Bula Accent

acessos
Nicosulfuron
5806
Du Pont

Composição

Nicosulfuron 750 g/kg Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
60 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
60 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
80 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
60 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
50 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Corda de viola
(Ipomoea nil)
80 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
60 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 g.p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 - 6 folhas e plantas infestantes tiverem até 4 - 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)

Frascos e tambores metálicos, barricas e caixas/ cartuchos de papelão. 1, 2 e 5 Kg.
Frascos ou sacos de polietileno 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 gramas e 1,2 e 5 Kg. Sacos hidrosolúveis 60,70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 gramas.
Sacos aluminizados ou metalizados 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 gramas e 1 , 2 e 5 Kg.
Cartuchos de papelão 480g distribuidos em 6 sacos hidrosolúveis de 80g.
Sacos de polietileno 25Kg.
Tambores metálicos 50 Kg.
Embalagens big-bag 100, 200, 400, 450, 500, 550, 600 Kg.
Barricas e tambores de fibra 50 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

Modo de ação:
ACCENT® é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para a cultura do milho e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.
ACCENT®, é utilizado para controle em pós-emergência das plantas infestantes na cultura do milho.

CULTURAS/DOSES/PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ACCENT® deve ser aplicado em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2 – 6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4 – 6 folhas para as folhas largas e até 2 perfilhos para as gramíneas.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 400 a 600 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 200 a 400 litros/ha para pulverizador tratorizado.

Tipos de bico: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.: Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.

Obs.: No caso de uso de outros equipamentos pulverizadores estes devem proporcionar boa cobertura das plantas infestantes.

Aplicação aérea: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos tipo cônico (D9 ou D10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (MICRONAIR), altura de vôo 3 a 4 m sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva: 15 m; diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micra, 10 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.

•Condições climáticas:devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

-Preparo da calda herbicida: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o ACCENT®. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após, adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la.

-Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e
inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1.Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2.Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5.Repita o passo 3.
6.Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.


Recomendações para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

Importância do diâmetro de gota:

A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 µm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais

Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior
produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).

Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra

Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos

O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER VENTOS FORTES OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade

Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Milho …………………………45 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

-Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
-Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
-Fitotoxicidade: ACCENT® é seletivo para a maioria dos cultivares comerciais de milho. Consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações sobre híbridos / variedades que não devem ser tratados com o produto. O uso de nicosulfuron em alguns híbridos / variedades de milho pode causar sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade. Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
-Compatibilidade: O uso de produtos organofosforados somente poderá ser realizado 7 dias antes ou depois da aplicação de ACCENT®. Caso não seja respeitado este limite, poderá ocorrer elevada fitotoxicidade na cultura do milho.
-Não aplicar em plantas infestantes ou cultura com "stress" causado por exemplo: por frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc...
-Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10º C.
-Deverá ser respeitado intervalo de sete dias entre as adubações nitrogenadas e a aplicação de ACCENT®.
-Não aplicar mais que 80 g de ACCENT® por hectare por ciclo da cultura.
-Não permitir que a deriva da aplicação de ACCENT® atinja plantações vizinhas de outras culturas.
-Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
-Para rotação de cultura observar o prazo de 90 dias após a aplicação do ACCENT®.
-É requerido um período mínimo de 1 hora entre a aplicação e a ocorrência da primeira chuva e/ou orvalho abundante nas folhas das plantas infestantes.
-Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
-Não aplicar ACCENT® através de sistema de irrigação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:

ACCENT® é indicado para aplicações terrestre e aérea. A aplicação terrestre pode ser realizada com pulverizador manual costal e pulverizador acoplado a trator. A aplicação aérea deve ser realizada com aeronave agrícola equipada com barra. Todas as características dos equipamentos já foram descritas no item "Modo/Equipamento de aplicação".

