e elevados “funding” necessários para reindustrializar rapidamente, também sugiro emitir em até 01 ano, pelo menos, mais 30,0% de nossa moeda R$ para vendas apenas no exterior (até o montante de R$ 100,0 bilhões – direcionáveis como um pouco mais de “funding para mais reindustrializar -, sendo que no momento, o Brasil possui cerca de R$ 350,0 bilhões em cédulas e moedas em circulação), tudo para investimentos e/ou como reservas dos países, empresas e investidores de tais entes interessados (bem aproveitando nosso bom momento mediador/político internacional e, até exemplar, pelos nossos AINDA bons resultados socioeconômicos e excelentes de combate a fome), se necessário até mudando as Leis e as Normas do CMN/BACEN e outras. “Em geral, o Brasil não emite papel-moeda (R$ em espécie) exclusivamente para o exterior, mas o Governo e as empresas brasileiras também podem emitir títulos de dívida denominados em R$ e mais voltados aos investidores internacionais”. Tudo isto ocorrerá para complementar e também bancar/financiar/até subsidiar parte dos elevados custos imediatos e futuros da reindustrialização fundamental, necessária e urgente do País. Em 2025, enquanto o Mundo alcançou Us$ 1,6 trilhão de IED/ FDI no Brasil - de forma real e sem propagandas e sem sonhos governamentais ou da Imprensa desinformada – somente se recebeu APENAS US$ 77,7 bilhões de tais IED mundiais (ou seja, ainda somente 5,0% do total real mundial), mas o que já colocou o país na 5ª posição entre os maiores receptores de capital estrangeiro do mundo, segundo dados divulgados pela ONU. Apesar dos bons números da nossa economia real, o mercado financeiro registrou fortes saídas de capital estrangeiro no segundo semestre de 2026, com retiradas expressivas de investidores externos da nossa bolsa B3. ASSIM, AINDA HÁ MUITO O QUE FAZER INTERNAMENTE - E DE FORMA INTELIGENTE E NÃO MENTIROSA - PARA CAPTAR MUITO MAIS RECURSOS EXTERNOS, DE FORMA CONDIZENTE COM NOSSA ECONOMIA POTENCIAL E O NOSSO GIGANTE MERCADO CONSUMIDOR E PRODUTOR. TAMBÉM VE-SE- AGORA BEM MAIS CLARAMENTE COM TAIS DADOS DE IED/FDI EM Us$ MUNDIAIS ACIMA - QUE SOMENTE EXPORTAR O MAXIMO PARA TRAZER Us$ NÃO ADIANTA MUITO, POIS COM TANTO ESFORÇO - AGORA ATÉ QUESTIONÁVEL ETC.- ATÉ DESTRUIREMOS, RAPIDAMENTE, NOSSOS SOLOS, ÁGUAS, BIOMAS, MAO-DE-OBRA BARATA, CONSUMIDORES ETC. (como muito já se comprova e em diversos locais e atividades);

5) Adicionalmente, também para propiciar os fundamentais e elevados “funding” necessários para reindustrializar rapidamente, também sugiro ampliar/ofertar/vender, no mínimo, mais R$ 120,0 bilhões (ampliação de 100,0% ante os valores atuais) via  emissões de títulos externos (“bonds”) e de debentures incentivadas lançadas/coordenadas pelo nosso BNDES, ou seja, bem mais apoiando emissões no mercado interno e com ótimas vantagens fiscais, inclusive isenção de IR para pessoas físicas investidoras (Leis 12.431/2011 e 14.801/2024), tudo para financiar a reindustrialização rápida brasileira. Já as debêntures de infraestrutura (Lei nº 14.801/2024) dão benefício fiscal à empresa emissora, que pode deduzir 30,0% dos juros pagos na apuração do IRPJ e da CSLL, atraindo investidores institucionais. Para dar maior credibilidade e velocidade de captação, se possível bem mais externas e em longos prazos, sugiro também alterar as normas internas para prospectar e contratar, previamente, seguros performances financeiras - externos ou internos - plenamente garantidores de aplicações/implementações corretas e de obtenções de receitas, sendo esses baratos e bem disponíveis externamente, sobretudo em Londres. “No mercado brasileiro atual, o ecossistema de Seguro Garantia - já bastante ofertante, abrangente e até barato - engloba os conceitos de “Surety Bond” (termo global para seguro garantia) mais de “Performance Bond (garantia de execuções das obras e inversões) e “Completion Bond” (garantias de término de projeto). Como essas apólices envolvem altas somas e análises complexas de balanços, elas são emitidas por seguradoras especializadas em Grandes Riscos e Linhas Financeiras. “Abaixo estão as principais seguradoras que operam fortemente com essas modalidades no Brasil, seguidas pela distinção prática de cada conceito”. “Estas companhias possuem alta capacidade financeira e equipes especializadas para subscreverem riscos de engenharia, infraestrutura e de grandes fornecimentos” a saber: a) Swiss Re Corporate Solutions: Referência global absoluta em Garantias Contratuais e “Completion Bonds” para o setor de infraestrutura e energia; b) Allianz Trade: Líder de mercado com forte atuação internacional; excelente para “Performance Bonds” de exportações, fornecimentos e grandes obras; c) Junto Seguros (antiga JMalucelli): Primeira seguradora especializada exclusivamente em Seguro Garantia no Brasil e com alta agilidade de emissão; d) Pottencial Seguradora: Uma das líderes em volume de prêmios emitidos no Brasil, conhecida pela forte digitalização e rapidez na análise de crédito do tomador; e) Berkley Seguros: Foco muito estruturado em Garantias de Executantes, licitações e contratos corporativos privados de engenharia; f) Akad Seguros: Oferece produtos sob medida para “Garantia de Performance” em contratos públicos e privados de médio e grande porte; g) Sompo Seguros: Carteira tradicional e robusta para garantir o cumprimento de obrigações contratuais de alta complexidade jurídica ou técnica; h) Liberty Mutual Surety: Braço especializado do grupo Liberty que atua globalmente na emissão de fianças e garantias financeiras de performance. Adicionalmente, ainda no caso das emissões de debentures somente PRIVADAS no Brasil, mas incentivadas/controladas pelo BNDES, nas emissões para vendas/financiamentos internos torna-se urgente mudar as Leis, normas e fundings etc. para também as garantir pelo FGC - Fundo Garantidor de Créditos, mesmo com tais debentures sendo emitidas pelas empresas privadas e apenas incentivadas/financiadas pelo BNDES. Por não serem emitidas por instituições financeiras como bancos, esse tipo de investimento até o momento e segundo tais Leis e normais atuais, mutáveis, não entra na cobertura do FGC, o que muito restringe, prejudica e reduz suas vendas para os investidores internos. Atualmente, mesmo com fortes propagandas positivas, o BNDES ainda somente acumula cerca de R$ 60,0 bilhões em contratações e subscrições de debêntures incentivadas (incluindo operações coordenadas e ancoradas) em dezenas de operações recentes, de longos prazos e voltadas à infraestrutura, ante apenas R$ 90,0 milhões irrisórios em 2020. Já o mercado total de debêntures incentivadas no Brasil (considerando todas as empresas emissoras e não apenas o BNDES) movimentou cerca de R$ 177,97 bilhões em 2025 de acordo com a ANBIMA;

