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Essas substâncias são as novas aliadas da produtividade

"O uso desse elemento representa uma nova forma de enxergar a fertilidade"


"O uso desse elemento representa uma nova forma de enxergar a fertilidade" "O uso desse elemento representa uma nova forma de enxergar a fertilidade" - Foto: Divulgação

Com o planejamento da próxima safra, cresce a busca por tecnologias naturais que melhorem a qualidade do solo e ajudem a elevar a produtividade. Entre elas, as substâncias húmicas ganham espaço por favorecerem a estrutura do solo, a retenção de água e o aproveitamento de nutrientes pelas plantas.

O interesse ocorre em um cenário de colheita elevada de soja, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento em mais de 180 milhões de toneladas, 5% acima da safra passada. Com o vazio sanitário em andamento em várias regiões, produtores voltam a atenção para práticas capazes de fortalecer o ambiente radicular.

Formadas pela decomposição natural da matéria orgânica, as substâncias húmicas atuam como condicionadores do solo. Segundo o engenheiro agrônomo Matheus Simieli, consultor técnico da BRQ Brasilquímica, a fertilidade agrícola não deve ser tratada apenas como oferta de nutrientes, mas como resultado do equilíbrio químico, físico e biológico do solo.

Esses compostos reúnem ácidos húmicos, ácidos fúlvicos e humina, que contribuem para elevar a Capacidade de Troca Catiônica, estimular o crescimento das raízes e reduzir perdas por lixiviação. Também favorecem o melhor aproveitamento de elementos como potássio, cálcio e magnésio.

A leonardita, matéria-prima natural rica em matéria orgânica, é uma das fontes usadas para obter esses compostos em alta concentração. A BRQ Brasilquímica desenvolveu o QualyOrgano Organik, condicionador à base de leonardita voltado à melhoria da fertilidade e do ambiente radicular, em linha com uma visão mais integrada da produtividade agrícola.

“Mais do que uma tendência, o uso desse elemento representa uma nova forma de enxergar a fertilidade agrícola. Em vez de focar exclusivamente no fornecimento de nutrientes, a estratégia considera a terra como um sistema integrado, onde os equilíbrios químico, físico e biológico trabalham em conjunto para sustentar lavouras mais produtivas, resilientes e preparadas para os desafios da agricultura do futuro”, finaliza Simieli.
 

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