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ActiSeal PYR CI

Geral
Nome Técnico:
Pirimetanil
Registro MAPA:
26325
Empresa Registrante:
AgroFresh Brasil
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Pirimetanil 400 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L

INSTRUÇÕES DE USO:

O ACTISEAL PYR é um fungicida pertencente à família química das anilinopirimidinas, penetrante, com mobilidade translaminar. Inibe a síntese de aminoácidos e proteínas, atuando na biossíntese da metionina. Apresenta atividade preventiva e curativa. O ACTISEAL PYR destina-se a tratamentos em pós-colheita para o controle da deterioração de citros originada por fungos causadores de podridões, de acordo com uma das modalidades da bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O ACTISEAL PYR deve ser aplicado em até 24 horas após a colheita dos frutos em uma única aplicação, nas instalações de recolha e armazenamento dos frutos.

MODO DE APLICAÇÃO:

De acordo com uma das modalidades de aplicação: Imersão, “Drench” e Cera. Na aplicação via imersão (água + fungicida) utiliza-se equipamento que possibilite a imersão completa dos frutos por um período de 1 minuto. Na aplicação via drench (esguicho) utiliza-se uma esteira onde a solução deve cobrir os frutos com escorrimento abundante da calda. Na aplicação da solução com cera (cera + fungicida) utiliza-se equipamento que possibilite cobertura uniforme dos frutos.

INSTRUÇÕES PARA MISTURA DO PRODUTO À CALDA

Encha o depósito com metade da quantidade necessária de água ou cera de água e inicie a agitação mecânica. Adicione a quantidade necessária de ACTISEAL PYR e, em seguida, adicione o volume restante de água ou cera de água. Mantenha a agitação após a mistura e não permita que a solução de tratamento permaneça durante a noite ou por períodos prolongados. Para os sistemas de injeção em linha, conseguiremos uma melhor distribuição injetando um volume maior de uma solução mais diluída por unidade de tempo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não aplicado devido à modalidade de emprego (Tratamento Pós-Colheita).

LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o produto somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas culturas registradas.
- Os Limites Máximos de Resíduos aplicáveis às culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em outros países ou podem divergir em relação aos padrões adotados no Brasil. Cultivos destinados à exportação devem respeitar o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino.
- Compete ao usuário, produtor e/ou exportador verificar previamente tais exigências e decidir pela exportação das culturas tratadas. A AgroFresh não garante a exportabilidade da cultura tratada nem responde por rejeição de carga ou exigências do mercado importador. Em caso de dúvidas, recomenda-se consultar o exportador, o importador ou a Agrofresh antes da aplicação do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO D1 FUNGICIDA

O produto ACTISEAL PYR é composto por PIRIMETANIL, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da biossíntese de metionina, pertencente ao Grupo D1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência a Fungicidas).
O ACTISEAL PYR é um fungicida anilinopirimidina que não apresenta resistência cruzada aos inibidores do esterol ou aos fungicidas benzimidazóis. O ACTISEAL PYR interfere na secreção de enzimas necessárias para a infecção por vários patógenos pós-colheita, portanto, aplicações preventivas imediatamente após a colheita ou lesão são necessárias para o ótimo desempenho do produto. Patógenos fúngicos podem desenvolver resistência a produtos com o mesmo modo de ação quando usados repetidamente. Como o desenvolvimento de resistência não pode ser previsto, o uso de estratégias de manejo de resistência pós-colheita deve ser praticado. Estes podem incluir rotação com produtos que tenham diferentes modos de ação. Práticas de gestão responsável de resistência são necessárias para garantir a eficácia a longo prazo do controle da decomposição.
Antes de proceder ao armazenamento a frio da fruta, deve-se garantir previamente que esta se encontra seca.
• As populações de fungos podem conter organismos naturalmente resistentes ao ACTISEAL PYR ou às anilinopirimidinas em geral. Se fungicidas pertencentes a este grupo de resistência forem utilizados repetida e consecutivamente, os organismos resistentes podem eventualmente dominar a população de fungos e não ser controlados pelo ACTISEAL PYR nem por qualquer outro fungicida pertencente à mesma família química.
• Para evitar o desenvolvimento de fenómenos de resistência, devem ser tidos em consideração os seguintes aspetos:
- Evitar a utilização exclusiva e consecutiva de fungicidas que possuam o mesmo modo de ação e pertençam ao mesmo grupo químico de resistência. Neste sentido, deve-se proceder à alternância os tratamentos com fungicidas com diferente modo de ação.
- Para alternar ACTISEAL PYR com outros produtos, ler atentamente os respetivos rótulos.
- Para obter informações específicas sobre a gestão da resistência, contactar o titular deste produto.
- Proceder à integração de diferentes meios de luta (químicos, culturais, biológicos).

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