6) Adicionalmente, também para propiciar os fundamentais e elevados “funding” necessários para as nossas reindustrializações e nesta minha sugestão com mais R$ 380,0 bilhões de novos recursos/”fundings” a também disponibilizar para tanto (a maioria justíssimos, pois obrigatórios legalmente e oriundos de compulsórios e das exigibilidades bancarias, ou seja, de recursos do povo e não reais do Governo). Proponho, nova destinação do nosso famoso Credito Rural (Planos Safra) e tudo para industrializar/reindustrializar rapidamente a agricultura familiar local/microrregional. Assim, sugiro ampliar no Plano Safra as ofertas atuais de investimentos rurais em longos prazos de 07 a 10 anos (com mínimo de 03 anos de carências) e com juros “zerados” e apenas com correção anual do saldo pelo IPCA anual, mas, somente, para agricultura familiar individual e/ou grupal/associativa local ou microrregional (atividades necessariamente ainda não cooperativadas nem integradas, pois com estas também até poucos confiáveis). Para muitos consultores socioeconômicos e ambientais realmente  sérios - mesmo já deixando um grande rastro destruidor de solos, aguas, biomas etc. por onde passou (e para todo povo pagar depois) – também não interessa ao agricultor empresarial industrializar, pois ele já se acostumou em lucrar pouco, pouco empregar de forma digna e, pior, de depender de tradings e multis ao produzir e exportar grãos e alimentos básicos - e que apara agroindustrializar teria que criar/fabricar com elevadas qualidades e se submeter aos mercados muito competitivos de alimentos processados/demais itens e para os quais não está bem preparado nem seus  familiares. Assim, se os agricultores empresariais não querem/não podem agroindustrializar/agregar valor minimamente, a agricultura familiar quer e precisa muito industrializar localmente/microrregional mente - isolada ou em grupo - até para depois muito exportar para mercados mundiais de “fair trade” altamente demandantes e bem mais remuneradores.  Assim, considera-se que há uma destinação incorreta e muito injusta nos Plano Safra e isto ocorre há uns 40 anos. Por exemplo, no atual Plano 2026/27, a maior parte dos recursos de créditos agrícolas, com juros subsidiados, serão destinados os elevadíssimos valores de R$ 622,0 bilhões totais, sendo R$ 525,1 bilhões para médios e grandes produtores e apenas R$ 97,3 bilhões para os agricultores familiares/pronafianos. Pior, historicamente, cerca de 70,0% do total seguem para os custeios rurais totais (já nem tão necessários, sobretudo, se para os agricultores empresariais atuais, pois eles já acessam de muitas outras fontes bem mais rápidas, menos exigentes, até sem juros como nas trocas-trocas, e bem mais proativas para tanto) e apenas 30,0%, erroneamente, são para os investimentos rurais fundamentais. No custeios empresariais (ainda com destinação errôneas/até desnecessárias como descrito) serão R$ 380,0 bilhões  (vide valor inicial de fundings industriais acima) para tais custeios num total de R$ 525,1 bilhões apenas empresariais no atual plano safra e que eu proponho agora “zerar” e destinar apenas para os fundamentais investimentos familiares para bem mais industrializarem). Os agricultores empresariais não serão sacrificados, pois poderão terem atré100% e seus custeios bancados/trocados/financiados pelas tradings, empresas de insumos, trocas, vendas antecipadas, operações barter, CPRs diversas, novos títulos etc..). Em geral, além disso, os fundamentais créditos para investimentos em médios e longo prazos pela agricultura familiar/pronafianos (estes com apenas 30,0% históricos nos Plano Safras) seriam, principalmente, para a agregação local de valor/agroindustrialização mesmo que mínima, familiar ou grupal (como para galpão local, isolado ou grupal, para linhas de processamentos, depósitos, maquinas processadoras/envasadoras, equipamentos de frios, caldeiras etc..) mais para boas residências e para maiores rendas de laser dos empregados rurais e de suas famílias (para estimular os consumos não locais mais reduzir as elevadas migrações rurais e até abandonos);

