Arlequin; Arlequin 240 SC; Metoxifenozida Oxon 240 SC; Metoxifenozida Oxon 240 SC I; Metoxifenozida Oxon 240 SC II; Metoxifenozida Oxon 240 SC III CI

Geral
Nome Técnico:
Metoxifenozida
Registro MAPA:
7226
Empresa Registrante:
Oxon
Produtos associados:
- Arlequin 240 SC;
- Metoxifenozida Oxon 240 SC;
- Metoxifenozida Oxon 240 SC I;
- Metoxifenozida Oxon 240 SC II;
- Metoxifenozida Oxon 240 SC III;
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Metoxifenozida 240 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Fisiológico, Não sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) é um inseticida fisiológico não sistêmico, apresentado sob a forma de suspensão concentrada, recomendado para o controle de lagartas nas culturas do algodão, feijão, maçã, milho, soja, tomate e trigo.


MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS

A dose recomendada do ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização foliar com equipamento terrestre, costal manual ou tratorizado, e via aérea, através do uso de barra ou atomizador rotativo Micronair. Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura foliar. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das pragas, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura e praga, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Aplicação terrestre:
Algodão, feijão, maçã, milho, soja, tomate e trigo: quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos ou leques que possibilitem pressão de 40 a 60 lbs/pol², proporcionando um tamanho de gotas com DMV (diâmetro médio volumétrico) entre 100 e 200 micras e densidade entre 50 e 70 gotas/cm².
Obs.: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação a fim de proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva. As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. Consulte sempre um profissional habilitado.
Limpeza do equipamento de aplicação: proceder a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura.
Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série "D" (06 A 012) ou similar, ou atomizador rotativo Micronair, que proporcione a liberação e deposição de uma densidade mínima de 60 a 80 gotas/cm2
Recomenda-se uma altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo no caso de pulverização com barra e de 3 a 4 m acima do alvo no caso de pulverização por Micronair, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2 , uma vazão de 10 a 20L de calda/ha na utilização de atomizador rotativo Micronair e de 30 a 40 L de calda/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18m.
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme das plantas.
Os tratamentos deverão ser iniciados preventivamente dependendo das condições climáticas ou aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, proporcionando uma boa molhabilidade das plantas.
Condições climáticas: as condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma pulverização assim como a utilização dos equipamentos corretos de pulverização devem ser obedecidas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao reduzir ao mínimo as perdas por deriva e deposição. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.


INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola.
• Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
• As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.
• Não é recomendada a aplicação do produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
• Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
• Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito elevadas.
• Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização.
• Todo equipamento usado para aplicar ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) deve ser descontaminado antes de outro uso.
• A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro pode reduzir a eficiência do produto.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) pertence ao grupo 18 (Agonistas de receptores de ecdisteroides - Diacilhidrazinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 18. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga-alvo.
• Usar ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III), o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das diacilhidrazinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) ou outros produtos do Grupo 18 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação deinseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

GRUPO 18 INSETICIDA

O produto inseticida ARLEQUIN (ARLEQUIN 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC I; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC II; METOXIFENOZIDA OXON 240 SC III) é composto por metoxifenozida, (Agonistas de receptores de ecdisteroides - Diacilhidrazinas), pertencente ao grupo 18, segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticida).

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