O setor de biológicos está mudando de patamar. Quem ainda pensa em biológicos como produtos simples, de baixa tecnologia, está olhando para o passado. A nova geração de soluções biológicas opera em outro nível de sofisticação.
O centro dessa transformação são os metabólitos.
Metabólitos são compostos bioativos produzidos por microrganismos: moléculas com ação fungicida, inseticida, nematicida ou promotora de crescimento. Diferente de aplicar o microrganismo vivo e esperar que ele atue, os metabólitos entregam o princípio ativo diretamente: novos modos de ação, mais previsibilidade, mais consistência, mais controle.
Exemplos notórios são novos produtos à base de metabólitos secundários capazes de afetar o sistema imune de insetos-praga, reduzir sua taxa de multiplicação e entregar níveis de controle que há tempos o produtor não vivenciava. A ciência avançou, e o campo está colhendo os resultados.
Mas a mudança vai além dos metabólitos.
O setor investiu pesado em P&D. A BIOTROP, por exemplo, além de formulações avançadas, criou um ecossistema completo de ciências ômicas (genômica, metabolômica, proteômica) e é capaz de aplicar o que há de mais moderno na expressão, caracterização e desenvolvimento de metabólitos em escala industrial. Isso é infraestrutura de inovação. Isso é capacidade de entregar produtos com performance até então nunca entregue.
O pipeline global de biológicos nunca foi tão robusto. Novas formulações, novos modos de ação, novas combinações. A integração entre biológicos e químicos deixou de ser exceção e virou padrão.
O patamar mudou. O biológico de hoje não é o biológico de dez anos atrás. Quem não atualizar sua visão vai perder oportunidades.
A tecnologia está em plena transformação. O mercado está ávido. Vamos liderar essa transição!