7) Ampliar/voltar o Indice MINIMO de nacionalização INDUSTRIAL do BNDES (exigencias de participação mINIMA de ITENS NACIONAIS nas FABRICAÇÕES INTERNAS) dos atuaiS, baixissimos, 26,0% (PROJETOS PARA OLEO E GÁS) a 60,0% (demAIS, ou seja, 40,0% podem ser importADOS) para o minimo de 75,0% muito mais proteTorES e reinDUSTILIZADORES REAIS NESTA NOSSA NOVA/POUCO ACEITA REALIDADE ATUAL E, PIOR, FUTURA (como IDEALIZADO E BEM impLementado no plano REAL em 1975).Tudo, ocorrerá mediante incentivos e subsídios mínimos - para tais empresas arrojadas, patriotas e participantes -, via de reduções de 10,0% e por até 05 anos nas alíquotas do novo imposto CBS Contribuição sobre Bens e Serviços (soma  de PIS/COFINS e parte do IPI) e/ou de até 20,0% de IPI nas ZPE e/ou de bem menos IOF financeiro nas operações de créditos necessárias para tais ampliações, todos a serem pagos pelas empresas, nacionais e estrangeiras, para aqui bem mais fabricarem para atender tais chamados para re-industrializar rápido;

8) Nos casos dos FAMOSOS datacenter MAIS das estações/bases de ia inteligencia competitiva – PROCURAR, URGENTE, Impedir/DESESTIMULAR/ESCLARECER/Convencer/até dificultar, por mínimo de 05 anos, as prospecções e instalações - suicidas de industrias - no Brasil, não importando o tamanho nem o tipo (isto quando, e se, o Brasil realmente conseguir atrair alguma empresa fabricante seria de tais setores, desde que muito menos demandante gigante de nossas ÁGUAS e eletricidades). Embora pareçam inofensivos e até grandes desenvolvimentistas, para os leigos e/ou mal informados intencionais, tais DATACENTER e ESTAÇÕES/BASES, além de consumidores de bilhões de litros de água/dia, 95% pura, sobretudo para refrigerações, mais de muitíssimas eletricidades, eles já são os grandes responsáveis pelos fortes recuos industriais recentes - na verdade desde a COVID 19-21 – isto é, das desindustrializações automobilísticas do Brasil.  Ainda para eles, o automóvel atual e futuro já deixou de ser apenas motor, câmbio, bolsas infláveis, ABS e quatro rodas. Ele virou praticamente um computador sobre rodas. Um carro moderno pode utilizar dezenas de processadores e centenas de semicondutores espalhados por sistemas de segurança, motor, transmissão, suspensão, central multimídia, câmeras, radares, sensores, conectividade, climatização e sistemas de assistência ao motorista. Nos elétricos e híbridos, essa dependência aumenta ainda mais. Os veículos passaram a concorrer com os grandes data centers? Sim. Porque estão utilizando mais memória. Segundo eles, no 2º trimestre de 2026, a divisão das receitas da TSMC – maior fabricante de chips - por plataforma ficou assim: HPC (computação de alto desempenho) com 66,0% das demandas/vendas; smartphones com 22,0%; IoT com 5,0% e automotivo com apenas 4,0%. A TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) é a maior e mais avançada fabricante de chips e semicondutores do mundo. Ela já detém mais de 60,0% do mercado global de fabricação de chips e mais de 90,0% do mercado de chips de última geração (com litografias de 3nm e 5nm), sendo a peça-chave por trás do avanço da Inteligência Artificial mundial. Assim, tais espertos DATACENTER mais ESTAÇÕESD E IA, já ficam com a maior parte dos fundamentais CHIPS e CIRCUITOS INTEGRADOS produzidos no Mundo, sendo que nos DATACENTER de inteligência artificial, eles surgem nos sistemas responsáveis por alimentar milhares de processadores trabalhando simultaneamente. Recente, até o grande e respeitadíssimo patriota brasileiro e renomado médico e neurocientista, Miguel Nicolelis - que morou nos EUA por 30 anos como Professor Emérito da “Duke University” - criticou duramente as muito afoitas e mal informadas autoridades brasileiras acerca e até já denunciou que com tais DATACENTER poderá haver um grande caos industrial no Brasil futuro. Vide em: https://youtu.be/o1CzofWtk5Q?is=JB1Q5Iqtj4Gi8w_V . Com tais itens avançados fundamentais no Mundo, e em especial no Brasil, ainda não fabricam os suficientes (por empresas como Qualcomm, Micron, Harman, Hynix, Sansung, Visteon, Joynexst, Denso, Astemo e Hyundai Mobis), há 05 anos, isto já está impedindo as conclusões internas, e até barateamentos, de uns 30,0% dos veículos novos não completos e não entregues e, exatamente em um setor industrial brasileiro dos que mais emprega,  pior, sendo que 01 veículo elétrico atual ou  futuro – indústria ainda iniciante no Brasil - já consome 02 vezes mais tais componentes do que 01 convencional. Infelizmente, o Brasil - mesmo detendo as fundamentais terras raras para tanto - ainda não tem qualquer fábrica de tais chips modernos, havendo apenas a CEITEC em Porto Alegre (RS) que produz alguns tipos de semicondutores para chips simples, antigos e até já superados. Já em 2021, estimativas feitas pela Anfavea mostrou que o Brasil deixou de produzir entre 100 mil e 120 mil veículos por falta de peças, sobretudo de chips e de circuitos integrados. Curiosamente - de novo e como no minério de /ferro e grãos/café/carnes etc. - estaríamos bem mais beneficiando a China, EUA, Europa e outros e, novamente, em detrimento total de nossos empregos, industrializações e desenvolvimentos continuados. Vide mais dados em: https://www.cnnbrasil.com.br/auto/chips-de-ia-qualcomm-micron-e-outras-empresas-fecham-acordo-estrategico/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article#google_vignette IDEM em https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/jorge-moraes/auto/inteligencia-artificial-pode-gerar-falta-de-chips-para-os-carros/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article  MAIS em  https://www.cnnbrasil.com.br/economia/seu-bolso/meu-dinheiro/brasil-deixou-de-fabricar-120-mil-veiculos-no-1-tri-por-escassez-de-chips/ ;