AVISO AO COMPRADOR:

ACCENT® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A DuPont não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES EM DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão neutro e SIGA

AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas as pernas das calças por cima das botas de borracha, luvas de nitrila, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca e óculos de proteção.
- Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais
quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo
de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas de borracha, luvas de nitrila, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca e óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Não reutilize as embalagens vazias.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de
reentrada (24 horas).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua
embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas de nitrila e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada
aplicação do produto.
-Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as
especificações do fabricante.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual —
EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO, NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE
HUMANA:
Tratamento médico:
•Sintomas de alarme: Não existem sintomas típicos de intoxicação pelo produto.
Antídoto e tratamento:
•Proceder a tratamento sintomático sob supervisão médica.

Grupo químico: Sulfoniluréia
Classe toxicológica — Extremamente Tóxico
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Vias de exposição: oral, ocular e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos :A toxicidade sistêmica não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido! ingerida. Muitas uréias substituídas são irritantes para os olhos, pele el membranas mucosas. Na exposição dérmica repetida pode ocorrer irritação coml desconforto ou erupções. A exposição ocular ao nicossulfurom pode causar! irritação ocular com desconforto, lacrimejamento ou visão borrada.
A ingestão repetida de doses elevadas pode levar à redução da produção dos; glóbulos brancos.
Também pode ocorrer:
- Tosse e dificuldade respiratória.
- Náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça, confusão e depleção eletrolítica.
- Distúrbios do metabolismo proteico, enfisema moderado, e perda de peso em exposições crônicas.

Toxicocinética: Os compostos sulfoniluréicos são pouco absorvidos através do trato gastrintestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação com substratos endógenos especialmente com o UDPGA e PAPS. Em grande proporção,são excretados sob a forma inalterada.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência det quadro clínico compatível.
Tratamento: Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos telefones de emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
RENACIAT — ANVISA/MS
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
Telefone de Emergencia da Empresa: 0800-701- 0109

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
O estudo de metabolismo em ratos de laboratório indicou que a dose administrada de Nicosulfuron foi excretada principalmente pelas fezes e urina, sendo que 85 a 97% foi excretado na forma do composto original, não biotransformado. Com base nos metabólitos identificados, a principal mecanismo de degradação foi a quebra da ponte sulfoniluréia para produção de piridina sulfonamida e pirimidina amina; 5-hidroxipirimidina amina pode ser formada antes ou após a quebra desta ponte.
Em cabras lactantes, a maior parte da dose administrada de Nicosulfuron foi excretada na urina e fezes, na forma de composto original. Não houve excreção de quantidade apreciável no leite. Baseando-se nos metabólitos identificados, dois foram os principais mecanismos de degradação: 1) hidrólise da ponte sulfoniluréia, seguida por oxidação e conjugação na posição 5 do anel pirimidina e 2) N-demetilação e subseqüente perda de dióxido de enxofre para eventual formação de "Nicosulfuron cíclico" (Nicosulfuron-cyclized ipso compound).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
DLso Oral: > 5000 mg/kg
DLso Dérmica: > 2000 mg/kg
CLso inatatória: > 5,6 mg/L
Irritação Dérmica: Levemente Irritante
Irritação Ocular: Extremamente Irritante
Sensibilização Cutânea: Não sensibilizante
Em testes com animais de laboratório, ACCENT® apresentou baixa toxicidade aguda quando administrado por via oral, dérmica ou inalatória, sendo levemente irritante para a pele, animais testados para irritação ocular apresentaram opacidade de córnea, irritação moderada na íris e na conjuntiva. O produto não causou sensibilização dérmica nos animais tratados.
Nicosulfuron não demonstrou potencial mutagênico, carcinogênico ou efeitos na reprodução e prole. O contato repetido e prolongado com a pele pode causar irritações.

EFEITOS COLATERAIS: Por não se tratar de produto com finalidade
terapêutica não há como caracterizar possíveis efeitos colaterais.


INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
•Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente, águas subterrâneas.
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, medicamentos, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800-701.0109
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão
impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque num recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de
CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

I. EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
a) Triplica Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. b) Lavagem Sob Pressão: 1.Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. 2.Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida a o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva
e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

II. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

III. EMBALAGEM FLEXÍVEL

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com
piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas —
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas —modelo ABNT), devidamente identificado a ser adquirido nos canais de distribuição.

IV. EMBALAGEM SECUNDÁRIA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM
DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA
DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no
meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em
desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.