9) ADOTAR MEDIDAS REAIS PARA IMPACTAR POSITIVAMENTE/INDUSTRIALIZAR LOCALMENTE UM NOSSO REMODELADO SETOR MINERAL GIGANTE, ESTRATEGICO E AINDA POUCO EXPLORADO (QUE SEJA MUITO MAIS EMPREGADOR E MAIS BENEFICIADOR INTERNO E/ OU EXPORTADOR – PELO MENOS COM CLASSIFICAÇÃO INTERNA MAIS PELOTIZAÇAO MINIMA DE 30,0% DO TOTAL DE MINERIO DE FERRO E, ENTÃO, COM BEM MAIS INDUSTRIALIZAÇÕES E  GERAÇÕES DE EMPREGOS REGIONAIS, INCLUSIVE NAS SIDERURGICAS (o nível atual de pelotização de ferro é de apenas 10,0% DAS 400,0 MILHOES DE T./ANO). NESTA REMODELAGEM TUDO SERIA MAIS FACILITADO/AGILIZADO, POIS COM AS EMPRESAS CUMPRINDO APENAS COM EXIGENCIAS PRÉVIAS DE LICENÇAS DO IBAMA (como de ferro de alta pureza, ouro, manganês, bauxita, terras raras, mármores e granitos diversos, calcários especiais para clinquer/cimento e outras) – “Como nos grãos, o Brasil, mesmo contando com uma matriz energética fundamental e predominantemente renovável à disposição” não bem explora nem industrializa adequadamente seus minerais, preferindo exportá-los quase que “in natura”, sempre lembrando que as explorações minerais também degradam muito os solos e as aguas, quando com fiscalizações inadequadas e poucos recursos disponíveis. No caso do aço (mais de trilhos, máquinas agrícolas e muitas outras, guindastes mais outras diversas peças metálicas etc..), o principal fator que dificulta a sua produção no Brasil com minerais nacionais é a forte concorrência desleal do aço importado, especialmente da China, que chega ao mercado interno com preços até 50,0% inferiores aos custos locais devido a subsídios governamentais estrangeiros. Além disso, “um dos entraves mais significativos para a expansão mineral segura e industrial, sustentáveis, é a escassez de incentivos e investimentos”. O principal obstáculo que impede as empresas de realizarem perfurações em minas potenciais no Brasil é a lentidão do licenciamento ambiental associada à burocracia regulatória. Principais Fatores negativos/impeditivos: a) Licenciamento Ambiental Demorado: O processo para obter licenças em órgãos de controle leva anos e exige estudos complexos de impacto na natureza; b) Exigências da Regulação: A Agência Nacional de Mineração AINDA impõe regras rígidas e comprovações constantes para manter os direitos de pesquisa; c) Restrições Legais de Área: Várias jazidas se encontram em unidades de conservação ou terras protegidas, onde a exploração é proibida ou limitada; d) Negociação de Terras: As empresas precisam acertar indenizações e acordos diretos com os donos dos terrenos antes de entrar para perfurar; e) Falta de Infraestrutura: Regiões minerais isoladas sofrem com a ausência de estradas, ferrovias e energia elétrica adequada, o que encarece os projetos. Assim, para ampliar as extrações seguras mais os simples beneficiamentos mais até bem mais certas industrializações, como proponho (e baseado na atual demora e quase que inércia programada dos muitos órgão exigentes nas 03 esferas de poder), o Governo Federal/enviaria nova PEC para discussão e aprovação em que permitiria que até 51,0% das propriedades dos subsolos e dos capitais das novas minas/jazidas/PLG dos minerais estáticos bem prospectados e de elevado interesse industrial acima e sejam de proprietários privados, desde que 100% nacionais e/ou em “joint ventures” e até projetos em PPP com empresas estrangeiras, se no mínimo com capital 70,0% nacional, inclusive de logísticas diversas. Atualmente, em qualquer mina ou jazida a operar – antiga ou nova – somente o Governo Federal - com base na premissa muito desindustrializadora/nada incentivadora de que qualquer subsolo ou água é 100%da nação – os artigos 20 (inciso IX), 22 (inciso XII) e, principalmente, o artigo 176 da nossa Constituição exige participação de 100,0 % nos direitos minerários (não nos deveres) e isto mesmo sem ter elementos funcionais nem recursos suficientes para tanto. Na verdade, na grande maioria dos países, o subsolo pertence ao Estado, mas as empresas privadas podem realizar operações por meio de concessões e licenças oficiais. Contudo, várias nações aplicam restrições rigorosas ou moratórias em áreas específicas, como reservas indígenas ou o leito marinho, mas mantêm a mineração legal em outras regiões. Contudo, na Austrália, os governos estaduais emitem títulos de exploração e mineração para empresas privadas. Tais empresas detentoras de licenças têm o direito legal de acessar o subsolo, mas precisam negociar acordos de compensação e acesso à superfície com os proprietários das terras ou comunidades locais. Como no Brasil, proprietários de terras geralmente não podem vetar a mineração autorizada pelo Estado, mas têm direito a compensações financeiras por danos e perda de uso da superfície. O governo australiano tem buscado ampliar o processamento interno (“downstream processing”), especialmente de minerais críticos e de lítio voltados para a transição energética, por meio de subsídios e incentivos fiscais para agregar valor à cadeia produtiva local. Vide mais dados em: https://exame.com/negocios/mineracao-brasileira-globalmente-sustentavel/

10) Interferir rápido e diretamente - até dando murros nas mesas e trocando os seus dirigentes, via Congresso - para frear os elevadíssimos juros atuais mais para resgatar e/ou ampliar os consumos reais das famílias e salvar todos tipos de empresas – Muitos economistas sérios (nunca talvez a favor de bancos e/ou de rentistas e/ou de investidores/especuladores nefastos da Faria Lima) já podem até provar que há elevados erros continuados e até MUITOS SUSPEITOS nas seguidas atuações, ditas como protetoras da moeda e anti-inflação, do BACEN (nosso maior poder paralelo) como na manutenção dos juros altíssimos e matadores de quaisquer portes de empresas, comércios e de pobres (SELIC), tudo a título apenas de controlar-se a inflação e entendendo, erradamente, que os juros precisam serem elevados para frearem os possíveis maiores consumos momentâneos, ou constantes/ascendentes,  das  famílias, hoje já muitos empobrecidas/sem poder real de compra, tudo ocorrendo num modelo impensado/completamente fora da realidade para o Brasil real e apenas bem copiado dos EUA, via FMI. Para os mais sérios, como eu, nossa inflação, claramente, é climática e com não ofertas momentâneas de alguns alimentos e/ou de outros itens como aluguéis, luz, gás  etc..(ou seja, não de maior demanda familiar como jura o BACEN e reduzível via apenas bem maiores juros e sem reduzir a base monetária em circulação), ou seja, ela trata-se em cerca de 80,0% dos casos locais apenas de ofertas, ou não ofertas, sobretudo de alimentos (perfeitas e rapidamente substituíveis nas dietas pessoais/familiares) e semelhantes. Obviamente, os economistas teóricos e de escritórios do BACEN - eles não têm quadro agronômico como no BB - nunca entenderão ou aceitarão isto, DAI A NOSSA SUGESTÃO DE INTERVENÇAO IMEDIATA NO BACEN, VIA CONGRESSO, MAIS DE SUBSITUIÇÕES RAPIDAS DOS SEUS DIRETORES;

11) CONCEDER ABONO ADICIONAL PARA OS MAIORES CONSUMOS/INDUSTRIALIZAÇÕES DE ALIMENTOS, NO MINIMO, POR, NO MINIMO,  03 ANOS (igual ao valor do Bolsa Família), NA FORMA SOMENTE DE CONCESSÃO ADICIONAL DE TICKET/VALE ALIMENTAÇÃO MENSAL PARA ALGUMAS CLASSES DE EMPREGADOS, estas ainda com baixas remunerações médias (com estas - vide link - ainda recebendo abaixo de 75,0% da média salarial Brasil, segundo diagnósticos de campos e cálculos semestrais do IBGE) e COM, OU SEM, PARTICIPAÇÕES DOS VAREJOS - Para muito ampliar rapidamente os consumos de alimentos (mesmo com agregações de valor mínimas) e de outros itens já industrializados  (e, assim, ampliando as reindustrializações), conceder por 03 anos iniciais (com bases tributações acima) – inicialmente (conforme os valores acima disponíveis mais possíveis subsídios orçamentários sociais a conceder) para umas 15 categorias - a bem selecionar –, sendo estas ainda com baixo piso salarial recebido de apenas 01 SM/mês, como no comércio direto em geral geralmente registrados nas carteiras de trabalho como de Serviços Gerais, a saber: caixas, atendentes, cozinheiros, ajudantes de restaurantes, limpezas diversas, repositores, empregados de escritórios/serviços complementares/administrativos, comércios ambulantes inclusive como MEI, cuidadores comprovados de crianças e de idosos, empregados de hospitais e de outros a bem diagnosticar etc.. (todas concessões sempre com possíveis e muito bem vindas participações ativas de tais setores empresariais). Assim, tal novo programa concederá a tais trabalhadores acima um vale alimentação familiar (não como vale refeição) funcionando como um abono/prêmio pessoal/empregatício mensal adicional (grande estimulador dos consumos), sendo tal valor igual ao vigente do bolsa família local, mas nunca atrelado a tal programa (valor atual de R$ 600,00/pessoa de vale alimentação, igual ao do Bolsa Família). Tal valor do ticket/vale-alimentação adicional seria apenas para comprar, comprovadamente, os diversos itens alimentares (não como vale-refeição) e a comprar/utilizar mensalmente onde ele deseje ou mediante convênios sérios com os empresários varejistas também socialmente justos e patriotas citados antes. No Brasil, infelizmente, os 10 setores que mais empregavam em 2024 concentravam mais de 48,9 milhões de trabalhadores assalariados (diante de 54,2 milhões de assalariados totais) – igual a mais de 90,0% do total do país. Entre esses setores, pelo menos 06 pagavam salários médios bem baixos (os menores são, exatamente, nos setores de alojamentos e de alimentação – como varejos de supermercados/similares - com média de R$ 2.080,17 bruto/mês/empregado, portanto bem abaixo da média nacional de R$ 3.932,45 bruto/mês/empregado. Vide LISTA por profissão e bem mais dados em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/25/cempre-ibge.ghtml ;

12) FALTA DE MEDIDAS REAIS PARA REALMENTE REDUZIR OS ELEVADOS ENDIVIDAMENTOS FAMILIARES DO BRASIL e, ASSIM, MUITO ESTIMULAR AS RE-INDUSTRIALIZAÇOES (PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS COMO O NOVO DESENROLA E OUTROS PRIVADOS E DO SERASA ETC. SOMENTE ADIAM E PIORAM TAIS PROBLEMAS). Tenho um possível NOVO Programa/solução muito viável, pronto, comprovado, mas sigilosa (chamado de “spredialização financeira bancaria continuada na forma de novos empréstimos/cartões/carnês etc. dos recursos pagos pelos devedores - à vista ou em 03 parcelas anuais” de 4,6% a.a. cada - iguais a apenas 10,5% a 13,8% do valor total das dívidas totais apuradas mais pequenos juros atuais e tudo por 3 a 5 anos”), desde que livres de IOF, compulsórios e de exigibilidades. Baseio tal meu novo Programa – altamente estratégico - nas soluções anteriores da elevadíssimas dividas agrícolas via antigos Programas de SECURITIZAÇÃO de 1995 e do PESA de 1998 (do qual participei ativamente nas formulações), mas que o Governo teve que abrir mão de arrecadar IOF mais de congelar compulsórios e de usar exigibilidades bancarias. Assim, trata-se mais uma vez de os consumidores subsidiando os produtores, especialmente os rurais. tqis 02 programas acima foram de tais sucessos e tão bons para O governo que o tesouro assumiu toda a arrecadação mais sua reaplicação e quitação de tais divIdas com os bancos, muito ao contrario do que ate exigiamos que fossem assumidos pelos bancos envolvidose participantes. No Brasil, de um total de 48,9 milhões de pessoas já empregadas/assalariadas - mais de 90,0% do total do país -, ainda o setor industrial de produção da alimentos é o que mais emprega no Brasil (total de cerca de 2,1 milhões de pessoas ocupadas para produzir tais alimentos (não vender), exclusive, confecção de roupas e acessórios com 551,8 mil; produtos de metal com 517,1 mil e veículos automotores com 491,9 mil, totalizando, então, quase 5,0 milhões de pessoas ocupadas em conjunto somente nas produções destes ramos). Contudo, com o elevado endividamento atual familiar de 82,0% em julho/2026 um recorde, por erros do BACEN/MINIFAZ/RENTISTAS FARIA LIMA/IMPRENSA POLITIZADA E DESINFORMADA INTENCIONAL com uma política de juros elevadíssimos pela SELIC (criminosa) mais das inexplicáveis quase que proibições das ampliações dos endividamentos públicos do País, fundamentais para desenvolvermos,  em até 150,0% do PIB Brasileiro - vide a seguir -, a tendência atual ,infelizmente, já é de fortes recuos nas tais demandas familiares futuras por alimentos e outros itens básicos. Vide mais dados em: https://www.google.com/search?q=Qual+%C3%A9+o+setor+industrial+que+mais+emprega+no+Brasil&oq=Qual+%C3%A9+o+setor+industrial+que+mais+emprega+no+Brasil&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCDE4OTZqMGo3qAIAsAIA&client=ms-android-xiaomi-rvo3&sourceid=chrome-mobile&source=chrome.ob&ie=UTF-8&sec_src=gmail ;

13) Rediscutir, propor, financiar, priorizar e criar rápido - em parcerias com Estados e/ou via PPP internas e externas e/ou investidores/empresas externas -, pelo menos mais 10 ZPE Zonas de Processamento de Exportações (principalmente pela Lei nº 11.508/2007), sobretudo se situadas bem mais perto de novos portos realmente profundos e/ou de ramais próximos das 08 futuras e novas ferrovias rápidas e em bitola larga, mesmo que situadas em até 200 km de tais portos. No Brasil, ainda existem apenas 13 Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) criadas e autorizadas pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação.  As mais operacionais e ativas atuais são as ZPE de Pecém (CE), de Parnaíba (PI) e de Cáceres (MT). Em geral, instalar-se em uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) vale a pena para indústrias e empresas de grande volume voltadas para o comércio exterior, mas exige uma análise rigorosa de custos logísticos e de conformidade legal. As vantagens principais são: a) Incentivos Fiscais: Suspensão ou isenção de impostos federais (como os antigos IPI, PIS, COFINS e Impostos de Importações) na compra de insumos, matérias-primas e máquinas do exterior; b) Desburocratização: Presença de unidades da Receita Federal no local, o que agiliza o desembaraço aduaneiro de importação e de exportação; c) Liberdade Cambial: Possibilidade de se manter no exterior até 100,0% das divisas obtidas com vendas internacionais; d)Flexibilização Recente: A legislação atual permite a venda de parte da produção no mercado interno, embora taxada com os devidos impostos. Como desafios e restrições, temos: a) Logística: Os ganhos tributários podem desaparecer se os custos somados de transportes até portos e/ou ferrovias forem muito alto; b) Regras Rígidas: A legislação proíbe a transferência de matrizes já ativas para a ZPE ou a manutenção de filiais fora do regime, salvo exceções administrativas específicas;

14) Criar/lutar por reais condições financeiras, tributarias, subsídios e incentivos reais etc. - não de blás-blás-blás políticos (na soma das 03 esferas) - para que, pelo menos, 50,0% dos atuais 5.577 municípios do Brasil crie e possa manter um pequeno distrito industrial com área mínima de 10 hectares (desapropriadas e bem pagas, como sendo de elevado interesse público pelo Poder municipal, tudo em lotes planos/pouco inclinados e com infraestrutura mínima de luz, agua, esgotos etc., bancadas antes pelos Estados e/ou Municípios).O objetivo é implantar em cada distrito, pelo menos, 10 empresas iniciais/comodatárias em longo prazo em 01 hectare cada (por sua conta e risco), sendo tal distrito base implantado pelo poder municipal em convênio com órgãos federais como o DNIT e o IBAMA. Ao Governo Federal também competirá propiciar condições de financiamentos em longos prazos para que tais indústrias locais ou regionais se instalem e desenvolvam e ampliem em tais distritos. Para alcançar tal sucesso inicial previsto, haveria de priorizar-se os municípios melhores localizados logisticamente - ou já com maiores/maiores consumos locais ou vizinhos -, sobretudo em regiões mais pobres, mas com altos consumos totais e/ou da beira mar ou de grandes rios navegáveis. No Brasil, incrivelmente, cerca de 70,0% da população atual já mora a 350 km do mar segundo o BNDES. Na China atual, a política de industrialização nos municípios funciona por meio de um modelo descentralizado conhecido como "federalismo econômico de estilo chinês". Nele, cerca de 80,0% de todas as políticas industriais do país são formuladas e executadas por governos subnacionais (de cidades e de províncias=estados), enquanto o governo central em Pequim atua como o arquiteto estratégico, definindo as metas macroeconômicas de alcances obrigatórios de cada distrito industrial e de cada cidade através dos Planos Quinquenais. A engrenagem desse sistema baseia-se em uma combinação de competição agressiva entre as cidades e de incentivos políticos diretos para os governantes locais;

15) Criar Programas também para boas alimentações hospitalares e de presídios - ambos de obrigações legais do Governos, conforme Lei nº 7.210/1984 mais normas do SUS/PNAN) supram, pelo menos, 50,0% de suas demandas com itens industrializados localmente,  sobretudo, de alimentos comprados/produzidos nos mesmos locais e/ou mesmas microrregiões, como já se fazem no PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar).Idem no PAA (Programa de Aquisição de Alimentos e mais focado em alimentos para as cozinhas comunitárias,  abrigos e cozinhas comunitárias e/ou solidárias) mais no PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil com alimentos para programas de auxílio-alimentação e restaurantes universitários para estudantes de baixa renda em instituições federais de ensino superior, funcionando como uma extensão do PNAE para faculdades). Embora a maioria dos alimentos fornecidos sejam a partir de grãos, frutas, raízes, legumes, verduras, pequenos animais, lácteos etc. tais programas sempre muito contribuem para ampliar as demandas locais (garantindo ofertas nos varejos) pelas minis e médias agroindústrias agregadoras de valor locais mais de supermercados e de outros varejos;

16) Criar leis e prêmios tributários obrigando que os atacados e os varejos comprem, localmente, até 30,0% dos itens industrializados vendidos (quando comprovadamente disponíveis em volumes suficientes por menos 3 meses/ano) nos mesmos municípios ou no máximo a 100 km de cada unidade, inclusive de hortifrutigranjeiros e de carnes/lácteos/peixes/mel/doces/sucos etc. sadios e de altas qualidades (bem processados, fiscalizados e acompanhados pelos SIM Serviços de Inspeção Municipal - Lei 7.889/89), mas, somente se locais e/ou microrregionais.

B) PRINCIPAIS SUGESTOES - AINDA APENAS TEORICAS/PROFESSORAIS RECENTES (AINDA NÃO DE CAMPO NEM DE BASE) PELO EMINENTE SOCIOCONOMISTA/DESENVOLVIMENTISTA/PATRIOTA REAL PROF. JOSE KOBORI – em que “José Kobori defende que o Brasil precisa superar o modelo de economia puramente exportadora de commodities (matérias-primas) e adotar um projeto de desenvolvimento soberano centrado na reindustrialização”.

As principais medidas e diretrizes apontadas por ele incluem:

a) Verticalização das cadeias produtivas: Transformar a matéria-prima internamente em vez de exportá-la em estado bruto (como enviar minério de ferro ou soja sem processamento);

b) Agregar tecnologia à produção: Desenvolver tecnologia nacional própria — especialmente insumos, sementes, fertilizantes e implementos para o agronegócio — para deixar de importar esses itens de países avançados; 

c) Indução do Estado: Rejeitar a visão estrita de austeridade fiscal que impede o Estado de atuar como indutor do crescimento e financiador de setores estratégicos, a exemplo do que fizeram potências como China, Coreia do Sul e Alemanha; 

d) Superação do neoliberalismo: Criticar as privatizações e a abertura descontrolada de mercado iniciadas nos anos 1990, que, segundo sua análise, destruíram parte importante da base industrial nacional sem prepará-la para competir;

e) Investimento em ciência e pesquisa: Criar bases de fomento à inovação e capacitação de mão de obra qualificada para alcançar a fronteira tecnológica global.

C) – Recente, para diversos Consultores mais para Professores antigos e para algumas Entidades, a reindustrialização do Brasil depende das seguintes reformas estruturais TEÓRICAS a seguir –MUITO DELAS SÃO TÃO  ÓBVIAS E QUE mais parecem visíveis copy-colas de antigos/superados manuais dos EUA, VIA FMI,  ISTO É, SEM NADA ACRESCENTAREM/PROPOREM de novo e/ou JÁ MUITO QUESTIONÁVEIS/SUSPEITAS, E tudo para reduzir o "Custo Brasil" (que muitos autores modernos - inclusive eu - dizem que se trata mais de um efeito e nunca de uma causa, como eles propõem) e, assim, aumentar a produtividade e atrair investimentos privados. Tudo, está contido NOS SEUS MUITOS PLANOS MIRABOLICOS/SONHOS, SUGERIDOS/PLANEJADOS PARA RE-INDUSTRIALIZAR RAPIDO O BRASIL (ALGUNS ATE COMO MALUQUICES TEORICAS E/OU SENDO APENAS CLARAS COPIAS DOS JÁ SUPERADOS MANUAIS/LIVROS ECONOMICOS DOS AUTORES-ECONOMISTAS DOS EUA, ESTES DE OUTRAS ÉPOCAS /OUTRAS REALIDADES).

Segundo eles, as 08 principais medidas atuais necessárias para a reindustrialização do país são:

1) Redução da Carga Tributária e Simplificação -, mediante; a) Reforma tributária ampla; b) Eliminação da cumulatividade de impostos; c) Desoneração completa das exportações industriais; d) Facilitação dos créditos tributários rápidos;

2) Investimento Massivo em Infraestrutura, via: a) Modernização de portos, aeroportos e ferrovias; b) Redução drástica dos custos logísticos de escoamento; c) Expansão da infraestrutura de saneamento e transportes; d) Atração de capital privado via concessões estáveis;

3) Barateamento e Transição Energética através de: a) Redução do preço da energia elétrica e do gás natural; b) Aproveitamento do potencial de matriz limpa (eólica e solar); c) Estímulo ao hidrogênio verde na indústria pesada; d) Subsídios focados em eficiência energética industrial;

 

4) Financiamento Competitivo e de Longo Prazo, a saber por: a) Fortalecimento do papel do BNDES no crédito industrial; b) Redução dos juros reais para capital de giro e inovação; d) Estímulo ao mercado de capitais para debêntures incentivadas; e) Criação de fundos de aval para pequenas indústrias;


5) Estímulo à Inovação e Tecnologia, mediante: a) Aumento dos investimentos públicos e privados em P&D; b) Digitalização dos processos fabris e automação avançada; c) Apoio governamental a “startups” de “deeptech”; d) Fortalecimento dos laços entre universidades e fábricas;


6) Qualificação de Mão de Obra Técnica, por: a) Ampliação do ensino técnico profissionalizante (como o Sistema S); b) Atualização de currículos focados em habilidades digitais e IA; c) Requalificação de trabalhadores deslocados por novas tecnologias; d) Parcerias diretas entre indústrias e centros formadores;

7) Abertura Comercial e Acordos Internacionais, através de: a) Redução gradual e previsível de tarifas de importação de insumos; b) Celebração de novos acordos bilaterais de livre comércio; c) Integração do Brasil nas cadeias globais de valor; d) Facilitação de comércio e desburocratização aduaneira;


8) Segurança Jurídica e Desburocratização, via: a) Estabilidade nas regras regulatórias de agências federais; b) Simplificação extrema de licenciamentos ambientais e alvarás; c) Previsibilidade em decisões judiciais de litígios trabalhistas; d) Proteção robusta aos direitos de propriedade intelectual.

4) CNI Confederação Nacional da Industria e suas 08 principais medidas apontadas por especialistas e entidades (de novo, parece que muito e muito teóricas/professorais/mentorais/preguiçosas e/ou apenas copy-colas de academias e de IA dos EUA) para viabilizar a reindustrialização do Brasil envolvem reformas estruturais e incentivos tecnológicos.

As 8 principais Medidas Essenciais sugeridas, recentes, por eles são:

  1. Reforma tributária eficiente: Simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo para evitar o acúmulo de encargos nas cadeias produtivas;
  2.  
  3. b) Redução do Custo Brasil: Eliminar gargalos burocráticos e operacionais que encarecem a produção nacional frente aos concorrentes externos; 
  4.  
  5. c) Modernização da infraestrutura: Investir em ferrovias, portos e rodovias para baratear o transporte de matérias-primas e produtos finais;

d) Crédito com juros competitivos: Facilitar o acesso a financiamentos de longo prazo e taxas menores para a renovação de máquinas e equipamentos;

e) Transição energética e sustentabilidade: Estimular energias limpas, economia circular e processos de descarbonização alinhados à agenda verde;

f)  Inovação e digitalização: Promover a adoção de tecnologias da Indústria mais na automação e inteligência artificial nas fábricas;

g) Qualificação da mão de obra: Expandir cursos técnicos e superiores voltados para engenharias, robótica e manufatura avançada;

h) Segurança jurídica e previsibilidade: Garantir marcos regulatórios estáveis que tragam confiança para investimentos de longo prazo.

FIM

 Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 28 de agosto de 2026

Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.   

“VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK” (a modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).

  Para outros detalhes, INCLUSIVE SOBRE ONDE, COMO E QUANTO INVESTIRES BEM MELHOR E ATÉ COM RISCOS “ZERADOS” (conheço e visitei 90,0% do interior do Brasil), contates-me apenas pelo e-mail [email protected]

 

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